Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita e encantadora. Acontece que essa menina frequentava as aulas da escolinha local no mais lamentável estado: suas roupas eram tão velhas que seu professor resolveu dar-lhe um vestido novo. Assim raciocinou o humilde mestre:
- É uma pena que uma aluna tão encantadora venha às aulas desarrumada desse jeito. Talvez, com algum sacrifício, eu pudesse comprar para ela um vestido azul.
Quando a garota ganhou a roupa nova, sua mãe sentiu que era pena se, com aquele traje tão bonito, a filha continuasse a ir ao colégio suja como sempre, e começou a dar-lhe banho todos os dias, antes das aulas. Ao fim de uma semana, disse o pai:
- Mulher,você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem arrumada, more num lugar como este, caindo aos pedaços. Que tal você ajeitar um pouco a casa, enquanto eu, nas horas vagas, vou dando uma pintura nas paredes, consertando a cerca, plantando um jardim?
E assim fez o pobre casal. Até que sua casa ficou muito mais bonita que todas as casas da rua e os vizinhos se envergonharam e se puseram também a reformar suas residências. Desse modo, todo o bairro melhorava a olhos vistos, quando por ali passou um religioso que ficou impressionado e disse:
- É lamentável que gente tão esforçada não receba nenhuma ajuda do governo.
E dali saiu para ir falar com o prefeito, que o autorizou a organizar uma comissão para estudar que melhoramentos eram necessários ao bairro. Dessa primeira comissão surgiram muitas outras e hoje, por todo o país, elas ajudam os bairros pobres a se reconstruírem.
E pensar que tudo começou com um vestido azul...
(adaptado de texto disponível aqui )
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Consciência Negra: um dia de reflexão
O dia 20 de novembro foi escolhido para representar o Dia da Consciência Negra no Brasil. O motivo: nessa mesma data, em 1695, morria Zumbi os Palmares, símbolo da resistência negra em uma época em que a escravidão negra dominava o país. Desde lá, segue a luta pela igualdade. Não se sabe muito sobre a história de Zumbi, pois muitos dos registros a respeito dele foram feitos por portugueses que colonizaram o Brasil e podem ter sido distorcidos.
A celebração dessa data vem desde 1971, por iniciativa de ativistas do grupo Palmares, no Rio Grande do Sul. Sete anos depois, o movimento negro brasileiro passou a celebrar a data nacionalmente. Em 2003, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei 10.639 e incluiu o Dia da Consciência Negra no calendário escolar. Os municípios são livres para escolher se o transformam ou não em feriado. Até então, a única data que propunha uma reflexão a respeito da condição do negro na sociedade era o dia da Abolição da Escravatura, 13 de maio, que é criticado por representar o que na época foi um interesse da população branca, e não um reconhecimento de injustiças com os negros.
(adaptado de texto disponível aqui )
A celebração dessa data vem desde 1971, por iniciativa de ativistas do grupo Palmares, no Rio Grande do Sul. Sete anos depois, o movimento negro brasileiro passou a celebrar a data nacionalmente. Em 2003, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a lei 10.639 e incluiu o Dia da Consciência Negra no calendário escolar. Os municípios são livres para escolher se o transformam ou não em feriado. Até então, a única data que propunha uma reflexão a respeito da condição do negro na sociedade era o dia da Abolição da Escravatura, 13 de maio, que é criticado por representar o que na época foi um interesse da população branca, e não um reconhecimento de injustiças com os negros.
(adaptado de texto disponível aqui )
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
O diamante
Um hindu chegou aos arredores de certa aldeia e aí sentou-se para dormir debaixo de uma árvore. Chega correndo, então, um habitante daquela aldeia e diz, quase sem fôlego:
- Aquela pedra! Eu quero aquela pedra.
- Mas que pedra? – pergunta-lhe o hindu.
- Ontem à noite, num sonho, eu vi meu Senhor Shiva e ele disse que eu viesse aos arredores da cidade, ao pôr-do-sol; aí devia estar um hindu que me daria uma pedra muito grande e preciosa que me faria rico para sempre.
Então, o hindu mexeu na sua trouxa e tirou a pedra e foi dizendo:
- Provavelmente é desta que ele lhe falou; encontrei-a num trilho da floresta, alguns dias atrás; podes levá-la!
E assim falando, ofereceu-lhe a pedra. O homem olhou maravilhado para a pedra. Era um diamante, talvez o maior jamais visto no mundo. Pegou o diamante e foi-se embora. Quando veio a noite, ele virava de um lado para o outro em sua cama sem conseguir dormir. Então, rompendo o dia, foi ver novamente o hindu e o despertou dizendo:
- Eu quero que me dê essa riqueza que lhe tornou possível desfazer-se de um grande diamante assim tão facilmente!
(extraído de “Histórias da Tradição Sufi”, disponível aqui )
- Aquela pedra! Eu quero aquela pedra.
- Mas que pedra? – pergunta-lhe o hindu.
- Ontem à noite, num sonho, eu vi meu Senhor Shiva e ele disse que eu viesse aos arredores da cidade, ao pôr-do-sol; aí devia estar um hindu que me daria uma pedra muito grande e preciosa que me faria rico para sempre.
Então, o hindu mexeu na sua trouxa e tirou a pedra e foi dizendo:
- Provavelmente é desta que ele lhe falou; encontrei-a num trilho da floresta, alguns dias atrás; podes levá-la!
E assim falando, ofereceu-lhe a pedra. O homem olhou maravilhado para a pedra. Era um diamante, talvez o maior jamais visto no mundo. Pegou o diamante e foi-se embora. Quando veio a noite, ele virava de um lado para o outro em sua cama sem conseguir dormir. Então, rompendo o dia, foi ver novamente o hindu e o despertou dizendo:
- Eu quero que me dê essa riqueza que lhe tornou possível desfazer-se de um grande diamante assim tão facilmente!
(extraído de “Histórias da Tradição Sufi”, disponível aqui )
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
O ferreiro
Era uma vez um ferreiro que, após uma juventude cheia de excessos resolveu entregar sua alma a Deus. Durante muitos anos trabalhou com afinco, praticou a caridade, mas, apesar de toda sua dedicação, nada parecia dar certo na sua vida. Muito pelo contrário: seus problemas e dívidas acumulavam-se cada vez mais.
Uma bela tarde, um amigo que o visitara e que se compadecia de sua situação difícil, comentou:
- É realmente estranho que, justamente depois que você resolveu se tornar um homem temente a Deus, sua vida começou a piorar. Eu não desejo enfraquecer sua fé, mas apesar de toda a sua crença no mundo espiritual, nada tem melhorado.
O ferreiro não respondeu imediatamente. Ele já havia pensado nisso muitas vezes, sem entender o que acontecia em sua vida. Entretanto, como não queria deixar o amigo sem resposta, começou a falar e terminou encontrando a explicação que procurava. Eis o que disse o ferreiro:
- Eu recebo nesta oficina o aço ainda não trabalhado e preciso transformá-lo em espadas. Você sabe como isto é feito? Primeiro eu aqueço a chapa de aço num calor infernal, até que fique vermelha. Em seguida, sem qualquer piedade, eu pego o martelo mais pesado e aplico golpes até que a peça adquira a forma desejada. Logo, ela é mergulhada num balde de água fria e a oficina inteira se enche com o barulho do vapor, enquanto a peça estala e grita por causa da súbita mudança de temperatura. Tenho que repetir esse processo até conseguir a espada perfeita: uma vez apenas não é suficiente.
O ferreiro deu uma longa pausa, acendeu um cigarro e continuou:
- Às vezes, o aço que chega até minhas mãos não consegue agüentar esse tratamento. O calor, as marteladas e a água fria terminam por enchê-lo de rachaduras. E eu sei que jamais se transformará numa boa lâmina de espada. Então, eu simplesmente o coloco no monte de ferro-velho que você viu na entrada de minha ferraria.
Mais uma pausa e o ferreiro concluiu:
- Sei que Deus está me colocando no fogo das aflições. Tenho aceito as marteladas que a vida me dá, e às vezes sinto-me tão frio e insensível como a água que faz sofrer o aço. Mas a única coisa que peço é: “Meu Deus, não desista, até que eu consiga tomar a forma que o Senhor espera de mim. Tente da maneira que achar melhor, pelo tempo que quiser, mas jamais me coloque no monte de ferro-velho”.
(texto de Lynell Waterman, disponível aqui )
Uma bela tarde, um amigo que o visitara e que se compadecia de sua situação difícil, comentou:
- É realmente estranho que, justamente depois que você resolveu se tornar um homem temente a Deus, sua vida começou a piorar. Eu não desejo enfraquecer sua fé, mas apesar de toda a sua crença no mundo espiritual, nada tem melhorado.
O ferreiro não respondeu imediatamente. Ele já havia pensado nisso muitas vezes, sem entender o que acontecia em sua vida. Entretanto, como não queria deixar o amigo sem resposta, começou a falar e terminou encontrando a explicação que procurava. Eis o que disse o ferreiro:
- Eu recebo nesta oficina o aço ainda não trabalhado e preciso transformá-lo em espadas. Você sabe como isto é feito? Primeiro eu aqueço a chapa de aço num calor infernal, até que fique vermelha. Em seguida, sem qualquer piedade, eu pego o martelo mais pesado e aplico golpes até que a peça adquira a forma desejada. Logo, ela é mergulhada num balde de água fria e a oficina inteira se enche com o barulho do vapor, enquanto a peça estala e grita por causa da súbita mudança de temperatura. Tenho que repetir esse processo até conseguir a espada perfeita: uma vez apenas não é suficiente.
O ferreiro deu uma longa pausa, acendeu um cigarro e continuou:
- Às vezes, o aço que chega até minhas mãos não consegue agüentar esse tratamento. O calor, as marteladas e a água fria terminam por enchê-lo de rachaduras. E eu sei que jamais se transformará numa boa lâmina de espada. Então, eu simplesmente o coloco no monte de ferro-velho que você viu na entrada de minha ferraria.
Mais uma pausa e o ferreiro concluiu:
- Sei que Deus está me colocando no fogo das aflições. Tenho aceito as marteladas que a vida me dá, e às vezes sinto-me tão frio e insensível como a água que faz sofrer o aço. Mas a única coisa que peço é: “Meu Deus, não desista, até que eu consiga tomar a forma que o Senhor espera de mim. Tente da maneira que achar melhor, pelo tempo que quiser, mas jamais me coloque no monte de ferro-velho”.
(texto de Lynell Waterman, disponível aqui )
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Um difícil problema
Um grande sábio tinha três filhos jovens, inteligentes e consagrados à sabedoria. Em certa manhã, eles discutiam sobre o obstáculo mais difícil de vencer na vida. No auge da discussão, prevendo talvez consequências desagradáveis, o genitor benevolente chamou-os e confiou-lhes uma curiosa tarefa. Iriam os três ao palácio do governante, levando alguns presentes. O primeiro levaria um rico vaso de argila preciosa. O segundo levaria uma corça rara. O terceiro transportaria um bolo primoroso feito com receita da família.
Os três irmãos receberam a missão com entusiasmo e partiram para a pequena viagem de três milhas. No entanto, no meio do caminho, começaram a discutir. O irmão que carregava o vaso não concordou com a maneira pela o segundo puxava a corça delicada. Este, por sua vez, dava instruções ao carregador do bolo para que não tropeçasse. Este último aconselhava o portador do vaso valioso para que não caísse.
Os três continuavam o caminho, mas cada viajante permanecia atento às obrigações que diziam respeito aos outros, através de observações acaloradas e incessantes. Em dado momento, o irmão que conduzia o animalzinho, quis arrumar a posição do vaso de argila nos braços do companheiro. Com as inquietações de ambos, o vaso escorregou de repente e espatifou-se na estrada. Com o choque, o distraído condutor da corça perde o governo do animal, que foge espantado, abrigando-se numa floresta próxima. O carregador do bolo avança para tentar evitar a fuga, entrando no mato e fazendo o bolo se perder totalmente no chão.
Desapontados e irritados, os três rapazes voltaram para casa, apresentando cada um ao sábio pai a sua queixa e a sua derrota. O sábio, porém, sorriu e explicou-lhes:
- Aproveitem o ensinamento da estrada. Se cada um de vocês estivesse vigilante na própria tarefa, não colheria a amargura do fracasso. O problema mais difícil do mundo é o de cada homem cuidar dos próprios negócios sem intrometer-se nas atividades alheias. Enquanto nos preocupamos com as responsabilidades dos outros, as nossas viverão esquecidas.
(adaptado de texto de autor desconhecido, disponível aqui )
Os três irmãos receberam a missão com entusiasmo e partiram para a pequena viagem de três milhas. No entanto, no meio do caminho, começaram a discutir. O irmão que carregava o vaso não concordou com a maneira pela o segundo puxava a corça delicada. Este, por sua vez, dava instruções ao carregador do bolo para que não tropeçasse. Este último aconselhava o portador do vaso valioso para que não caísse.
Os três continuavam o caminho, mas cada viajante permanecia atento às obrigações que diziam respeito aos outros, através de observações acaloradas e incessantes. Em dado momento, o irmão que conduzia o animalzinho, quis arrumar a posição do vaso de argila nos braços do companheiro. Com as inquietações de ambos, o vaso escorregou de repente e espatifou-se na estrada. Com o choque, o distraído condutor da corça perde o governo do animal, que foge espantado, abrigando-se numa floresta próxima. O carregador do bolo avança para tentar evitar a fuga, entrando no mato e fazendo o bolo se perder totalmente no chão.
Desapontados e irritados, os três rapazes voltaram para casa, apresentando cada um ao sábio pai a sua queixa e a sua derrota. O sábio, porém, sorriu e explicou-lhes:
- Aproveitem o ensinamento da estrada. Se cada um de vocês estivesse vigilante na própria tarefa, não colheria a amargura do fracasso. O problema mais difícil do mundo é o de cada homem cuidar dos próprios negócios sem intrometer-se nas atividades alheias. Enquanto nos preocupamos com as responsabilidades dos outros, as nossas viverão esquecidas.
(adaptado de texto de autor desconhecido, disponível aqui )
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Amigos na Rede Mundial
Quando dois homens se encontrarem, sejam de povos, sejam de credos, sejam de classes diferentes... que eles possam sempre dar as mãos como amigos! Se as nossas mãos se encontrarem, poderemos fazer com elas, uma corrente para transformar o mundo... E se cada um de nós for uma semente que o vento espalha, esse sonho poderá se tornar realidade um dia!
A Rede Mundial – a Internet – cria a possibilidade de unir pessoas do mundo inteiro! Ternura, sorrisos, lágrimas, esperanças, invadem os "chips" e o "coração" do computador bate mais forte, provando que o homem conseguiu emprestar emoções à máquina. É fascinante a possibilidade que temos de fazer nossas palavras e nossas emoções percorrerem o espaço virtual, levando a cada cantinho a nossa realidade e os nossos sonhos!
É o momento de pensarmos em nossa responsabilidade, fazendo com que siga em cada palavra digitada, a nossa intenção maior de um mundo com mais amor! Assim se faz a Paz!
(autor desconhecido, disponível aqui )
A Rede Mundial – a Internet – cria a possibilidade de unir pessoas do mundo inteiro! Ternura, sorrisos, lágrimas, esperanças, invadem os "chips" e o "coração" do computador bate mais forte, provando que o homem conseguiu emprestar emoções à máquina. É fascinante a possibilidade que temos de fazer nossas palavras e nossas emoções percorrerem o espaço virtual, levando a cada cantinho a nossa realidade e os nossos sonhos!
É o momento de pensarmos em nossa responsabilidade, fazendo com que siga em cada palavra digitada, a nossa intenção maior de um mundo com mais amor! Assim se faz a Paz!
(autor desconhecido, disponível aqui )
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Os pássaros solitários
Do lado de um imenso muro de pedras voava um pássaro, como sempre sozinho, pensando na sua eterna solidão. Do outro lado do mesmo muro outro pássaro também voava e lamentava o seu interminável isolamento. Mas do alto de uma nuvem, bem acima de qualquer muro, dois anjos observavam a cena.
Um dos anjos comentou:
- Veja que maravilha! Que sincronismo de vôo! Isto é o verdadeiro amor.
O outro anjo questionou:
- Será que eles nunca se encontrarão?
O primeiro anjo respondeu:
- É claro que sim. Olhe, lá adiante, o fim do muro. Todo muro tem um fim.
E completou:
- Mas se eles se arriscassem a voar mais alto, acima do muro, poderiam se encontrar hoje mesmo.
(texto de Valmor Vieira, disponível aqui )
Um dos anjos comentou:
- Veja que maravilha! Que sincronismo de vôo! Isto é o verdadeiro amor.
O outro anjo questionou:
- Será que eles nunca se encontrarão?
O primeiro anjo respondeu:
- É claro que sim. Olhe, lá adiante, o fim do muro. Todo muro tem um fim.
E completou:
- Mas se eles se arriscassem a voar mais alto, acima do muro, poderiam se encontrar hoje mesmo.
(texto de Valmor Vieira, disponível aqui )
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Frutos
O ancião estava cuidando da planta com todo o carinho. O jovem aproximou-se e perguntou:
- Que planta é esta que o senhor está cuidando?
- É uma jabuticabeira - respondeu o ancião.
- E ela demora quanto tempo para dar frutos?
- Pelo menos uns quinze anos - informou o ancião.
- E o senhor espera viver tanto tempo assim? - indagou, irônico, o rapaz.
- Não, não creio que viva mais tempo, pois já estou no fim da minha jornada - disse o ancião.
- Então, que vantagem você leva com isso, meu velho?
- Nenhuma, exceto a vantagem de saber que ninguém colheria jabuticabas, se todos pensassem como você.
"Não importa se teremos tempo suficiente para ver mudadas as coisas e pessoas pelas quais lutamos, mas sim, que façamos a nossa parte, de modo que tudo se transforme a seu tempo."
(autor desconhecido; texto disponível aqui )
- Que planta é esta que o senhor está cuidando?
- É uma jabuticabeira - respondeu o ancião.
- E ela demora quanto tempo para dar frutos?
- Pelo menos uns quinze anos - informou o ancião.
- E o senhor espera viver tanto tempo assim? - indagou, irônico, o rapaz.
- Não, não creio que viva mais tempo, pois já estou no fim da minha jornada - disse o ancião.
- Então, que vantagem você leva com isso, meu velho?
- Nenhuma, exceto a vantagem de saber que ninguém colheria jabuticabas, se todos pensassem como você.
"Não importa se teremos tempo suficiente para ver mudadas as coisas e pessoas pelas quais lutamos, mas sim, que façamos a nossa parte, de modo que tudo se transforme a seu tempo."
(autor desconhecido; texto disponível aqui )
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Meu Bendito
Bendito seja você, meu Deus,
Que fez as belas montanhas
E a dança das ondas do mar.
Fez a manhã que nasce linda
E a tarde mansa que desce.
Meu Deus, bendito seja você
Que espalha a vida na terra
E nos dá todo o bem necessário
Para a nossa fome do corpo.
Bendito seja você, meu Deus,
Pela chuva que molha a terra
E a semente que a gente plantou.
É você que prepara
A colheita na roça e das flores,
Faz a fruta nascer.
Meu Deus, bendito seja você
Que espalha a vida na terra!
(autor desconhecido; texto disponível aqui )
Que fez as belas montanhas
E a dança das ondas do mar.
Fez a manhã que nasce linda
E a tarde mansa que desce.
Meu Deus, bendito seja você
Que espalha a vida na terra
E nos dá todo o bem necessário
Para a nossa fome do corpo.
Bendito seja você, meu Deus,
Pela chuva que molha a terra
E a semente que a gente plantou.
É você que prepara
A colheita na roça e das flores,
Faz a fruta nascer.
Meu Deus, bendito seja você
Que espalha a vida na terra!
(autor desconhecido; texto disponível aqui )
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
O que podemos fazer para mudar o mundo?
Comece mudando a si mesmo. Ninguém muda o mundo se não consegue mudar a si mesmo.
Cuide da saúde do planeta. Não desperdice água, não jogue lixo no lugar errado, não maltrate os animais, nem desmate as árvores. Por mais que você não queira, se nascemos no mesmo planeta, compartilhamos com ele os mesmos efeitos e consequências de sua exploração.
Seja responsável: não culpe os outros pelos seus problemas, não seja oportunista, não seja vingativo. Quem tem um pouquinho de bom senso percebe que podemos viver em harmonia, respeitando direitos e deveres.
Acredite em um mundo melhor. Coragem, Honestidade, Sinceridade, Fé, Esperança são virtudes gratuitas que dependem de seu esforço e comprometimento com sua honra e caráter. Não espere recompensas por estas virtudes, tenha-as por consciência de seu papel neste processo.
Tenha humildade, faça o bem, trabalhe. Não tenha medo de errar, com humildade se aprende; fazer o bem atrairá o bem para você mesmo; e trabalhando você valorizará o suor de seu esforço para alcançar seus objetivos.
Busque a verdade, a perfeição, uma posição realista frente aos obstáculos, uma atitude positiva diante da vida.
Defenda, participe, integre-se à luta pacífica pela justiça, paz e amor.
(texto de Rodrigo Bentes Diniz, disponível aqui )
Cuide da saúde do planeta. Não desperdice água, não jogue lixo no lugar errado, não maltrate os animais, nem desmate as árvores. Por mais que você não queira, se nascemos no mesmo planeta, compartilhamos com ele os mesmos efeitos e consequências de sua exploração.
Seja responsável: não culpe os outros pelos seus problemas, não seja oportunista, não seja vingativo. Quem tem um pouquinho de bom senso percebe que podemos viver em harmonia, respeitando direitos e deveres.
Acredite em um mundo melhor. Coragem, Honestidade, Sinceridade, Fé, Esperança são virtudes gratuitas que dependem de seu esforço e comprometimento com sua honra e caráter. Não espere recompensas por estas virtudes, tenha-as por consciência de seu papel neste processo.
Tenha humildade, faça o bem, trabalhe. Não tenha medo de errar, com humildade se aprende; fazer o bem atrairá o bem para você mesmo; e trabalhando você valorizará o suor de seu esforço para alcançar seus objetivos.
Busque a verdade, a perfeição, uma posição realista frente aos obstáculos, uma atitude positiva diante da vida.
Defenda, participe, integre-se à luta pacífica pela justiça, paz e amor.
(texto de Rodrigo Bentes Diniz, disponível aqui )
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Tudo tem sua hora
Tudo tem sua hora. Para cada acontecimento sob o céu existe um tempo determinado: um tempo de nascer e um tempo de morrer; um tempo de plantar e um tempo de colher a planta; um tempo de matar e um tempo de curar; um tempo de derrubar e um tempo de construir; um tempo de chorar e um tempo de rir; um tempo de gemer e um tempo de dançar; um tempo de jogar pedras e um tempo de ajuntar pedras; um tempo de abraçar e um tempo de largar abraço; um tempo de buscar e um tempo de perder; um tempo de guardar e um tempo de jogar fora; um tempo de rasgar e um tempo de costurar; um tempo de se calar e um tempo de falar; um tempo de amar e um tempo de odiar; um tempo de guerra e um tempo de paz.
(texto do livro do Eclesiastes, capítulo 3, versículos de 1 a 8, Bíblia Sagrada, disponível aqui ; também pode ser encontrado na Bíblia On-line da Paulus Editora)
(texto do livro do Eclesiastes, capítulo 3, versículos de 1 a 8, Bíblia Sagrada, disponível aqui ; também pode ser encontrado na Bíblia On-line da Paulus Editora)
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Finados
No dia de Finados não festejamos a morte. Celebramos nossa fé na ressurreição e a esperança do encontro com Deus. No dia de Finados lembramos e agradecemos a Deus a vida de nossos ascendentes, aqueles que nos antecederam. Paramos um minuto. Acendemos uma vela. Proferimos uma oração. Vamos à missa nos cemitérios ou comunidades. Agradecemos a Deus essa cadeia da vida que nos tornou possíveis e viventes. Não somos filhos do nada, nem começamos em nós mesmos. Somos sementes do amor de Deus transmitido por avós, pais e antepassados. Essa cadeia de gerações nos transmitiu vida e fé. A luz que nos iluminou através deles não se apagou com suas mortes. Acendemos velas para lembrar que essa luz segue nos iluminando, em nossos corações. Veneramos seus exemplos e imitamos sua fé. Enfeitamos as sepulturas com flores, símbolo da ressurreição. Na morte a vida não é tirada, mas transformada. Nossa vida é eterna.
(adaptado de texto disponível aqui )
(adaptado de texto disponível aqui )
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Todos os santos
Quem são os santos a quem é dedicado o dia 1º de novembro? São todas as pessoas que viveram em suas vidas os ensinamentos de Jesus de maneira plena. Além de todos os santos que foram canonizados, isto é, reconhecidos pela Igreja, há também muitos outros santos anônimos, que viveram no mundo silenciosamente, carregando com dignidade a sua cruz. Santos são todos os que nos precederam em vida na terra, perseverando na fé em Cristo, seguindo seus mandamentos e vivendo o amor ao próximo. Portanto, são multidões e multidões, porque para Deus não existe maior ou menor santidade. Ele ama todos do mesmo modo. O que vale é o nosso testemunho de fidelidade e amor na fé em seu Filho, o Cristo, e que somente Deus conhece.
Rezemos por todas essas pessoas que souberam viver a vida com amor e dignidade; e por todos nós, para que possamos seguir seus exemplos e também nos tornarmos santos, seguidores de Jesus.
(adaptado de texto disponível aqui )
Rezemos por todas essas pessoas que souberam viver a vida com amor e dignidade; e por todos nós, para que possamos seguir seus exemplos e também nos tornarmos santos, seguidores de Jesus.
(adaptado de texto disponível aqui )
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Amor maior
Numa aldeia vietnamita, um orfanato dirigido por um grupo de missionários, foi atingido por um bombardeio. Os missionários e duas crianças tiveram morte imediata. As restantes ficaram gravemente feridas e, entre elas, uma menina de oito anos, considerada em pior estado. Chamaram ajuda por rádio e depois de algum tempo, um médico e uma enfermeira da Marinha dos EUA chegaram ao local. Teriam que agir rapidamente, senão a menina morreria devido aos traumatismos e à perda de sangue. Era urgente fazer uma transfusão. Após alguns testes rápidos, perceberam que ninguém da equipe possuía o sangue preciso. Reuniram as crianças e entre gesticulações tentavam explicar o que estava acontecendo e que precisariam de um voluntário para doar o sangue. Depois de um silêncio sepulcral, viu-se um braço magrinho levantar-se timidamente. Era um menino chamado Heng, cujo sangue foi testado e confirmado. O menino foi preparado às pressas ao lado da menina agonizante e espetaram-lhe uma agulha na veia. Ele se mantinha quietinho e com o olhar fixo no teto. Passado alguns momentos, ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com a mão que estava livre. O médico lhe perguntou se estava doendo e ele negou. Mas não demorou muito a soluçar de novo, contendo as lágrimas. O médico ficou preocupado e voltou a lhe perguntar, e novamente ele negou. Os soluços ocasionais deram lugar a um choro silencioso mas ininterrupto. Era evidente que alguma coisa estava errada. Foi então que apareceu uma enfermeira vietnamita, vinda de outra aldeia. O médico pediu então que ela procurasse saber o que estava acontecendo com Heng. Com a voz meiga e doce, a enfermeira foi conversando com ele, explicando algumas coisas e o rostinho do menino foi se aliviando. Minutos depois, ele estava novamente tranquilo. A enfermeira então explicou aos americanos:
– Ele pensou que ia morrer. Não tinha entendido direito o que vocês disseram e estava achando que ia ter que dar todo o seu sangue para a menina não morrer.
O médico se aproximou dele e com a ajuda da enfermeira perguntou:
– Mas se era assim, porque então você se ofereceu a doar seu sangue?
E o menino respondeu simplesmente:
– Ela é minha amiga.
(autor desconhecido; texto disponível aqui )
– Ele pensou que ia morrer. Não tinha entendido direito o que vocês disseram e estava achando que ia ter que dar todo o seu sangue para a menina não morrer.
O médico se aproximou dele e com a ajuda da enfermeira perguntou:
– Mas se era assim, porque então você se ofereceu a doar seu sangue?
E o menino respondeu simplesmente:
– Ela é minha amiga.
(autor desconhecido; texto disponível aqui )
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Carroça vazia
Uma das grandes preocupações de nosso pai, quando éramos pequenos, consistia em fazer-nos compreender o quanto a cortesia é importante na vida. Por várias vezes percebi o quanto lhe desagradava o hábito que têm certas pessoas, de interromper a conversa quando alguém está falando. Eu, especialmente, incidia muitas vezes nesse erro. Embora visivelmente aborrecido, ele, entretanto, nunca ralhou comigo por causa disso, o que me surpreendia bastante. Certa manhã, bem cedo, ele me convidou para ir ao bosque a fim de ouvir o cantar dos pássaros. Concordei com grande alegria e lá fomos nós, umedecendo nossos calçados com o orvalho da relva. Ele se deteve em uma clareira e, depois de um pequeno silêncio, me perguntou:
- Você está ouvindo alguma coisa além do canto dos pássaros?
Apurei o ouvido alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo o barulho de uma carroça que deve estar descendo pela estrada.
- Isso mesmo... Disse ele. É uma carroça vazia...
De onde estávamos não era possível ver a estrada e eu perguntei admirado:
- Como pode o senhor saber que está vazia?
- Ora, é muito fácil saber que é uma carroça vazia. Sabe por que?
- Não! - respondi intrigado.
Meu pai pôs a mão no meu ombro e olhou bem no fundo dos meus olhos, explicando:
- Por causa do barulho que faz. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz.
Não disse mais nada, porém deu-me muito em que pensar. Tornei-me adulto e, ainda hoje, quando vejo uma pessoa tagarela e inoportuna, interrompendo intempestivamente a conversa de todo o mundo, ou quando eu mesmo, por distração, vejo-me prestes a fazer o mesmo, imediatamente tenho a impressão e estar ouvindo a voz de meu pai soando na clareira do bosque e me ensinando:
- Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz!
(autor desconhecido; texto disponível aqui )
- Você está ouvindo alguma coisa além do canto dos pássaros?
Apurei o ouvido alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo o barulho de uma carroça que deve estar descendo pela estrada.
- Isso mesmo... Disse ele. É uma carroça vazia...
De onde estávamos não era possível ver a estrada e eu perguntei admirado:
- Como pode o senhor saber que está vazia?
- Ora, é muito fácil saber que é uma carroça vazia. Sabe por que?
- Não! - respondi intrigado.
Meu pai pôs a mão no meu ombro e olhou bem no fundo dos meus olhos, explicando:
- Por causa do barulho que faz. Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz.
Não disse mais nada, porém deu-me muito em que pensar. Tornei-me adulto e, ainda hoje, quando vejo uma pessoa tagarela e inoportuna, interrompendo intempestivamente a conversa de todo o mundo, ou quando eu mesmo, por distração, vejo-me prestes a fazer o mesmo, imediatamente tenho a impressão e estar ouvindo a voz de meu pai soando na clareira do bosque e me ensinando:
- Quanto mais vazia a carroça, maior é o barulho que faz!
(autor desconhecido; texto disponível aqui )
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
Mestre e discípulo
Mestre e discípulo caminhavam pelos desertos da Arábia. O Mestre aproveita cada momento da viagem para ensinar ao discípulo sobre a fé:
– Confie suas coisas a Deus – diz ele. – Deus jamais abandona seus filhos.
De noite ao acamparem, o Mestre pede que o discípulo amarre os cavalos numa rocha próxima.
Ele vai até a rocha, mas lembra dos ensinamentos do Mestre:
– Ele está me testando – pensa. – Devo confiar os cavalos a Deus.
E o discípulo deixa os cavalos soltos. De manhã o discípulo descobre que os animais fugiram. Revoltado procura o Mestre e lhe diz, exaltado:
– Você nada entende sobre Deus. Eu entreguei a Ele a guarda dos cavalos e os animais não estão lá.
O Mestre, tranquilo, responde:
– Deus queria cuidar dos cavalos, mas naquele momento Ele precisava de suas mãos para amarrá-los.
(autor desconhecido; texto disponível aqui )
– Confie suas coisas a Deus – diz ele. – Deus jamais abandona seus filhos.
De noite ao acamparem, o Mestre pede que o discípulo amarre os cavalos numa rocha próxima.
Ele vai até a rocha, mas lembra dos ensinamentos do Mestre:
– Ele está me testando – pensa. – Devo confiar os cavalos a Deus.
E o discípulo deixa os cavalos soltos. De manhã o discípulo descobre que os animais fugiram. Revoltado procura o Mestre e lhe diz, exaltado:
– Você nada entende sobre Deus. Eu entreguei a Ele a guarda dos cavalos e os animais não estão lá.
O Mestre, tranquilo, responde:
– Deus queria cuidar dos cavalos, mas naquele momento Ele precisava de suas mãos para amarrá-los.
(autor desconhecido; texto disponível aqui )
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Trabalho voluntário: o que pode ser feito?
Para começar um trabalho voluntário, é preciso identificar as necessidades da comunidade ou bairro, procurando escolas, organizações ou instituições sociais para se oferecer como voluntário. Veja abaixo algumas sugestões:
Na escola: participar da vida da escola; ajudar alunos com aulas de reforço; organizar mutirões e campanhas de arrecadação de roupas ou alimentos; ser um contador de histórias; promover palestras; ajudar nas gincanas e campeonatos esportivos; organizar a confecção de um jornal escolar.
Na saúde: participar ativamente de campanhas de saúde pública; ajudar nas atividades diversas de hospitais e centros de saúde; doar sangue; incentivar grupos de apoio mútuo; dar apoio domiciliar a doentes ou portadores de deficiência.
No esporte, lazer e cultura: organizar eventos culturais, esportivos e de lazer no seu bairro; ajudar em atividades de manutenção do patrimônio histórico da sua cidade; dar aulas relacionadas a artes e esportes.
No meio ambiente: organizar mutirões de limpeza em espaços públicos; ajudar em projetos de reciclagem no bairro; promover atividades de educação ambiental.
No apoio técnico-administrativo a entidades: ajudar na organização administrativa; desenvolver sistemas de informática; dar assessoria e promover melhorias nas instalações; promover treinamento técnico e administrativo.
(adaptado de texto da Fundação Educar, disponível aqui )
Na escola: participar da vida da escola; ajudar alunos com aulas de reforço; organizar mutirões e campanhas de arrecadação de roupas ou alimentos; ser um contador de histórias; promover palestras; ajudar nas gincanas e campeonatos esportivos; organizar a confecção de um jornal escolar.
Na saúde: participar ativamente de campanhas de saúde pública; ajudar nas atividades diversas de hospitais e centros de saúde; doar sangue; incentivar grupos de apoio mútuo; dar apoio domiciliar a doentes ou portadores de deficiência.
No esporte, lazer e cultura: organizar eventos culturais, esportivos e de lazer no seu bairro; ajudar em atividades de manutenção do patrimônio histórico da sua cidade; dar aulas relacionadas a artes e esportes.
No meio ambiente: organizar mutirões de limpeza em espaços públicos; ajudar em projetos de reciclagem no bairro; promover atividades de educação ambiental.
No apoio técnico-administrativo a entidades: ajudar na organização administrativa; desenvolver sistemas de informática; dar assessoria e promover melhorias nas instalações; promover treinamento técnico e administrativo.
(adaptado de texto da Fundação Educar, disponível aqui )
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Dia Mundial das Missões
O Dia Mundial das Missões é celebrado pela Igreja católica no mundo inteiro, ocasião em que o Papa envia uma mensagem a todos os fiéis. No Brasil, essa celebração acontece no penúltimo domingo de outubro, e é acompanhada de uma coleta pelas obras de evangelização e especialmente pelas necessidades das igrejas mais carentes de todos os países. Celebrar o Dia Mundial das Missões é celebrar a alegria de viver juntos, fraternalmente e sem fronteiras, de sermos todos filhos de Deus, com um real universalismo missionário em colaboração espiritual intensa e generosa ajuda material.
É um olhar universal, aberto a todo o mundo, como aquele de Cristo que abraçava todos os povos e grupos humanos, enquanto ordenava a seus discípulos: “Ide em todo o mundo e pregai o Evangelho”. É o grito de entusiasmo e de esperança para que, “com a confiança que brota da fé” e com a força do Espírito Santo, “protagonista da missão”, todo o batizado se empenhe para que a Boa Nova de Jesus chegue até os confins da terra.
(adaptado de texto das Pontifícias Obras Missionárias (POM), disponível aqui )
É um olhar universal, aberto a todo o mundo, como aquele de Cristo que abraçava todos os povos e grupos humanos, enquanto ordenava a seus discípulos: “Ide em todo o mundo e pregai o Evangelho”. É o grito de entusiasmo e de esperança para que, “com a confiança que brota da fé” e com a força do Espírito Santo, “protagonista da missão”, todo o batizado se empenhe para que a Boa Nova de Jesus chegue até os confins da terra.
(adaptado de texto das Pontifícias Obras Missionárias (POM), disponível aqui )
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Todo mundo tem algum talento
Todo mundo tem algum talento em algum tempo,
Mas às vezes falta um pouco de movimento.
Sai do lugar, levanta daí, o que você sabe fazer
Faz falta por aí.
Se você sabe ler, leia.
Se você sabe cantar, cante.
Se você sabe ensinar, vender, pintar,
curar, pedir, se levante.
Você pode simplesmente conversar com alguém.
Você pode orientar, alimentar também.
Tem alguém pertinho precisando
do que você conhece tão bem!
Então vem, faça parte!
Então vem, faça a sua parte.
Bota a mão na massa,
Não espere, vá e faça também.
Não te custa nada, ajudar é de graça.
Não guarde o seu talento no armário para as traças.
Chega de culpar o mundo, quando no fundo
A solução taí!
(Música “Todo Mundo Tem Algum Talento”, composição de Sergio Valente e PC Bernardes para o Instituto Faça Parte; letra e música disponíveis aqui )
Mas às vezes falta um pouco de movimento.
Sai do lugar, levanta daí, o que você sabe fazer
Faz falta por aí.
Se você sabe ler, leia.
Se você sabe cantar, cante.
Se você sabe ensinar, vender, pintar,
curar, pedir, se levante.
Você pode simplesmente conversar com alguém.
Você pode orientar, alimentar também.
Tem alguém pertinho precisando
do que você conhece tão bem!
Então vem, faça parte!
Então vem, faça a sua parte.
Bota a mão na massa,
Não espere, vá e faça também.
Não te custa nada, ajudar é de graça.
Não guarde o seu talento no armário para as traças.
Chega de culpar o mundo, quando no fundo
A solução taí!
(Música “Todo Mundo Tem Algum Talento”, composição de Sergio Valente e PC Bernardes para o Instituto Faça Parte; letra e música disponíveis aqui )
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Quem decide por mim?
Um rapaz acompanhava um amigo a uma banca de jornais. O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas como retorno recebeu um tratamento rude e grosseiro. Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, o amigo sorriu polidamente e desejou um bom fim de semana ao jornaleiro. Quando os dois amigos desciam pela rua, o rapaz perguntou:
- Ele sempre te trata com tanta grosseria?
- Sim, infelizmente foi sempre assim...
- E você é sempre tão polido e amigável com ele?
- Sim, procuro ser.
- Por que você é tão educado, já que ele é tão agressivo com você?
- Por que não quero que ele decida como eu devo agir.
(autor desconhecido; adaptado de texto disponível aqui )
- Ele sempre te trata com tanta grosseria?
- Sim, infelizmente foi sempre assim...
- E você é sempre tão polido e amigável com ele?
- Sim, procuro ser.
- Por que você é tão educado, já que ele é tão agressivo com você?
- Por que não quero que ele decida como eu devo agir.
(autor desconhecido; adaptado de texto disponível aqui )
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