No último dia 08, Dia do Nascituro, uma frase colocada na Oração do Dia chamou a atenção de todos:
“Caso tenha que escolher entre mim e o bebê, não hesite , – e eu o exijo – escolha o bebê. Salve-o!” (Santa Gianna)
Mas, quem foi Santa Gianna?
Gianna Beretta Molla nasceu em Magenta (Milão, Itália) em 1922. Na infância, aprendeu com seus pais a considerar a vida como um dom maravilhoso de Deus. Formou-se médica pediatra e sempre deu especial atenção às mães e crianças mais pobres. Questionando-se sobre sua vocação, optou pela vocação matrimonial, casando-se com o engenheiro Pietro Molla, em 1955. Em 1959, já era mãe de 3 filhos: Pierluigi (1956), Mariolina (1957) e Laura (1959). Em 1961, no final do segundo mês de sua quarta gestação, foi descoberto um fibroma em seu útero. Três opções lhe foram apresentadas: retirar o útero doente, o que ocasionaria a morte da criança; abortar o feto; ou a mais arriscada, submeter-se a uma cirurgia de risco e preservar a gravidez. Escolheu a última e, com o sucesso da cirurgia, passou os últimos sete meses de gravidez com admirável força de espírito e com a mesma dedicação de mãe e de médica. Alguns dias antes do parto, sabendo dos riscos que corria, demonstrou-se pronta a sacrificar sua vida para salvar a do filho: "Se deveis decidir entre mim e o filho, nenhuma hesitação: escolhei – e isto o exijo – a criança. Salvai-a!" Sua filha, Gianna Emanuela, nasceu na manhã do dia 21 de abril de 1962. A mãe teve a filha nos braços apenas por breves instantes. Apesar dos esforços para salvar a vida de ambas, na manhã de 28 de abril, em meio a atrozes dores, a mãe Gianna morreu santamente. Tinha 39 anos. Seus funerais transformaram-se em grande manifestação popular de comoção, de fé e de oração. No dia 16 de maio de 2004, o Papa João Paulo II declarou santa a médica italiana Gianna Beretta Molla (1922-1962), que deu a vida por sua filha, preferindo morrer a praticar um aborto.
(adaptado de texto disponível aqui )
terça-feira, 20 de outubro de 2009
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Dia Mundial das Missões (Mês Missionário 03)
No último domingo, a Igreja celebrou o Dia Mundial das Missões. O papa Bento XVI enviou uma mensagem especial a todos os cristãos católicos, destacando a importância das missões na caminhada da Igreja. Ele lembrou que “o objetivo da Missão da Igreja é iluminar com a luz do Evangelho todos os povos em seu caminho para Deus na história, a fim de que n’Ele encontrem a sua plena realização”. Destacou que “a Igreja não age para ampliar o seu poder ou reforçar o seu domínio, mas para levar a todos Cristo, salvação do mundo”. “A Missão da Igreja é ‘contagiar’ de esperança todos os povos, chamar todos os povos à salvação realizada por Deus por meio de seu Filho encarnado. É necessário, portanto, renovar o compromisso de anunciar o Evangelho, que é fermento de liberdade e progresso, fraternidade, união e paz.” Portanto, a Igreja tem como objetivo fundamental transformar o mundo com a proclamação do Evangelho do amor.
(adaptado de mensagem elaborada pelas Pontifícias Obras Missionárias, disponível aqui )
(adaptado de mensagem elaborada pelas Pontifícias Obras Missionárias, disponível aqui )
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
A missão do professor
Professor(a), amanhã comemoramos o seu dia. Mas essa lembrança não se reduz apenas a um dia, porque você passa pela vida das pessoas fazendo o bem como “a flauta, através da qual, o murmúrio das horas, se transforma em melodia”. Esse apoio muitas vezes chega através de uma palavra. Outras vezes, pela escuta. Ou ainda no acolhimento silencioso e – porque não? – em forma de uma prece, do seu coração. Prossiga no ideal, sem olhar para trás, contemplando o bem que realizou. Só assim você terá a certeza de que sua gratuidade e doação fizeram muitas pessoas alçarem o vôo para a liberdade. Parabéns, professor, não só por este dia, mas por toda a sua dedicação, pois em muitas manhãs, tardes e noites você já não conheceu a palavra descanso, dando sempre o melhor de si. Obrigado por tudo!
(texto de Celina Helena Weschenfelder, disponível aqui )
(texto de Celina Helena Weschenfelder, disponível aqui )
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Você, criança!
Você criança, que vive a correr, é a promessa que vai acontecer, é a esperança do que poderíamos ser, é a inocência que deveríamos ter. Você criança, de qualquer idade, vivendo entre o sonho e a realidade, espalham pelas ruas da cidade suas lições de amor e de simplicidade! Criança que brinca, corre, pula e grita, mostra ao mundo como se deve viver cada momento: feliz, como quem acredita em um mundo melhor que ainda vai haver! Você é como um raio de luz a iluminar os nossos caminhos, assemelhando-se ao Menino Jesus, encanta-nos com todo teu carinho!
Você é a criança que um dia vai crescer! É a promessa que vai se realizar!
É a esperança da humanidade se entender! É a realidade que o adulto precisa ver... e também aprender a ser.
(autor desconhecido; texto disponível aqui )
Você é a criança que um dia vai crescer! É a promessa que vai se realizar!
É a esperança da humanidade se entender! É a realidade que o adulto precisa ver... e também aprender a ser.
(autor desconhecido; texto disponível aqui )
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil
Na próxima segunda-feira, dia 12 de outubro, comemoramos o Dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. Você sabe por que ela ganhou esse nome? Foi nesse mesmo dia, em 1717, que os pescadores Domingos Martins García, João Alves e Filipe Pedroso encontraram a imagem. Eles pescavam no rio Paraíba, ou melhor, tentavam pescar, pois toda vez que jogavam a rede, ela voltava vazia. Até que a rede lhes trouxe a imagem de uma santa, sem a cabeça. Jogando a rede uma vez mais, um pouco abaixo no rio, pescaram desta vez a cabeça que faltava à imagem e as redes, até então vazias, passaram a voltar ao barco repletas de peixes. Eles limparam a imagem apanhada no rio e notaram que se tratava da imagem de Nossa Senhora da Conceição, de cor escura.
Durante os 15 anos seguintes, a imagem permaneceu com a família de um dos pescadores e passou a ser alvo das orações de toda a comunidade. A devoção cresceu à medida que a fama dos milagres realizados pela santa se espalhava. Com o passar do tempo a imagem foi sendo chamada pelo povo de Senhora da Conceição Aparecida e depois, simplesmente, Aparecida, que deu origem à cidade de mesmo nome. Foi necessária a construção de uma capela, depois de uma igreja e, mais recentemente, de uma grande basílica que recebe um grande número de fiéis todos os anos, que vão a Aparecida para pedir e agradecer a Nossa Senhora.
É bom lembrar que nós louvamos, porém não adoramos Maria. Nós a louvamos porque é Mãe de Deus, porque respondeu sim, não em favor próprio, mas em benefício de todas as pessoas. Maria não é “deusa” e, portanto, Maria não salva a ninguém. Mas ela é intercessora, medianeira, advogada nossa junto de Deus.
“Consagrar-se a Maria significa deixar-se ajudar pelo seu exemplo e pela sua intercessão, para encontrar o verdadeiro sentido da vida cristã determinado pelo batismo. Como poderíamos viver o nosso batismo sem contemplar Maria, a bendita entre todas as mulheres, que tão bem recebe o dom de Deus?” (Papa João Paulo II).
Durante os 15 anos seguintes, a imagem permaneceu com a família de um dos pescadores e passou a ser alvo das orações de toda a comunidade. A devoção cresceu à medida que a fama dos milagres realizados pela santa se espalhava. Com o passar do tempo a imagem foi sendo chamada pelo povo de Senhora da Conceição Aparecida e depois, simplesmente, Aparecida, que deu origem à cidade de mesmo nome. Foi necessária a construção de uma capela, depois de uma igreja e, mais recentemente, de uma grande basílica que recebe um grande número de fiéis todos os anos, que vão a Aparecida para pedir e agradecer a Nossa Senhora.
É bom lembrar que nós louvamos, porém não adoramos Maria. Nós a louvamos porque é Mãe de Deus, porque respondeu sim, não em favor próprio, mas em benefício de todas as pessoas. Maria não é “deusa” e, portanto, Maria não salva a ninguém. Mas ela é intercessora, medianeira, advogada nossa junto de Deus.
“Consagrar-se a Maria significa deixar-se ajudar pelo seu exemplo e pela sua intercessão, para encontrar o verdadeiro sentido da vida cristã determinado pelo batismo. Como poderíamos viver o nosso batismo sem contemplar Maria, a bendita entre todas as mulheres, que tão bem recebe o dom de Deus?” (Papa João Paulo II).
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Dia do Nascituro (Semana Nacional da Vida 04)
Hoje encerramos a Semana Nacional da Vida, celebrando o Dia do Nascituro. Mas quem é o Nascituro? É o ser humano já concebido que se encontra no ventre materno. Portanto, ainda não veio à luz, mas espera-se que nasça dentro de um futuro próximo. Este ser humano possui o direito de ser respeitado na sua integridade e dignidade como a de qualquer pessoa já nascida.
“Caso tenha que escolher entre mim e o bebê, não hesite, -- e eu o exijo -- escolha o bebê. Salve-o!” (Santa Gianna)
“Temos medo da guerra nuclear e dessa nova enfermidade que chamamos Aids, mas matar crianças inocentes não nos assusta.” (Madre Teresa de Calcutá)
(texto adaptado de folder elaborado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), disponível aqui )
“Caso tenha que escolher entre mim e o bebê, não hesite, -- e eu o exijo -- escolha o bebê. Salve-o!” (Santa Gianna)
“Temos medo da guerra nuclear e dessa nova enfermidade que chamamos Aids, mas matar crianças inocentes não nos assusta.” (Madre Teresa de Calcutá)
(texto adaptado de folder elaborado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), disponível aqui )
Oração
Nós vos louvamos, Senhor, Deus da Vida. Bendito sejais, porque nos criastes por amor. Vossas mãos nos modelaram desde o ventre materno. Nós vos agradecemos pelos nossos pais, famílias e todas as pessoas que cuidam da vida humana desde o seu início até o fim. Em Vós somos, vivemos e existimos. Abençoai todos e todas que zelam pela vida humana e a promovem. Abençoai as gestantes e todos os profissionais da saúde. Dai às pessoas e às famílias o pão de cada dia, a luz da fé e o amor fraterno. Abençoai nossos nascituros, nossas crianças, nossos jovens, nossos adultos e nossos idosos, para que tenham vida plena em Jesus, que ofereceu sua vida em favor de todos. Amém.
(texto de Dom Orlando Brandes, Arcebispo de Londrina, Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, da CNBB, disponível aqui )
(texto de Dom Orlando Brandes, Arcebispo de Londrina, Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, da CNBB, disponível aqui )
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Amor e vida (Semana Nacional da Vida 03)
A família reclama o acolhimento alegre e responsável da vida que nasce, o respeito e a defesa de cada existência humana, o cuidado por quem sofre ou passa necessidade, a solidariedade com os idosos, os doentes, os deficientes, a qualidade de vida, a responsabilidade com a segurança pública, a segurança na estrada e no trabalho.
Com este tema, a Igreja no Brasil faz um forte apelo para que a “Semana Nacional da Vida” seja um espaço privilegiado para anunciar, debater e esclarecer as pessoas sobre a grandeza e o valor da vida e contribuir, a fim de que a família seja reconhecida e vivida como lugar de realização humana, a mais intensa possível na experiência de paternidade, de maternidade e filiação.
“É fácil amar os que estão longe. Mas nem sempre é fácil amar os que vivem ao nosso lado.” (Madre Teresa de Calcutá)
“O amor é a fruta da época de todas as estações e está ao alcance de cada mão. Qualquer um pode colhê-lo, sem limites estabelecidos.” (Madre Teresa de Calcutá)
(texto adaptado de folder elaborado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), disponível aqui )
Com este tema, a Igreja no Brasil faz um forte apelo para que a “Semana Nacional da Vida” seja um espaço privilegiado para anunciar, debater e esclarecer as pessoas sobre a grandeza e o valor da vida e contribuir, a fim de que a família seja reconhecida e vivida como lugar de realização humana, a mais intensa possível na experiência de paternidade, de maternidade e filiação.
“É fácil amar os que estão longe. Mas nem sempre é fácil amar os que vivem ao nosso lado.” (Madre Teresa de Calcutá)
“O amor é a fruta da época de todas as estações e está ao alcance de cada mão. Qualquer um pode colhê-lo, sem limites estabelecidos.” (Madre Teresa de Calcutá)
(texto adaptado de folder elaborado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), disponível aqui )
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Missionário, mediador da paz (Mês Missionário 02)
É um momento difícil para o padre Angel Calvo, missionário claretiano em Zamboanga, no sul da Filipinas. Durante muitos anos colaborou para as negociações da libertação de pessoas sequestradas pelos rebeldes e milicianos. Desta vez ele negocia a libertação de uma amiga, Esperancita Hupita, voluntária da associação cristão-muçulmana Nagbilaab para o desenvolvimento e a paz, que o missionário ajudou a fundar na Ilha de Basilan. Esperancita foi capturada juntamente com Milet Mendoza, voluntária do Christian Children’s Fund, no dia 15 de setembro, por um grupo armado não identificado. Desde então, o padre Calvo mexe seus pauzinhos, a fim de conseguir um contato com os sequestradores.
“Ser mediador é uma parte inseparável da vida de um missionário”, afirma o religioso, há 33 anos nas Filipinas, que se tornaram o seu segundo lar, mesmo sem esquecer a “linda Valladolid”, cidade da Espanha em que nasceu.
“A Missão é sempre uma missão de paz, de reconciliação, para curar as feridas deixadas pela guerra, pelo ódio e preconceito. Todo dia trabalhamos para construir uma nova cultura de paz e fraternidade, que na nossa experiência dizemos que é cristã, mas que está na base também de outras crenças.”
Zamboanga é uma das áreas mais sensíveis do arquipélago. Nela vivem juntos cristãos, muçulmanos e tribais, imprensados no meio do conflito entre o governo central e as várias facções de rebeldes muçulmanos e comunistas.
“O diálogo é a condição fundamental para a Missão na Ásia: o diálogo com os pobres, com as diferentes culturas, com as outras religiões, numa verdadeira dimensão de participação e respeito.”
Nas Filipinas o nome do missionário espanhol está ligado a dezenas de iniciativas para a paz e estreita cooperação entre cristãos e muçulmanos, incluindo o Movimento Inter-Religioso pela Paz, organização de grupos católicos, protestantes, muçulmanos e indígenas, da qual ele é o presidente. “Nestes dias do Ramadã, os membros islâmicos do grupo foram bastante ativos, convidando os cristãos a participar dos momentos do encerramento do jejum: um ato espiritual, no qual, após se purificar com o jejum, agradecem a Deus pela sua misericórdia”, afirma o religioso. É este forte entrosamento com a sociedade, fruto de anos de trabalho em comum, que sustenta a esperança de encontrar, também desta vez, o caminho para chegar aos sequestradores de Esperancita e Milet e obter sua libertação. (Misna, 28 de setembro de 2008)
(adaptado do folder “Celebrações Missionárias 2009”, elaborado pelas Pontifícias Obras Missionárias, disponível aqui )
“Ser mediador é uma parte inseparável da vida de um missionário”, afirma o religioso, há 33 anos nas Filipinas, que se tornaram o seu segundo lar, mesmo sem esquecer a “linda Valladolid”, cidade da Espanha em que nasceu.
“A Missão é sempre uma missão de paz, de reconciliação, para curar as feridas deixadas pela guerra, pelo ódio e preconceito. Todo dia trabalhamos para construir uma nova cultura de paz e fraternidade, que na nossa experiência dizemos que é cristã, mas que está na base também de outras crenças.”
Zamboanga é uma das áreas mais sensíveis do arquipélago. Nela vivem juntos cristãos, muçulmanos e tribais, imprensados no meio do conflito entre o governo central e as várias facções de rebeldes muçulmanos e comunistas.
“O diálogo é a condição fundamental para a Missão na Ásia: o diálogo com os pobres, com as diferentes culturas, com as outras religiões, numa verdadeira dimensão de participação e respeito.”
Nas Filipinas o nome do missionário espanhol está ligado a dezenas de iniciativas para a paz e estreita cooperação entre cristãos e muçulmanos, incluindo o Movimento Inter-Religioso pela Paz, organização de grupos católicos, protestantes, muçulmanos e indígenas, da qual ele é o presidente. “Nestes dias do Ramadã, os membros islâmicos do grupo foram bastante ativos, convidando os cristãos a participar dos momentos do encerramento do jejum: um ato espiritual, no qual, após se purificar com o jejum, agradecem a Deus pela sua misericórdia”, afirma o religioso. É este forte entrosamento com a sociedade, fruto de anos de trabalho em comum, que sustenta a esperança de encontrar, também desta vez, o caminho para chegar aos sequestradores de Esperancita e Milet e obter sua libertação. (Misna, 28 de setembro de 2008)
(adaptado do folder “Celebrações Missionárias 2009”, elaborado pelas Pontifícias Obras Missionárias, disponível aqui )
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Por que a vida é um bem? (Semana Nacional da Vida 02)
No homem, criado à imagem e semelhança de Deus, reflete-se, em cada fase da sua existência, “o rosto do seu Filho Unigênito... Este amor ilimitado e quase incompreensível de Deus pelo homem revela até que ponto a pessoa humana seja digna de ser amada por si mesma, independentemente de qualquer outra consideração: inteligência, beleza, saúde, juventude, integridade, etc. Numa palavra, a vida humana é sempre um bem, porque “ela é, no mundo, manifestação de Deus, sinal da sua presença, vestígio da sua glória” (EV 34; DP 8).
“O homem é chamado a uma plenitude de vida que se estende muito para além das dimensões da sua existência terrena, porque consiste na participação da própria vida de Deus. (...) O Evangelho do amor de Deus pelo homem, o Evangelho da dignidade da pessoa e o Evangelho da vida são um único e indivisível Evangelho.” (EV 2)
(texto adaptado de folder elaborado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), disponível aqui )
“O homem é chamado a uma plenitude de vida que se estende muito para além das dimensões da sua existência terrena, porque consiste na participação da própria vida de Deus. (...) O Evangelho do amor de Deus pelo homem, o Evangelho da dignidade da pessoa e o Evangelho da vida são um único e indivisível Evangelho.” (EV 2)
(texto adaptado de folder elaborado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), disponível aqui )
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Semana Nacional da Vida
A Semana Nacional da Vida, instituída pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) em 2005, ocorre todo ano entre os dias 1 e 8 de outubro. Ela quer ser um convite, um grito, uma proposta em favor da vida, que deve ser a prioridade das prioridades. A opção pela vida e pelos caminhos da vida nos torna promotores da cultura da vida e profetas defensores da vida desde a fecundação até o seu fim natural. Longe de nós, aborto, eutanásia, violência, depredação do meio ambiente e cultura da morte. O reino de Deus é o reino da vida. O Evangelho de Jesus de Nazaré é o Evangelho da Vida e a missão cristã é estar a serviço da vida. Jesus Cristo faz a vida ser bela, grande, livre e eterna. O papa Bento XVI define a vida como o “capital mais precioso da humanidade”.
Há muitos inimigos da vida, como por exemplo, a mentalidade abortista e anti-natalista, a fome, o suicídio, o alcoolismo, as drogas, as epidemias, o cigarro, o stress, a pobreza. Quem suprime a vida perde o sentido do bem, e a sensibilidade pessoal e social.
A Semana Nacional da Vida é um grito em favor das gestantes, da adoção de crianças e adultos, da doação de sangue e de órgãos. Os mandamentos do motorista querem defender a vida no trânsito. “Escolhe pois a vida” (Dt 30,19). Proclamamos a necessidade da “ecologia humana”. Não podemos defender e cuidar de ovos de tartaruga, dedicar amor aos animais e destruir embriões humanos. Tanto a defesa do meio ambiente como a defesa da vida no útero materno exigem uma revisão do estilo de vida que levamos e uma mudança de mentalidade.
(adaptado de texto de dom Orlando Brandes, bispo católico, disponível aqui )
Há muitos inimigos da vida, como por exemplo, a mentalidade abortista e anti-natalista, a fome, o suicídio, o alcoolismo, as drogas, as epidemias, o cigarro, o stress, a pobreza. Quem suprime a vida perde o sentido do bem, e a sensibilidade pessoal e social.
A Semana Nacional da Vida é um grito em favor das gestantes, da adoção de crianças e adultos, da doação de sangue e de órgãos. Os mandamentos do motorista querem defender a vida no trânsito. “Escolhe pois a vida” (Dt 30,19). Proclamamos a necessidade da “ecologia humana”. Não podemos defender e cuidar de ovos de tartaruga, dedicar amor aos animais e destruir embriões humanos. Tanto a defesa do meio ambiente como a defesa da vida no útero materno exigem uma revisão do estilo de vida que levamos e uma mudança de mentalidade.
(adaptado de texto de dom Orlando Brandes, bispo católico, disponível aqui )
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Mês Missionário
Outubro é, para a Igreja Católica no mundo, o período no qual são intensificadas as iniciativas de informação, formação e cooperação em prol da missão universal. O objetivo é despertar a consciência e a vida missionária cristã, e as vocações missionárias. A ação missionária é essencial para a comunidade cristã. Pelo batismo, o cristão é chamado a se reunir, em comunhão, ao redor de Cristo e participar da sua missão, com o testemunho de vida e o anúncio do Evangelho. É convocado a ajudar na criação e na animação das igrejas locais, no esforço para inculturar o Evangelho nas diferentes realidades, a promover o diálogo inter-religioso, a se aproximar dos mais necessitados e a prestar um serviço concreto de caridade. É no coração da humanidade que somos chamados a viver missionariamente o nosso batismo, pois dificilmente encontraremos outro caminho para viver este sacramento, a não ser pelas estradas missionárias, que nos levam a participar de maneira profunda e explícita da natureza da Igreja. Pois a Igreja é por natureza missionária. Dom Pedro Casaldáliga, numa poesia orante, diz: “se sou batizado, sou missionário, se não sou missionário, não sou cristão”.
E você? Está assumindo seu compromisso de cristão missionário? Está testemunhando a Boa Nova de Jesus Cristo em sua família, na escola, na ajuda aos mais necessitados, no trabalho voluntário?
(adaptado de texto de padre Altevir da Silva, disponível aqui e de texto da Revista Família Cristã, disponível aqui )
E você? Está assumindo seu compromisso de cristão missionário? Está testemunhando a Boa Nova de Jesus Cristo em sua família, na escola, na ajuda aos mais necessitados, no trabalho voluntário?
(adaptado de texto de padre Altevir da Silva, disponível aqui e de texto da Revista Família Cristã, disponível aqui )
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Paz profunda
Havia um rei que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de captar em uma pintura a paz profunda.
Muitos artistas apresentaram suas telas. O Rei observou e admirou todas as pinturas, mas houve apenas duas de que ele realmente gostou e teve de escolher entre ambas.
A primeira era um lago muito tranqüilo. Este lago era um espelho perfeito onde se refletiam plácidas montanhas que o rodeavam. Sobre elas encontrava-se um paraíso muito azul com tênues nuvens brancas. Todos os que olharam para esta pintura pensaram que ela refletia a paz profunda.
A segunda pintura também tinha montanhas. Mas estas eram escabrosas e estavam despidas de vegetação. Sobre elas havia um paraíso tempestuoso do qual se precipitava um forte aguaceiro com relâmpagos e trovões. Montanha abaixo parecia retumbar uma espumosa torrente de água. Tudo isto se revelava nada pacífico.
Mas, quando o rei observou mais atentamente, reparou que atrás da cascata havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Neste arbusto encontrava-se um ninho. Ali, em meio ao ruído da violenta turbulência da água, estava um passarinho placidamente sentado no seu ninho... em profunda paz!
O rei escolheu a segunda tela e explicou:
- Paz profunda não significa estar em um lugar sem ruídos, sem problemas, sem trabalho árduo para realizar ou livre das dores e das tentações deste mundo. Paz profunda significa que, apesar de se estarmos em meio a tudo isso, permanecemos calmos e confiantes no santuário sagrado do nosso coração. Lá encontraremos a verdadeira paz profunda. Em silenciosa meditação.
(autor desconhecido; texto disponível aqui )
Muitos artistas apresentaram suas telas. O Rei observou e admirou todas as pinturas, mas houve apenas duas de que ele realmente gostou e teve de escolher entre ambas.
A primeira era um lago muito tranqüilo. Este lago era um espelho perfeito onde se refletiam plácidas montanhas que o rodeavam. Sobre elas encontrava-se um paraíso muito azul com tênues nuvens brancas. Todos os que olharam para esta pintura pensaram que ela refletia a paz profunda.
A segunda pintura também tinha montanhas. Mas estas eram escabrosas e estavam despidas de vegetação. Sobre elas havia um paraíso tempestuoso do qual se precipitava um forte aguaceiro com relâmpagos e trovões. Montanha abaixo parecia retumbar uma espumosa torrente de água. Tudo isto se revelava nada pacífico.
Mas, quando o rei observou mais atentamente, reparou que atrás da cascata havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Neste arbusto encontrava-se um ninho. Ali, em meio ao ruído da violenta turbulência da água, estava um passarinho placidamente sentado no seu ninho... em profunda paz!
O rei escolheu a segunda tela e explicou:
- Paz profunda não significa estar em um lugar sem ruídos, sem problemas, sem trabalho árduo para realizar ou livre das dores e das tentações deste mundo. Paz profunda significa que, apesar de se estarmos em meio a tudo isso, permanecemos calmos e confiantes no santuário sagrado do nosso coração. Lá encontraremos a verdadeira paz profunda. Em silenciosa meditação.
(autor desconhecido; texto disponível aqui )
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Um dia chegou um homem
Um dia, chegou um homem.
Tinha calor na voz, encanto nas palavras
e fascínio na mensagem.
Um dia, chegou um homem.
Havia alegria nos seus olhos,
liberdade nos seus gestos
e um futuro no seu destino.
Um dia, chegou um homem.
Havia esperança nas suas obras,
força no seu caráter
e lealdade no seu coração.
Um dia, chegou um homem.
Havia amor nos seus gestos,
bondade nos seus olhares
e misericórdia nas suas opções.
Um dia, chegou um homem.
Havia um Pai nas suas orações,
um confidente nas ansiedades
e um Deus no seu grito.
Um dia, chegou um homem.
Havia gênio nas suas obras,
fidelidade no seu coração
e um sentido na sua morte.
Um dia, chegou um homem.
Havia um tesouro no seu céu,
uma vida na sua morte
e uma ressurreição... na sua tumba.
(texto de A. Albrecht, disponível aqui )
Tinha calor na voz, encanto nas palavras
e fascínio na mensagem.
Um dia, chegou um homem.
Havia alegria nos seus olhos,
liberdade nos seus gestos
e um futuro no seu destino.
Um dia, chegou um homem.
Havia esperança nas suas obras,
força no seu caráter
e lealdade no seu coração.
Um dia, chegou um homem.
Havia amor nos seus gestos,
bondade nos seus olhares
e misericórdia nas suas opções.
Um dia, chegou um homem.
Havia um Pai nas suas orações,
um confidente nas ansiedades
e um Deus no seu grito.
Um dia, chegou um homem.
Havia gênio nas suas obras,
fidelidade no seu coração
e um sentido na sua morte.
Um dia, chegou um homem.
Havia um tesouro no seu céu,
uma vida na sua morte
e uma ressurreição... na sua tumba.
(texto de A. Albrecht, disponível aqui )
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Ouse
Não se permita estreitar horizontes.
Para unir forças, construa pontes,
ouse voar pelo céu com as asas do coração.
Não abandone ou desperdice sonhos inocentes.
Ouse vencer desafios, ser um campeão.
É preciso ter coragem, embarcando nessa mania.
Jovem, dos seus sonhos jamais abra mão.
Não se deixe enganar, não se iluda.
Ao escalar a montanha, peça ajuda.
Ouse encontrar a resposta que o fará sorrir.
Caminhe confiante, de cabeça erguida.
Cruze fronteiras em defesa da vida.
Ouse superar seus limites e jamais desistir.
É preciso ter garra e coragem,
embarcando nessa mania.
Jovem, lute confiante: você vai conseguir!
Ouse escalar as montanhas,
inovando seus ideais.
Ouse realizar suas façanhas,
levando a tocha da paz.
Ouse derramar seu suor, lutar por dias melhores.
Jovem, Deus está com você!
Acredite! Você é capaz!
(texto de Luizinho Bastos, disponível aqui )
Para unir forças, construa pontes,
ouse voar pelo céu com as asas do coração.
Não abandone ou desperdice sonhos inocentes.
Ouse vencer desafios, ser um campeão.
É preciso ter coragem, embarcando nessa mania.
Jovem, dos seus sonhos jamais abra mão.
Não se deixe enganar, não se iluda.
Ao escalar a montanha, peça ajuda.
Ouse encontrar a resposta que o fará sorrir.
Caminhe confiante, de cabeça erguida.
Cruze fronteiras em defesa da vida.
Ouse superar seus limites e jamais desistir.
É preciso ter garra e coragem,
embarcando nessa mania.
Jovem, lute confiante: você vai conseguir!
Ouse escalar as montanhas,
inovando seus ideais.
Ouse realizar suas façanhas,
levando a tocha da paz.
Ouse derramar seu suor, lutar por dias melhores.
Jovem, Deus está com você!
Acredite! Você é capaz!
(texto de Luizinho Bastos, disponível aqui )
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Amor-solidariedade (Mês da Bíblia 07)
Andréia acompanhou, por vários anos, o sofrimento de seu irmão Fred na cadeia. Depois da morte trágica de seu irmão, ela resolveu transformar sua tristeza em energia. Teve a ideia de oferecer oficinas de tapeçaria em penitenciárias. O objetivo era resgatar a dignidade e auto-estima dessas pessoas. Motivada pelo amor de Deus, cria então, em Contagem, Minas Gerais, o projeto Fred, em memória de seu irmão. Hoje, o projeto não só atende detentos, mas comunidades carentes, soropositivos e desenvolve oficinas de danças para adolescentes em risco social, na região da grande Belo Horizonte. Mais de 3.000 famílias já foram beneficiadas com este projeto.
A motivação de Andréia para desenvolver o projeto FRED foi o amor de Deus. O amor nos une, nos congrega, nos motiva, nos encanta e nos apaixona para ações solidárias. Por isso mesmo Deus é AMOR. Sua Palavra é criadora, quebra o silêncio do nada, do indiferentismo, do comodismo, do individualismo. Sua Palavra tem um rosto que é Jesus misericordioso, cheio de compaixão e atitudes para com os excluídos.
No final da carta aos filipenses, Paulo insiste no testemunho do amor, manifestado na convivência fraterna, num relacionamento descontraído entre as pessoas. Insiste que não haja inimizades na comunidade. Deixa claro que a alegria da fé não é alguma coisa que circule só dentro da comunidade. Alegria é partilhar a paz, a concórdia com os outros. Ela vem de Deus e se torna solidariedade com as pessoas, gera a ternura do acolhimento, percebido através dos gestos e atitudes. “Seja a vossa amabilidade conhecida por todos” (Fl 4, 5). Isto torna a vida cristã mais verdadeira, justa, acreditável, digna de respeito.
Paulo ficou sensibilizado com a ajuda que a comunidade dos filipenses lhe havia enviado. Embora ele diga que tinha aprendido a viver na necessidade e na abundância, sente, na ajuda recebida, a participação solidária no trabalho missionário. Ser cristão exige um modo solidário de viver. A solidariedade dá sentido à nossa vida. Faz de nossa vida uma alegria e uma doação permanentes.
(adaptado de texto elaborado pelo Movimento da Boa Nova, disponível aqui )
A motivação de Andréia para desenvolver o projeto FRED foi o amor de Deus. O amor nos une, nos congrega, nos motiva, nos encanta e nos apaixona para ações solidárias. Por isso mesmo Deus é AMOR. Sua Palavra é criadora, quebra o silêncio do nada, do indiferentismo, do comodismo, do individualismo. Sua Palavra tem um rosto que é Jesus misericordioso, cheio de compaixão e atitudes para com os excluídos.
No final da carta aos filipenses, Paulo insiste no testemunho do amor, manifestado na convivência fraterna, num relacionamento descontraído entre as pessoas. Insiste que não haja inimizades na comunidade. Deixa claro que a alegria da fé não é alguma coisa que circule só dentro da comunidade. Alegria é partilhar a paz, a concórdia com os outros. Ela vem de Deus e se torna solidariedade com as pessoas, gera a ternura do acolhimento, percebido através dos gestos e atitudes. “Seja a vossa amabilidade conhecida por todos” (Fl 4, 5). Isto torna a vida cristã mais verdadeira, justa, acreditável, digna de respeito.
Paulo ficou sensibilizado com a ajuda que a comunidade dos filipenses lhe havia enviado. Embora ele diga que tinha aprendido a viver na necessidade e na abundância, sente, na ajuda recebida, a participação solidária no trabalho missionário. Ser cristão exige um modo solidário de viver. A solidariedade dá sentido à nossa vida. Faz de nossa vida uma alegria e uma doação permanentes.
(adaptado de texto elaborado pelo Movimento da Boa Nova, disponível aqui )
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Padre Luís Caburlotto e o Ano Sacerdotal
Com a celebração do Ano Sacerdotal, a Igreja quer dizer que se orgulha de seus sacerdotes, os ama, os venera, os admira e reconhece com gratidão seu trabalho pastoral e seu testemunho de vida. Realmente, os sacerdotes são importantes não só pelo que fazem, mas também pelo que são. Ao mesmo tempo, é verdade que alguns deles apareceram envolvidos em problemas graves e situações delituosas. Obviamente, é preciso continuar a investigá-los, julgá-los devidamente e puni-los. Estes casos, contudo, dizem respeito somente a uma porcentagem muito pequena do clero. Na sua imensa maioria, os sacerdotes são pessoas muito dignas, dedicadas ao ministério, homens de oração e de caridade pastoral, que investem toda sua vida na realização de sua vocação e missão, muitas vezes com grandes sacrifícios pessoais, mas sempre com amor autêntico a Jesus Cristo, à Igreja e ao povo, solidários com os pobres e os sofridos. Por isso, a Igreja está orgulhosa de seus sacerdotes em todo o mundo.
Este Ano Sacerdotal deve ser um ano de oração dos sacerdotes, com eles e por eles, um ano de renovação da espiritualidade do presbitério e de cada presbítero.
(adaptado de texto do Cardeal Dom Cláudio Hummes, disponível aqui )
Hoje comemoramos 167 anos de ordenação sacerdotal de padre Luís Caburlotto, fundador do Instituto das Filhas de São José. Ele foi um sacerdote que viveu intensamente o chamado de Cristo para servir seu povo. Atento às dificuldades da população de seu país, acolheu as crianças que passavam por necessidades – especialmente as meninas órfãs – e criou um instituto de religiosas para a educação das crianças e sua inserção na sociedade.
Padre Luís foi, acima de tudo, uma pessoa que soube ouvir. Ouvir os problemas das pessoas, ouvir as necessidades do povo, ouvir o chamado de Deus.
Rezemos por todos os sacerdotes, para que estejam de ouvidos abertos e disponíveis para o serviço ao Povo de Deus. E que possam ver em padre Luís Caburlotto um exemplo de vida a ser seguido.
Este Ano Sacerdotal deve ser um ano de oração dos sacerdotes, com eles e por eles, um ano de renovação da espiritualidade do presbitério e de cada presbítero.
(adaptado de texto do Cardeal Dom Cláudio Hummes, disponível aqui )
Hoje comemoramos 167 anos de ordenação sacerdotal de padre Luís Caburlotto, fundador do Instituto das Filhas de São José. Ele foi um sacerdote que viveu intensamente o chamado de Cristo para servir seu povo. Atento às dificuldades da população de seu país, acolheu as crianças que passavam por necessidades – especialmente as meninas órfãs – e criou um instituto de religiosas para a educação das crianças e sua inserção na sociedade.
Padre Luís foi, acima de tudo, uma pessoa que soube ouvir. Ouvir os problemas das pessoas, ouvir as necessidades do povo, ouvir o chamado de Deus.
Rezemos por todos os sacerdotes, para que estejam de ouvidos abertos e disponíveis para o serviço ao Povo de Deus. E que possam ver em padre Luís Caburlotto um exemplo de vida a ser seguido.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
É Primavera!!
Podemos flagrar a vida que desabrocha.
As flores despontam e, com elas, os sentimentos sublimes.
A vida renova-se em cores, flores e amores.
Uma pequena flor, encontrada à beira do caminho, rouba-nos um sorriso.
Os nossos olhos brilham e novos sonhos se recriam.
É um novo estado, pleno de singela perfeição.
As cores tornam-se mais vivas e encantadoras.
O aroma que nos circunda recorda tempos memoráveis.
Em cada florescer, a inocência do momento.
Há uma nova energia no ar que contagia.
Revitaliza e aquieta os corações.
O inverno passou... Eis a primavera.
Doce renascimento que há de chegar.
Anúncio de um tempo novo.
Esperanças e oportunidades para novas vivências e encontros.
A natureza cumpre a missão de renascer.
Flores de todas as cores e espécies embelezam o momento.
Em cada vida, algo novo. O nosso espírito também se renova.
Em cada gesto um punhado de beleza.
A linguagem se torna mais fluida e o poeta se inspira no que vê.
A cada novo despertar, a primavera nos convida a renascer.
(texto da irmã Maria Goretti de Oliveira, fsp, disponível aqui )
As flores despontam e, com elas, os sentimentos sublimes.
A vida renova-se em cores, flores e amores.
Uma pequena flor, encontrada à beira do caminho, rouba-nos um sorriso.
Os nossos olhos brilham e novos sonhos se recriam.
É um novo estado, pleno de singela perfeição.
As cores tornam-se mais vivas e encantadoras.
O aroma que nos circunda recorda tempos memoráveis.
Em cada florescer, a inocência do momento.
Há uma nova energia no ar que contagia.
Revitaliza e aquieta os corações.
O inverno passou... Eis a primavera.
Doce renascimento que há de chegar.
Anúncio de um tempo novo.
Esperanças e oportunidades para novas vivências e encontros.
A natureza cumpre a missão de renascer.
Flores de todas as cores e espécies embelezam o momento.
Em cada vida, algo novo. O nosso espírito também se renova.
Em cada gesto um punhado de beleza.
A linguagem se torna mais fluida e o poeta se inspira no que vê.
A cada novo despertar, a primavera nos convida a renascer.
(texto da irmã Maria Goretti de Oliveira, fsp, disponível aqui )
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Erva de passarinho (Mês da Bíblia 06)
Erva-de-passarinho é uma planta parasita, que geralmente ataca as árvores, sugando sua seiva, podendo até causar a morte da árvore se não for retirada. Ela recebe esse nome porque se espalha com a ajuda dos passarinhos. Eles comem suas sementes que são eliminadas mais tarde nas copas das árvores, juntamente com suas fezes. Nossas comunidades são também vítimas das ervas do “diz-que-disse”, das “conversas atravessadas”, das “fofocas”. Se não ficarmos atentos a essas “ervas” com os seus propagadores, elas podem destruir as comunidades, as famílias.
Na carta aos filipenses, Paulo sente com muita angústia a presença de “ervas de passarinho” querendo confundir a comunidade de Filipos. Trata-se de um grupo que semeava entre os participantes da comunidade a ideia de que para ser cristão era preciso adotar determinados ritos e desprezavam os que não eram de seu grupo. Paulo denuncia esses falsos missionários, que espalham a erva da confusão no meio da comunidade. Diz que esses falsos missionários estão buscando a si mesmos e não a Deus. Paulo age de uma maneira forte, contra aqueles que queriam perturbar a vida da comunidade. Procura “vacinar” a comunidade contra a erva trazida por esse grupo.
Paulo recorda aos filipenses que nenhum ritual externo, nenhuma lei pode salvar a pessoa. A salvação e a justiça são dons de Deus e frutos da fé em Jesus Cristo. Paulo levava muito a sério a sua caminhada de fé. Sabia que não tinha conquistado a perfeição, mas tinha a consciência de ter sido conquistado por Jesus Cristo. Para Paulo, o importante é não perdermos a baliza que é Jesus Cristo. Nunca fazer das mediações um fim.
Refletindo a carta de Paulo aos filipenses, devemos procurar imitar o jeito corajoso de Paulo seguir Jesus. Nunca perder Deus de vista, mesmo diante das dificuldades. Elas nunca foram motivo de desânimo na vida missionária de Paulo. Eram desafios para melhorar a qualidade de sua missão. Deus é a motivação maior de nossos trabalhos na comunidade. Que Ele nos ajude a relativizar os nossos problemas e aumentar cada vez mais a nossa fé.
(adaptado de texto elaborado pelo Movimento da Boa Nova, disponível aqui )
Na carta aos filipenses, Paulo sente com muita angústia a presença de “ervas de passarinho” querendo confundir a comunidade de Filipos. Trata-se de um grupo que semeava entre os participantes da comunidade a ideia de que para ser cristão era preciso adotar determinados ritos e desprezavam os que não eram de seu grupo. Paulo denuncia esses falsos missionários, que espalham a erva da confusão no meio da comunidade. Diz que esses falsos missionários estão buscando a si mesmos e não a Deus. Paulo age de uma maneira forte, contra aqueles que queriam perturbar a vida da comunidade. Procura “vacinar” a comunidade contra a erva trazida por esse grupo.
Paulo recorda aos filipenses que nenhum ritual externo, nenhuma lei pode salvar a pessoa. A salvação e a justiça são dons de Deus e frutos da fé em Jesus Cristo. Paulo levava muito a sério a sua caminhada de fé. Sabia que não tinha conquistado a perfeição, mas tinha a consciência de ter sido conquistado por Jesus Cristo. Para Paulo, o importante é não perdermos a baliza que é Jesus Cristo. Nunca fazer das mediações um fim.
Refletindo a carta de Paulo aos filipenses, devemos procurar imitar o jeito corajoso de Paulo seguir Jesus. Nunca perder Deus de vista, mesmo diante das dificuldades. Elas nunca foram motivo de desânimo na vida missionária de Paulo. Eram desafios para melhorar a qualidade de sua missão. Deus é a motivação maior de nossos trabalhos na comunidade. Que Ele nos ajude a relativizar os nossos problemas e aumentar cada vez mais a nossa fé.
(adaptado de texto elaborado pelo Movimento da Boa Nova, disponível aqui )
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Hino à vida
A vida é beleza: admire-a
A vida é uma oportunidade: aproveite-a
A vida é bem-aventurança: experimente-a.
A vida é um sonho: faça dele uma realidade
A vida é um desafio: enfrente-o
A vida é um compromisso: cumpra-o
A vida é um jogo: dispute-o
A vida é preciosa: cuide dela com desvelo
A vida é uma riqueza: conserve-a
A vida é amor: doe-a
A vida é um mistério: descubra-o
A vida é compromisso: cumpra-o
A vida é tristeza: supere-a
A vida é um hino: cante-o
A vida é uma luta: aceite-a
A vida é uma aventura: arrisque-a
A vida é felicidade: mereça-a
A vida é a vida: defenda-a.
(Madre Tereza de Calcutá; texto disponível aqui )
A vida é uma oportunidade: aproveite-a
A vida é bem-aventurança: experimente-a.
A vida é um sonho: faça dele uma realidade
A vida é um desafio: enfrente-o
A vida é um compromisso: cumpra-o
A vida é um jogo: dispute-o
A vida é preciosa: cuide dela com desvelo
A vida é uma riqueza: conserve-a
A vida é amor: doe-a
A vida é um mistério: descubra-o
A vida é compromisso: cumpra-o
A vida é tristeza: supere-a
A vida é um hino: cante-o
A vida é uma luta: aceite-a
A vida é uma aventura: arrisque-a
A vida é felicidade: mereça-a
A vida é a vida: defenda-a.
(Madre Tereza de Calcutá; texto disponível aqui )
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Comunidade pote (Mês da Bíblia 05)
Pote é uma vasilha feita de argila. Inicialmente ele se apresenta vazio. É usado para colocar água, porque ele a conserva sempre fria. Nas primeiras vezes que se coloca água no pote novo, ela fica com um gosto de barro. Com o tempo ele se desfaz de seu gosto de barro para manter a água no seu estado natural. Ele vai se deixando encharcar pela água. De seu lado de fora, ele nos mostra, através da umidade, a altura que está a água dentro dele.
Na carta aos Filipenses, São Paulo nos lembra que, para termos os mesmos sentimentos de Cristo, devemos seguir o exemplo do pote: esvaziarmo-nos de nós mesmos e nos encharcarmos de Jesus Cristo.
Na carta aos filipenses, Paulo fala sobre o dia-a-dia da comunidade. Ele insiste para que evitemos as divisões causadas pelo espírito de competição, de concorrência. Ele nos aconselha a não buscar os nossos próprios interesses. Tal atitude nos leva ao fechamento em nós mesmos, querendo nos promover às custas dos outros. Paulo insiste muito na harmonia interna da comunidade, na virtude da humildade. A divisão da comunidade, além de comprometer a unidade do corpo de Cristo, reproduz dentro dela o mesmo esquema egoísta da sociedade injusta.
São Paulo nos lembra que uma comunidade, para ser fiel ao Evangelho, deve ter os mesmo sentimentos que Cristo teve. Ele nos lembra que, para nós darmos espaço para Deus dentro de nós, precisamos nos esvaziar de muita coisa que insiste em ter a primazia em nossa vida. Rezar o Pai-Nosso com mais sinceridade: “seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu”. Quando estou muito cheio de meus interesses, Deus “fica para quando eu puder”, quando eu tiver tempo. Deus fica no “banco de reserva”. Não fazemos igual o pote, que se deixa curtir pela água. A gente deixa de prestar atenção à vontade do Pai. Quando uma comunidade não segue o exemplo de despojamento de Jesus, ela não encontra mais tempo para a reflexão da Palavra, para a oração, para atos de solidariedade. Em vez de comunidade ela se torna uma “comodidade”. Torna-se incoerente, perde a sua credibilidade.
A mensagem final do Sínodo dos Bispos, que aconteceu em outubro do ano passado, em Roma, diz que a Palavra de Deus tem um rosto: Jesus Cristo. Nossos grupos devem ter este rosto, a fisionomia de Jesus. Grupo de reflexão que não tem o rosto de Jesus, não provoca encontro, só faz reunião. Bento XVI, na sua carta “Deus é Caridade” diz que a “finalidade principal de nossa reflexão bíblica não é termos grandes idéias, mas ter um encontro com um acontecimento, com uma pessoa, que dá um novo sentido à vida”.
E você? Já se encontrou com Jesus Cristo? Já descobriu o sentido que ele quer dar à sua vida?
(adaptado de texto elaborado pelo Movimento da Boa Nova, disponível aqui )
Na carta aos Filipenses, São Paulo nos lembra que, para termos os mesmos sentimentos de Cristo, devemos seguir o exemplo do pote: esvaziarmo-nos de nós mesmos e nos encharcarmos de Jesus Cristo.
Na carta aos filipenses, Paulo fala sobre o dia-a-dia da comunidade. Ele insiste para que evitemos as divisões causadas pelo espírito de competição, de concorrência. Ele nos aconselha a não buscar os nossos próprios interesses. Tal atitude nos leva ao fechamento em nós mesmos, querendo nos promover às custas dos outros. Paulo insiste muito na harmonia interna da comunidade, na virtude da humildade. A divisão da comunidade, além de comprometer a unidade do corpo de Cristo, reproduz dentro dela o mesmo esquema egoísta da sociedade injusta.
São Paulo nos lembra que uma comunidade, para ser fiel ao Evangelho, deve ter os mesmo sentimentos que Cristo teve. Ele nos lembra que, para nós darmos espaço para Deus dentro de nós, precisamos nos esvaziar de muita coisa que insiste em ter a primazia em nossa vida. Rezar o Pai-Nosso com mais sinceridade: “seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu”. Quando estou muito cheio de meus interesses, Deus “fica para quando eu puder”, quando eu tiver tempo. Deus fica no “banco de reserva”. Não fazemos igual o pote, que se deixa curtir pela água. A gente deixa de prestar atenção à vontade do Pai. Quando uma comunidade não segue o exemplo de despojamento de Jesus, ela não encontra mais tempo para a reflexão da Palavra, para a oração, para atos de solidariedade. Em vez de comunidade ela se torna uma “comodidade”. Torna-se incoerente, perde a sua credibilidade.
A mensagem final do Sínodo dos Bispos, que aconteceu em outubro do ano passado, em Roma, diz que a Palavra de Deus tem um rosto: Jesus Cristo. Nossos grupos devem ter este rosto, a fisionomia de Jesus. Grupo de reflexão que não tem o rosto de Jesus, não provoca encontro, só faz reunião. Bento XVI, na sua carta “Deus é Caridade” diz que a “finalidade principal de nossa reflexão bíblica não é termos grandes idéias, mas ter um encontro com um acontecimento, com uma pessoa, que dá um novo sentido à vida”.
E você? Já se encontrou com Jesus Cristo? Já descobriu o sentido que ele quer dar à sua vida?
(adaptado de texto elaborado pelo Movimento da Boa Nova, disponível aqui )
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Deus se revela no chão da vida! (Mês da Bíblia 04)
Cada um de nós conhece a rotina de sua vida. Tudo que tem para fazer desde a manhã até a noite. E existem pessoas que enfrentam uma jornada de trabalho inclusive na madrugada. Este é o nosso dia-a-dia, assim vivemos a maior parte do tempo. E como diz o salmista, em todos esses momentos, sentimos que, de manhã, Deus guia nossos passos e, à noite, aconselha nosso coração (Salmo 121,5-6).
Mas existem momentos especiais na vida em que Deus se faz presente de maneira marcante, inesquecível. Nessa hora, quando nos olhamos no espelho, percebemos que a amizade de Deus fez mudar nosso jeito de ver o mundo e de nos relacionarmos com as pessoas, com a natureza, com nós mesmos e até com Deus. São experiências fortes que ficam gravadas em nós para sempre.
A experiência de Deus deixa marcas em nossa vida principalmente porque ele sempre nos liberta de uma situação difícil, de sofrimento, seja na vida pessoal, familiar ou social. E essa experiência de libertação nos motiva a entrar em um grande mutirão pela vida, para que outras pessoas também possam viver com mais liberdade, dignidade e justiça. No dia-a-dia, nós passamos a nos sentir mais solidários uns com os outros.
Nesse grande mutirão pela vida, participam pessoas do mundo inteiro, inclusive de outras religiões. As pessoas cristãs constituem apenas um grupo dentro deste mutirão, juntamente com vários outros. E, para as pessoas cristãs, existe um livro importante que traz a memória de um povo que também se preocupou em fazer um mutirão pela vida. Este livro é a Bíblia, que conta a memória do povo de Israel. Por isso, ela ilumina a nossa caminhada hoje.
A leitura da Bíblia pode nos ajudar a encontrar caminhos de vida, como disse Jesus: “Eu vim para que todos tenham vida, e a tenham em abundância” (João 10,10).
Você já leu a Bíblia? Que tal tentar ouvir o que Deus quer falar a você?
(adaptado do texto elaborado pelo Centro Bíblico Verbo, disponível aqui )
Mas existem momentos especiais na vida em que Deus se faz presente de maneira marcante, inesquecível. Nessa hora, quando nos olhamos no espelho, percebemos que a amizade de Deus fez mudar nosso jeito de ver o mundo e de nos relacionarmos com as pessoas, com a natureza, com nós mesmos e até com Deus. São experiências fortes que ficam gravadas em nós para sempre.
A experiência de Deus deixa marcas em nossa vida principalmente porque ele sempre nos liberta de uma situação difícil, de sofrimento, seja na vida pessoal, familiar ou social. E essa experiência de libertação nos motiva a entrar em um grande mutirão pela vida, para que outras pessoas também possam viver com mais liberdade, dignidade e justiça. No dia-a-dia, nós passamos a nos sentir mais solidários uns com os outros.
Nesse grande mutirão pela vida, participam pessoas do mundo inteiro, inclusive de outras religiões. As pessoas cristãs constituem apenas um grupo dentro deste mutirão, juntamente com vários outros. E, para as pessoas cristãs, existe um livro importante que traz a memória de um povo que também se preocupou em fazer um mutirão pela vida. Este livro é a Bíblia, que conta a memória do povo de Israel. Por isso, ela ilumina a nossa caminhada hoje.
A leitura da Bíblia pode nos ajudar a encontrar caminhos de vida, como disse Jesus: “Eu vim para que todos tenham vida, e a tenham em abundância” (João 10,10).
Você já leu a Bíblia? Que tal tentar ouvir o que Deus quer falar a você?
(adaptado do texto elaborado pelo Centro Bíblico Verbo, disponível aqui )
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
Comunidade nascida junto às águas correntes (Mês da Bíblia 03)
Em Filipos, Paulo encontra um grupo de mulheres rezando à beira do rio. Ele participa da oração delas. Através daquele momento de oração, Paulo anuncia a Boa Nova do Evangelho. Entre estas mulheres estava Lídia, pessoa de iniciativa e de liderança. “O Senhor abriu o coração dela” (At 16, 14). Ela acolhe a Boa Notícia e, juntamente com toda a sua família, recebe o Batismo. A comunidade de Filipos nasce num momento de oração, à beira de um rio. Paulo nos ensina que o Espírito de Deus sopra onde quer. Ele não está preso a lugares. Está mais ligado às pessoas.
A comunidade, que nasce à beira do rio, vai se firmando na casa de Lídia. Ali vai se formando a Igreja doméstica, centro de irradiação da missão. Lídia se torna a primeira coordenadora da comunidade. A motivação de Lídia pela Boa Notícia do Evangelho leva a comunidade ao encantamento e à paixão pelo projeto de Deus. Talvez, por isso mesmo, a comunidade de Filipos foi a que mais se aproximou do ideal de Igreja anunciado por Paulo. Uma coordenação fervorosa anima de fato toda a comunidade.
Quando uma comunidade leva a sério o Evangelho, ela vai além das paredes da igreja e passa a incomodar os que não respeitam a vida. Foi o que aconteceu em Filipos. Paulo liberta uma mulher que era explorada por homens gananciosos. Paulo e seus companheiros levam uma surra e ficam presos. É o preço da fidelidade ao Evangelho.
(adaptado de texto elaborado pelo Movimento da Boa Nova, disponível aqui )
A comunidade, que nasce à beira do rio, vai se firmando na casa de Lídia. Ali vai se formando a Igreja doméstica, centro de irradiação da missão. Lídia se torna a primeira coordenadora da comunidade. A motivação de Lídia pela Boa Notícia do Evangelho leva a comunidade ao encantamento e à paixão pelo projeto de Deus. Talvez, por isso mesmo, a comunidade de Filipos foi a que mais se aproximou do ideal de Igreja anunciado por Paulo. Uma coordenação fervorosa anima de fato toda a comunidade.
Quando uma comunidade leva a sério o Evangelho, ela vai além das paredes da igreja e passa a incomodar os que não respeitam a vida. Foi o que aconteceu em Filipos. Paulo liberta uma mulher que era explorada por homens gananciosos. Paulo e seus companheiros levam uma surra e ficam presos. É o preço da fidelidade ao Evangelho.
(adaptado de texto elaborado pelo Movimento da Boa Nova, disponível aqui )
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Mãos que falam de Deus
Mãos que tecem a vida
Mãos escondidas, mãos cheias de amor
Mãos calejadas, sagradas
Mãos crucificadas, para aliviar a dor
Mãos empunhadas na luta
Mãos na labuta e na luta do irmão
Mãos que acenam e consolam
que agradam e tocam no meu coração.
Toma Senhor, tudo é teu.
Estas mãos me falam de Deus.
Mãos que acalentam crianças
Cheias de esperança, se juntam em preces
Mãos que esperam, alcançam
que tocam e sentem e muito agradecem
Mãos que estão sempre abertas
que rasgam a terra e matam a fome do irmão.
Mãos que escrevem, acolhem
Mãos santificadas, amassam o pão
Mãos que muito abençoam
Mãos que perdoam e colhem a flor
Mãos que acariciam e curam
que buscam socorro e alívio na dor
Mãos que levantam caídos
Acolhem feridos, dizem: Deus é amor
Mãos cheias de ternura
Regaço seguro, ninho acolhedor
(texto de frei Jurandir, ofm, disponível aqui )
Mãos escondidas, mãos cheias de amor
Mãos calejadas, sagradas
Mãos crucificadas, para aliviar a dor
Mãos empunhadas na luta
Mãos na labuta e na luta do irmão
Mãos que acenam e consolam
que agradam e tocam no meu coração.
Toma Senhor, tudo é teu.
Estas mãos me falam de Deus.
Mãos que acalentam crianças
Cheias de esperança, se juntam em preces
Mãos que esperam, alcançam
que tocam e sentem e muito agradecem
Mãos que estão sempre abertas
que rasgam a terra e matam a fome do irmão.
Mãos que escrevem, acolhem
Mãos santificadas, amassam o pão
Mãos que muito abençoam
Mãos que perdoam e colhem a flor
Mãos que acariciam e curam
que buscam socorro e alívio na dor
Mãos que levantam caídos
Acolhem feridos, dizem: Deus é amor
Mãos cheias de ternura
Regaço seguro, ninho acolhedor
(texto de frei Jurandir, ofm, disponível aqui )
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Alegria de servir no amor e na gratuidade (Mês da Bíblia 02)
Durante o Mês da Bíblia 2009, a Igreja propõe a reflexão da Carta de São Paulo aos Filipenses, sob o tema: “Alegria de servir no amor e na gratuidade”. O lema será: “Tende entre vós os mesmos sentimentos de Cristo Jesus” (Fl 2,5). Será uma excelente oportunidade para analisarmos nosso modo de agir no mundo de hoje, fazendo séria revisão de nossa vida cristã, pessoal e comunitária, à luz da experiência exemplar dos cristãos da comunidade dos filipenses. A cidade de Filipos era localizada na região oriental da Macedônia (hoje norte da Grécia). O nascimento desta comunidade é narrado no livro dos Atos dos Apóstolos (At 16,6-40) e revela que, desde o começo, contou-se com importante participação e trabalho das mulheres na evangelização. Junto à família de Lídia, comerciante de púrpura, nasce a comunidade de Filipos com a participação ativa das mulheres (cf. Fl 4,2-3).
Paulo escreve a carta da prisão e demonstra suas preocupações com a Evangelização. Vale notar que a missão junto aos filipenses inaugura o avanço do evangelho para o além-fronteiras. A Igreja alarga seus passos missionários e faz o cristianismo atingir nosso mundo ocidental.
Que a exemplo de Paulo, a leitura da Bíblia reforce em nós a alegria de servir no amor e na gratuidade, tendo em nós os mesmos sentimentos que havia em Cristo Jesus.
(adaptado de texto elaborado pelo Movimento da Boa Nova, disponível aqui )
Paulo escreve a carta da prisão e demonstra suas preocupações com a Evangelização. Vale notar que a missão junto aos filipenses inaugura o avanço do evangelho para o além-fronteiras. A Igreja alarga seus passos missionários e faz o cristianismo atingir nosso mundo ocidental.
Que a exemplo de Paulo, a leitura da Bíblia reforce em nós a alegria de servir no amor e na gratuidade, tendo em nós os mesmos sentimentos que havia em Cristo Jesus.
(adaptado de texto elaborado pelo Movimento da Boa Nova, disponível aqui )
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Palavra
Para escrever é preciso saber: o valor de cada palavra e a essência que ela carrega. É preciso saber de onde ela vem, as transformações porque passou no decorrer do tempo e o que ela carrega em si. Que marcas o tempo lhe deixou.
A palavra é extremamente sensorial: tem som, cheiro, cor, textura, sabor, sentimento, emoção.
Uma palavra pode ter muitos sentidos, por isso, ela não pode andar solta por aí. A palavra tem até espaço, duvida?
Às vezes ela cabe direitinho no que queremos dizer, outras vezes, não. Fica estranha, parece um peixe fora d'água. Aí, precisamos procurar outra palavra. E quando ela confunde a gente? Aposto que já aconteceu com você. Eu já perdi até a conta das vezes que aconteceu comigo. Mas não vamos pros números agora. Que aí é outra história e seria outra crônica.
Eu já ouvi tanta palavra por aí. Palavra que liberta. Palavra que magoa. Palavra doce. Palavra amarga. Palavra de amor. Palavra de paz. Há palavra que escapa, e acaba se perdendo pelo mundo afora. Mas há palavra que fica martelando em nossa cabeça. Umas ficam bem perto do coração, pois entram nele, sem cerimônia alguma. E ficam anos e anos. Espero que sejam boas as palavras que você carrega em seu coração.
(texto da irmã Maria Goretti de Oliveira, fsp, disponível aqui )
A palavra é extremamente sensorial: tem som, cheiro, cor, textura, sabor, sentimento, emoção.
Uma palavra pode ter muitos sentidos, por isso, ela não pode andar solta por aí. A palavra tem até espaço, duvida?
Às vezes ela cabe direitinho no que queremos dizer, outras vezes, não. Fica estranha, parece um peixe fora d'água. Aí, precisamos procurar outra palavra. E quando ela confunde a gente? Aposto que já aconteceu com você. Eu já perdi até a conta das vezes que aconteceu comigo. Mas não vamos pros números agora. Que aí é outra história e seria outra crônica.
Eu já ouvi tanta palavra por aí. Palavra que liberta. Palavra que magoa. Palavra doce. Palavra amarga. Palavra de amor. Palavra de paz. Há palavra que escapa, e acaba se perdendo pelo mundo afora. Mas há palavra que fica martelando em nossa cabeça. Umas ficam bem perto do coração, pois entram nele, sem cerimônia alguma. E ficam anos e anos. Espero que sejam boas as palavras que você carrega em seu coração.
(texto da irmã Maria Goretti de Oliveira, fsp, disponível aqui )
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Mês da Palavra de Deus (Mês da Bíblia 01)
Neste mês de setembro, a Igreja católica celebra o Mês da Bíblia, o mês da Palavra de Deus. Nas comunidades religiosas, nas paróquias, nos grupos de oração e mesmo em grupos de outras denominações religiosas, a Bíblia é lida, amada, respeitada e praticada.
Foi a Igreja Católica que introduziu o costume de celebrar o Mês da Bíblia no mês de setembro, por uma razão especial, mas muito simples também. É que no dia 30 de setembro celebra-se a festa de São Jerônimo, que traduziu a Bíblia completa do grego, hebraico e aramaico para o latim. Daí derivaram as demais traduções em outros idiomas, dando-nos a possibilidade de termos hoje em mãos a Palavra de Deus, escrita em nosso próprio idioma.
A Bíblia não pode faltar em nenhum dos lares cristãos! A leitura e meditação dessas páginas sagradas nos ajudarão a viver na presença de Deus, colocando em prática seus ensinamentos.
E você? Tem o costume de ler a Bíblia? Que tal aproveitar este mês para começar?
(adaptado de texto elaborado pelo Serviço de Animação Bíblica, das Ed. Paulinas, disponível aqui )
Foi a Igreja Católica que introduziu o costume de celebrar o Mês da Bíblia no mês de setembro, por uma razão especial, mas muito simples também. É que no dia 30 de setembro celebra-se a festa de São Jerônimo, que traduziu a Bíblia completa do grego, hebraico e aramaico para o latim. Daí derivaram as demais traduções em outros idiomas, dando-nos a possibilidade de termos hoje em mãos a Palavra de Deus, escrita em nosso próprio idioma.
A Bíblia não pode faltar em nenhum dos lares cristãos! A leitura e meditação dessas páginas sagradas nos ajudarão a viver na presença de Deus, colocando em prática seus ensinamentos.
E você? Tem o costume de ler a Bíblia? Que tal aproveitar este mês para começar?
(adaptado de texto elaborado pelo Serviço de Animação Bíblica, das Ed. Paulinas, disponível aqui )
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Grito dos Excluídos: "Vida em primeiro lugar"
O Grito dos Excluídos acontece anualmente em várias cidades brasileiras com o objetivo de levar às ruas uma grande manifestação popular para denunciar as situações de exclusão social e assinalar as possíveis saídas e alternativas. Sempre junto com as comemorações da Independência do Brasil, no 7 de setembro, este ano se realiza a 15ª edição do evento, que conta com o apoio da Igreja católica.
O Grito dos Excluídos, em seus 15 anos de existência vem se afirmando como a mais importante mobilização popular, na Semana da Pátria, em vista da construção de um projeto popular para o Brasil. O tema deste ano, “Vida em primeiro lugar: a força da transformação está na organização popular”, pretende anunciar, em diferentes manifestações populares, os sinais de esperança, através da unidade, da organização e da luta popular, e denunciar todas as formas de injustiça que, em nosso país, causam a destruição e a precarização da vida do povo e do Planeta.
O grito visa também: lutar contra as formas de exclusão e as causas que levam o povo a viver em condições de vida precárias e, muitas vezes, sem perspectiva de futuro; denunciar a política econômica que privilegia o capital financeiro em detrimento dos direitos sociais básicos; construir alternativas que tragam esperança aos excluídos e perspectivas de vida para as comunidades locais; promover a pluralidade e igualdade de direitos, bem como o respeito nas relações de gênero, raça e etnia; multiplicar assembléias populares para discutir a organização social a partir do Município, fortalecendo o poder popular.
Diante de situações de exclusão, Jesus defende os direitos dos fracos e o direito a uma vida digna para todo o ser humano. O compromisso com esta causa nos compromete no esforço de superação da exclusão em nosso País, participando da construção de uma sociedade justa e solidária.
(adaptado de texto de dom Pedro Luiz Stringhini, bispo católico, presidente da Comissão Episcopal para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz, da CNBB, disponível aqui )
O Grito dos Excluídos, em seus 15 anos de existência vem se afirmando como a mais importante mobilização popular, na Semana da Pátria, em vista da construção de um projeto popular para o Brasil. O tema deste ano, “Vida em primeiro lugar: a força da transformação está na organização popular”, pretende anunciar, em diferentes manifestações populares, os sinais de esperança, através da unidade, da organização e da luta popular, e denunciar todas as formas de injustiça que, em nosso país, causam a destruição e a precarização da vida do povo e do Planeta.
O grito visa também: lutar contra as formas de exclusão e as causas que levam o povo a viver em condições de vida precárias e, muitas vezes, sem perspectiva de futuro; denunciar a política econômica que privilegia o capital financeiro em detrimento dos direitos sociais básicos; construir alternativas que tragam esperança aos excluídos e perspectivas de vida para as comunidades locais; promover a pluralidade e igualdade de direitos, bem como o respeito nas relações de gênero, raça e etnia; multiplicar assembléias populares para discutir a organização social a partir do Município, fortalecendo o poder popular.
Diante de situações de exclusão, Jesus defende os direitos dos fracos e o direito a uma vida digna para todo o ser humano. O compromisso com esta causa nos compromete no esforço de superação da exclusão em nosso País, participando da construção de uma sociedade justa e solidária.
(adaptado de texto de dom Pedro Luiz Stringhini, bispo católico, presidente da Comissão Episcopal para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz, da CNBB, disponível aqui )
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
O anel
- Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada. Dizem que não sirvo para nada, que sou lerdo e muito idiota. O que posso fazer para que me valorizem?
O professor sem olhá-lo disse:
- Sinto muito meu jovem, mas não posso ajudar, devo primeiro resolver o meu problema. Depois de uma pausa, sugeriu:
- Se você me ajudasse, eu poderia resolver logo este problema, e depois talvez possa lhe ajudar.
- Cla-claro, professor - gaguejou o jovem, que se sentiu outra vez desvalorizado e hesitou em ajudar seu professor.
Este tirou um anel que usava no dedo pequeno, deu ao garoto e disse:
- Monte no cavalo e vá até ao mercado. Venda este anel, pois tenho de pagar uma dívida. É preciso que obtenha por ele o máximo possível, mas não aceite menos de uma moeda de ouro. Vá e volte o mais rápido possível.
O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado, ofereceu o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o preço do anel. Ao mencionar uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para o jovem, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel. Tentando ajudar o jovem, ofereceram uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o rapaz seguiu as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro.
Depois de oferecer a jóia a todos os que passaram pelo mercado, abatido pelo fracasso, montou no cavalo e voltou. Desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel e livrar assim o professor da preocupação, podendo receber ajuda e conselhos. Entrou na casa e disse-lhe:
- Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse vender por 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar alguém sobre o valor do anel.
- Importante o que disse, meu jovem - contestou sorridente. - Devemos saber primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para informar o valor exato do anel? Diga que quer vender e pergunte quanto ele pode dar. Mas não importa o quanto ele lhe ofereça, não o venda... volte aqui com o meu anel.
O jovem deu o anel ao joalheiro. Este examinou-o com uma lupa, pesou e disse:
- Diga ao seu professor que, se ele quer vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel.
- 58 moedas de ouro!!! - exclamou o jovem.
- Sim - replicou o joalheiro. - E sei que, com tempo, poderia oferecer cerca de 70 moedas, mas, se a venda é urgente...
O jovem correu emocionado à casa do professor para contar o ocorrido.
- Senta - disse o professor, que depois de ouvir tudo o que o jovem tinha para contar explicou:
- Você é como este anel, uma jóia valiosa e única. E só pode ser avaliada por um expert. Pensava que qualquer um podia descobrir seu verdadeiro valor? Dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo. Todos somos como esta jóia. Valiosos e únicos, e andamos por todos os mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes valorizem.
"Ninguém pode lhe fazer sentir inferior sem o seu consentimento".
(autor desconhecido; texto disponível aqui )
O professor sem olhá-lo disse:
- Sinto muito meu jovem, mas não posso ajudar, devo primeiro resolver o meu problema. Depois de uma pausa, sugeriu:
- Se você me ajudasse, eu poderia resolver logo este problema, e depois talvez possa lhe ajudar.
- Cla-claro, professor - gaguejou o jovem, que se sentiu outra vez desvalorizado e hesitou em ajudar seu professor.
Este tirou um anel que usava no dedo pequeno, deu ao garoto e disse:
- Monte no cavalo e vá até ao mercado. Venda este anel, pois tenho de pagar uma dívida. É preciso que obtenha por ele o máximo possível, mas não aceite menos de uma moeda de ouro. Vá e volte o mais rápido possível.
O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado, ofereceu o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o preço do anel. Ao mencionar uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para o jovem, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel. Tentando ajudar o jovem, ofereceram uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o rapaz seguiu as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro.
Depois de oferecer a jóia a todos os que passaram pelo mercado, abatido pelo fracasso, montou no cavalo e voltou. Desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel e livrar assim o professor da preocupação, podendo receber ajuda e conselhos. Entrou na casa e disse-lhe:
- Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse vender por 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar alguém sobre o valor do anel.
- Importante o que disse, meu jovem - contestou sorridente. - Devemos saber primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para informar o valor exato do anel? Diga que quer vender e pergunte quanto ele pode dar. Mas não importa o quanto ele lhe ofereça, não o venda... volte aqui com o meu anel.
O jovem deu o anel ao joalheiro. Este examinou-o com uma lupa, pesou e disse:
- Diga ao seu professor que, se ele quer vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel.
- 58 moedas de ouro!!! - exclamou o jovem.
- Sim - replicou o joalheiro. - E sei que, com tempo, poderia oferecer cerca de 70 moedas, mas, se a venda é urgente...
O jovem correu emocionado à casa do professor para contar o ocorrido.
- Senta - disse o professor, que depois de ouvir tudo o que o jovem tinha para contar explicou:
- Você é como este anel, uma jóia valiosa e única. E só pode ser avaliada por um expert. Pensava que qualquer um podia descobrir seu verdadeiro valor? Dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo. Todos somos como esta jóia. Valiosos e únicos, e andamos por todos os mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes valorizem.
"Ninguém pode lhe fazer sentir inferior sem o seu consentimento".
(autor desconhecido; texto disponível aqui )
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Família, lugar de segurança (Semana da Família 10)
O tema da segurança tem relação direta com a situação atual das famílias. Primeiro, porque as relações sociais são influenciadas pelo contexto social. Além disso, o espaço familiar é também espaço de educação para a convivência. Assim como se aprende a violência, aprende-se a cultura da paz. Mesmo em meio a todos esses problemas, a família continua sendo um referencial importante para a maioria dos adolescentes e jovens. É dela que ganhamos elementos importantes para a construção da identidade pessoal e social. É no seio da família que o ser humano aprende a ser “verdadeiramente humano”. A experiência da convivência,do perdão, da partilha, da correção, das alegrias e tristezas vividas em família forma o ambiente privilegiado e insubstituível para desenvolver a cultura da paz. Assim, as relações familiares, em borá muitas vezes com dificuldades, devem contribuir eficazmente para o aprendizado da superação de problemas e conflitos e o desenvolvimento de uma mentalidade em favor da paz. A nossa tarefa como cristãos é construir e viver a fraternidade fundada no amor. Em família somos mais fortes, somos melhores, mais capazes. Nossa família é o nosso ponto de encontro, de união, de segurança. É o porto seguro para o qual sempre podemos retornar. E mais bela ainda é nossa família por causa da presença amiga e forte de Jesus, de quem recebemos o novo mandamento do amor que gera a paz.
O Senhor Jesus que viveu com sua família em Nazaré permaneça em nossas famílias, defendendo-nos de todo mal, e nos transforme num só coração e numa só alma. Amém.
(adaptado do subsídio “Hora da Família 2009”, elaborado pela CNBB)
O Senhor Jesus que viveu com sua família em Nazaré permaneça em nossas famílias, defendendo-nos de todo mal, e nos transforme num só coração e numa só alma. Amém.
(adaptado do subsídio “Hora da Família 2009”, elaborado pela CNBB)
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Iniciação à vida cristã (Semana da Família 09)
A vida humana, desde o nascimento até a morte, é marcada por mudanças, passagens e novos começos. Viver é recomeçar sempre. O ser humano nasce, cresce, amadurece. Cada etapa é marcada por um rito de passagem: quando passa da adolescência para a fase adulta, quando se torna, pai, mãe, quando inicia uma profissão ou muda de emprego, quando se aposenta. Da mesma forma acontece com a vida cristã: ninguém nasce cristão, torna-se cristão. É na família que acontecem os primeiros passos de iniciação à vida cristã. São os primeiros ensaios no colo da mãe, na oração, na convivência que desperta para a presença de Deus. No aconchego seguro do lar, o primeiro anúncio se traduz pelos gestos de amor, perdão, diálogo, compreensão, respeito, ética, segurança. Portanto, a primeira experiência de comunidade se dá na família, experiência que se prolonga na comunidade de fé, a Igreja.
E sua família? É um espaço para seus membros viverem a experiência de Filhos de Deus? Você colabora para criar esse ambiente de respeito, solidariedade, apoio, acolhida, perdão?
Rezemos para que nossas famílias sejam testemunhas da vivência cristã, espaço de aprendizagem da cultura de paz e espaço para crescimento na fé.
(adaptado do subsídio “Hora da Família 2009”, elaborado pela CNBB)
E sua família? É um espaço para seus membros viverem a experiência de Filhos de Deus? Você colabora para criar esse ambiente de respeito, solidariedade, apoio, acolhida, perdão?
Rezemos para que nossas famílias sejam testemunhas da vivência cristã, espaço de aprendizagem da cultura de paz e espaço para crescimento na fé.
(adaptado do subsídio “Hora da Família 2009”, elaborado pela CNBB)
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Catequese, o caminho para o discipulado (Semana da Família 08)
Na Igreja católica, comumente, chamamos catequese somente o período de preparação para os sacramentos. No entanto, a verdadeira catequese é um processo contínuo e abrangente, que precisa da participação de diversas pessoas. A catequese é um anúncio, a proclamação de uma Boa Nova, o anúncio de uma pessoa – Jesus Cristo – que deu sentido à minha vida e poderá transformar também o destinatário do anúncio, caso este se abra a este encontro por meio da fé. A pessoa a ser evangelizada necessita de alguém que caminhe com ela, que se aproxime para conhecê-la, que se dê a conhecer, a escute e a oriente na experiência comunitária da fé. A catequese deve ser uma vivência comum da fé e da amizade com Cristo. Fazer catequese significa encontrar-se com Jesus no caminho, ouvir sua palavra, participar de sua vida na eucaristia, viver na comunidade testemunhando a fé, abrir-se à ação missionária. A família é o espaço fundamental para esse encontro com Cristo e a vivência da verdadeira fé.
E você, aceita o anúncio da Boa Nova de Jesus para sua vida?
Você também é chamado a catequizar. Você atende a esse chamado? Você anuncia Jesus Cristo a outras pessoas através de seu testemunho de vida?
Rezemos para que nossas famílias sejam verdadeiros espaços de catequese, de anúncio do amor de Jesus por todos nós. E que surjam de nossas famílias autênticos discípulos, testemunhando o mandamento de Cristo através de suas atitudes cotidianas.
(adaptado do subsídio “Hora da Família 2009”, elaborado pela CNBB)
E você, aceita o anúncio da Boa Nova de Jesus para sua vida?
Você também é chamado a catequizar. Você atende a esse chamado? Você anuncia Jesus Cristo a outras pessoas através de seu testemunho de vida?
Rezemos para que nossas famílias sejam verdadeiros espaços de catequese, de anúncio do amor de Jesus por todos nós. E que surjam de nossas famílias autênticos discípulos, testemunhando o mandamento de Cristo através de suas atitudes cotidianas.
(adaptado do subsídio “Hora da Família 2009”, elaborado pela CNBB)
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Viva a alegria de ser missionário (Semana da Família 07)
Toda Igreja é missionária. Também nós e nossas famílias somos convocados a exercer nossa missão e anunciar a Boa Nova de Jesus ao mundo. Porém, precisamos despertar ainda mais para essa realidade: ou seremos verdadeiros discípulos e missionários de Jesus ou não seremos nem mesmo cristãos. Discipulado e missão são como duas faces da mesma moeda. Quando o discípulo está apaixonado por Cristo, não pode deixar de anunciar ao mundo que só ele nos salva. Num tempo em que se tenta ligar religião com intimismo, consumismo e individualismo, o discípulo de Jesus Cristo é convocado a sair de si, tornando-se cada vez mais missionário. É um desafio que se apresenta não apenas aos cristãos individualmente, mas também às próprias comunidades.
Rezemos para que nossas famílias sejam realmente famílias missionárias, comprometidas na evangelização de tantas outras famílias que precisam experimentar a verdadeira alegria que é conhecer Jesus, o missionário do Pai.
(adaptado do subsídio “Hora da Família 2009”, elaborado pela CNBB)
Rezemos para que nossas famílias sejam realmente famílias missionárias, comprometidas na evangelização de tantas outras famílias que precisam experimentar a verdadeira alegria que é conhecer Jesus, o missionário do Pai.
(adaptado do subsídio “Hora da Família 2009”, elaborado pela CNBB)
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Vocação para os ministérios e serviços na comunidade e na sociedade (Mês Vocacional 05)
A missão dos cristãos leigos e leigas é vivenciar o evangelho, levar a boa nova a todos, principalmente onde a Igreja institucional não alcança, onde os ministros ordenados não chegam e junto às pessoas que não passam perto dos templos. Cabe aos cristãos leigos e leigas procurar responder aos anseios das pessoas que estão junto ao seu convívio, seja no ambiente do trabalho, no ambiente familiar, entre outros. É importante que dêem seu testemunho aos que não conhecem a Palavra ou que foram batizados e agora estão desiludidos, famintos e sedentos de Deus e, às vezes, justamente por essa procura, caminham numa estrada confusa.
Além da vocação comum ao apostolado, alguns leigos sentem-se chamados interiormente por Deus a assumirem diversos serviços na comunidade, entre eles a tarefa de catequistas. Os catequistas são transmissores da Palavra de Deus com a própria vida. São pessoas que procuram, de fato, vivenciá-la no dia a dia. Seu testemunho é fundamental. A prática da catequese na Igreja nos remete aos primeiros cristãos, que têm a sua origem no próprio Jesus, o primeiro e o maior catequista da história.
Rezemos por todos os leigos e leigas que testemunham o amor de Deus em seu cotidiano, levando o Boa Nova de Cristo a todas as esferas da sociedade. Rezemos também por todos que atendem o chamado de Deus nos diversos serviços à comunidade, especialmente pelos catequistas, que com seu testemunho ajudam outras pessoas a descobrirem o caminho da verdadeira vida cristã.
(adaptado do folder do Mês Vocacional 2009, produzido pela CNBB, disponível aqui e de textos disponíveis aqui e aqui )
Além da vocação comum ao apostolado, alguns leigos sentem-se chamados interiormente por Deus a assumirem diversos serviços na comunidade, entre eles a tarefa de catequistas. Os catequistas são transmissores da Palavra de Deus com a própria vida. São pessoas que procuram, de fato, vivenciá-la no dia a dia. Seu testemunho é fundamental. A prática da catequese na Igreja nos remete aos primeiros cristãos, que têm a sua origem no próprio Jesus, o primeiro e o maior catequista da história.
Rezemos por todos os leigos e leigas que testemunham o amor de Deus em seu cotidiano, levando o Boa Nova de Cristo a todas as esferas da sociedade. Rezemos também por todos que atendem o chamado de Deus nos diversos serviços à comunidade, especialmente pelos catequistas, que com seu testemunho ajudam outras pessoas a descobrirem o caminho da verdadeira vida cristã.
(adaptado do folder do Mês Vocacional 2009, produzido pela CNBB, disponível aqui e de textos disponíveis aqui e aqui )
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Ser feliz na comunidade (Semana da Família 06)
No mundo marcado pela tristeza e pelo desânimo, nossa família é chamada a ser sinal da verdadeira alegria que vem de Deus. A comunidade cristã é a grande família na qual todos nós somos os filhos e filhas do mesmo Deus. Embora muitos e diferentes, somos unidos pelo espírito de Deus, que faz de nós um belo mosaico. A experiência da diversidade e da unidade vivida em família deve ajudar na vivência da fraternidade da comunidade.
A Igreja é nossa Mãe e Mestra. Dela recebemos a vida divina e a verdadeira fé, transmitida pelos apóstolos e por tantos homens e mulheres corajosos que viveram antes de nós. Em comunhão com ela, a nossa família se abre para um horizonte maior. A família é enriquecida e coopera na edificação do seu Reino.
Como dizia São Paulo, a comunidade é um corpo no qual cada membro é importante e nenhum pode querer ser único ou superior aos demais. Nem mesmo pode haver membros que se inferiorizem ou pensem que sua presença ou parcela de contribuição seja dispensada. Como na família cada membro é diferente e importante, o mesmo acontece na família maior, que é a Igreja. A vida fraterna, o amor, a unidade, o diálogo, a fé partilhada na família deve enriquecer a comunidade, que se renova e ganha sentido com esses sentimentos.
E você? Participa de uma comunidade? Conhece alguma?
(adaptado do subsídio “Hora da Família 2009”, elaborado pela CNBB)
A Igreja é nossa Mãe e Mestra. Dela recebemos a vida divina e a verdadeira fé, transmitida pelos apóstolos e por tantos homens e mulheres corajosos que viveram antes de nós. Em comunhão com ela, a nossa família se abre para um horizonte maior. A família é enriquecida e coopera na edificação do seu Reino.
Como dizia São Paulo, a comunidade é um corpo no qual cada membro é importante e nenhum pode querer ser único ou superior aos demais. Nem mesmo pode haver membros que se inferiorizem ou pensem que sua presença ou parcela de contribuição seja dispensada. Como na família cada membro é diferente e importante, o mesmo acontece na família maior, que é a Igreja. A vida fraterna, o amor, a unidade, o diálogo, a fé partilhada na família deve enriquecer a comunidade, que se renova e ganha sentido com esses sentimentos.
E você? Participa de uma comunidade? Conhece alguma?
(adaptado do subsídio “Hora da Família 2009”, elaborado pela CNBB)
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Sem o domingo não podemos viver (Semana da Família 05)
Em grande parte das famílias, o domingo é um dia especial. Dia de reunião em torno da mesa do almoço, de reencontrar as pessoas, de ouvir histórias, de partilhar a vida. Para os cristãos, o domingo também é dia de festa. É o dia em que revivemos a Páscoa do Senhor e em que nos oferecemos ao Pai do céu. Os primeiros cristãos davam tanta importância ao domingo que chegaram a dizer: “sem o domingo não podemos viver”.
O ponto alto da santificação do domingo para as famílias cristãs é a celebração da Eucaristia, presença entre nós do Cristo ressuscitado e centro de nossa fé. Domingo é o dia da família se encontrar com o Cristo vivo na Eucaristia. É o dia da família e da comunidade. É dia do encontro fraterno. É dia de gratuidade. Neste dia, deixamos o trabalho para darmos lugar a momentos que nos humanizam: o encontro com os irmãos e o encontro com Deus.
E sua família? Também vive o domingo como um dia de festa, um dia de encontro com Deus?
(adaptado do subsídio “Hora da Família 2009”, elaborado pela CNBB)
O ponto alto da santificação do domingo para as famílias cristãs é a celebração da Eucaristia, presença entre nós do Cristo ressuscitado e centro de nossa fé. Domingo é o dia da família se encontrar com o Cristo vivo na Eucaristia. É o dia da família e da comunidade. É dia do encontro fraterno. É dia de gratuidade. Neste dia, deixamos o trabalho para darmos lugar a momentos que nos humanizam: o encontro com os irmãos e o encontro com Deus.
E sua família? Também vive o domingo como um dia de festa, um dia de encontro com Deus?
(adaptado do subsídio “Hora da Família 2009”, elaborado pela CNBB)
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Escuta, ó família, o Senhor teu Deus (Semana da Família 04)
Vivemos num mundo muito barulhento e frenético. São tantos ruídos, que escutamos o que não queremos. E não somos acostumados ao silêncio e à quietude. Em meio a tudo isso, a família precisa ser para todos nós um lugar de diálogo, de escuta do outro, de respeito e confiança mútua. Também deve ser local da escuta e meditação da Palavra de Deus, mas é preciso que alguém a proclame. Assim, os pais são os primeiros evangelizadores, atentos também em praticar a verdade do Evangelho no cotidiano da vida familiar. Os filhos devem estar atentos a esses ensinamentos, dispostos a ouvir a Palavra de Deus e colocá-la em prática.
A Bíblia, fonte da Palavra de Deus, deve estar presente em cada família, como um farol a iluminar a vida. Rezemos para que, no dia a dia, as famílias encontrem tempo para a leitura e a oração com a Bíblia.
(adaptado do subsídio “Hora da Família 2009”, elaborado pela CNBB)
A Bíblia, fonte da Palavra de Deus, deve estar presente em cada família, como um farol a iluminar a vida. Rezemos para que, no dia a dia, as famílias encontrem tempo para a leitura e a oração com a Bíblia.
(adaptado do subsídio “Hora da Família 2009”, elaborado pela CNBB)
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Família, espaço do encontro (Semana da Família 03)
A família nasce de um encontro de pessoas diferentes e se constrói no amor e na acolhida do outro. Ela se edifica com as experiências positivas de encontros que fazemos no cotidiano de nossas vidas. Cuidar para que a família tenha momentos significativos é tarefa de todos.
Na vida familiar não existem somente experiências positivas de encontros. Existem situações que causam tristeza e desesperança. São realidades que desestruturam a vida familiar como as de ordem econômica, segurança, saúde. Ou mesmo os desencontros, a falta de tempo para os outros ou a falta de valorização do tempo com o outro.
Rezemos a Deus para que nossas famílias sejam sempre espaços de encontro: encontro com as outras pessoas e encontro com Deus, que está presente em cada um. E que Ele nos ajude a enfrentar as dificuldades e fazer dos momentos difíceis possibilidades de crescimento e encontro de caminhos para a verdadeira felicidade.
(adaptado do subsídio “Hora da Família 2009”, elaborado pela CNBB)
Na vida familiar não existem somente experiências positivas de encontros. Existem situações que causam tristeza e desesperança. São realidades que desestruturam a vida familiar como as de ordem econômica, segurança, saúde. Ou mesmo os desencontros, a falta de tempo para os outros ou a falta de valorização do tempo com o outro.
Rezemos a Deus para que nossas famílias sejam sempre espaços de encontro: encontro com as outras pessoas e encontro com Deus, que está presente em cada um. E que Ele nos ajude a enfrentar as dificuldades e fazer dos momentos difíceis possibilidades de crescimento e encontro de caminhos para a verdadeira felicidade.
(adaptado do subsídio “Hora da Família 2009”, elaborado pela CNBB)
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Vocação para a Vida Consagrada (Mês Vocacional 04)
A vida consagrada é o chamado a viver a forma de vida que Cristo escolheu para a este mundo: vida casta, pobre e obediente, adquirindo uma típica e permanente visibilidade no meio do mundo, atraindo o olhar de muitos para o mistério do Reino de Deus. Esse modo de seguir Jesus Cristo se expressa na vida religiosa contemplativa e missionária, nos institutos seculares, sociedades de vida apostólica e outras novas formas que, na alegria de “dar testemunho da absoluta primazia de Deus e de seu Reino” (DAp 219), anunciam: “Há esperança no caminho!”
Essa vocação é assumida por pessoas que se sentiram chamadas por Deus a doarem suas vidas por uma causa. Trata-se da consagração a Deus assumindo os votos de pobreza, castidade e obediência, ingressando numa Congregação ou Ordem Religiosa. Os religiosos e religiosas são os sinais visíveis do amor de Jesus Cristo pela sua Igreja e pelo mundo.
Rezemos pelos religiosos e religiosas, pelos consagrados e consagradas – especialmente as irmãs Filhas de São José – para que sejam entre nós sinais vivos e confiáveis do amor de Deus e de seu Reino. E pelos jovens que sentem o chamado de Deus para a vida consagrada, que possam abraçar com amor e coragem sua vocação.
(adaptado do folder do Mês Vocacional 2009, produzido pela CNBB, disponível aqui e de textos disponíveis aqui e aqui )
Essa vocação é assumida por pessoas que se sentiram chamadas por Deus a doarem suas vidas por uma causa. Trata-se da consagração a Deus assumindo os votos de pobreza, castidade e obediência, ingressando numa Congregação ou Ordem Religiosa. Os religiosos e religiosas são os sinais visíveis do amor de Jesus Cristo pela sua Igreja e pelo mundo.
Rezemos pelos religiosos e religiosas, pelos consagrados e consagradas – especialmente as irmãs Filhas de São José – para que sejam entre nós sinais vivos e confiáveis do amor de Deus e de seu Reino. E pelos jovens que sentem o chamado de Deus para a vida consagrada, que possam abraçar com amor e coragem sua vocação.
(adaptado do folder do Mês Vocacional 2009, produzido pela CNBB, disponível aqui e de textos disponíveis aqui e aqui )
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Homenagem aos vovôs e vovós (Semana da Família 02)
Vamos aproveitar a Semana da Família para celebrarmos o Dia dos Avós. Eles representam muito para nós, pois fazem parte de nossa história de vida. Como é belo contemplar no rosto deles a alegria de ter vivido muitos anos neste mundo! A vida é um dom de Deus. E, com certeza, os avós são pessoas que gozam longamente desta dádiva. Neles, descobrimos como Deus é bondoso. O papel dos avós na família vai muito além dos mimos dados aos netos porque, muitas vezes, eles são o suporte afetivo e financeiro de pais e filhos. Por isso, se diz que os avós são pais duas vezes. Deles, aprendemos muitos caminhos e a maneira simples de ser feliz. Não obstante a velhice, eles demonstram que vale a pena continuar adiante, que não devemos desistir nunca diante dos obstáculos.
Peçamos a Deus que nos ajude a sermos netos e netas que respeitam e exercitam a paciência com nossos avós, e a enxergarmos sempre o amor e a ternura que eles tem por nós e que nos transmitem através de seus conselhos.
(adaptado do subsídio “Hora da Família 2009”, elaborado pela CNBB)
Peçamos a Deus que nos ajude a sermos netos e netas que respeitam e exercitam a paciência com nossos avós, e a enxergarmos sempre o amor e a ternura que eles tem por nós e que nos transmitem através de seus conselhos.
(adaptado do subsídio “Hora da Família 2009”, elaborado pela CNBB)
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Semana Nacional da Família
A partir de amanhã, vamos celebrar, em comunhão com a Igreja católica, a Semana Nacional da Família. Com essa Semana, queremos destacar a importância da família, a primeira escola das virtudes sociais de que as sociedades têm necessidade. A família é o lugar privilegiado para forjar no coração do homem os valores perenes, sejam eles espirituais ou civis. E por isso participa decisivamente do desenvolvimento da sociedade.
Para este ano, a Igreja escolheu o tema “Família, Igreja Doméstica, caminho para o discipulado”, lembrando que a família é “a Igreja doméstica” onde Deus reside, é reconhecido, amado, adorado e servido. Foi o próprio Deus que nos ensinou que a salvação da pessoa e da sociedade humana estão intimamente ligadas à condição feliz da comunidade conjugal e familiar. Vamos aproveitar essa semana para refletir sobre nossa família e o que estamos fazendo para que ela seja um espaço de convivência saudável e fraterna. Rezemos para que nossa família possa ser sinal da presença de Deus para todos que vivem nela e para os que estão próximos a ela.
(adaptado de texto do padre Luiz Antonio Bento, Assessor da Comissão Episcopal para a Vida e Família e Comissão Nacional da Pastoral Familiar, disponível aqui )
Para este ano, a Igreja escolheu o tema “Família, Igreja Doméstica, caminho para o discipulado”, lembrando que a família é “a Igreja doméstica” onde Deus reside, é reconhecido, amado, adorado e servido. Foi o próprio Deus que nos ensinou que a salvação da pessoa e da sociedade humana estão intimamente ligadas à condição feliz da comunidade conjugal e familiar. Vamos aproveitar essa semana para refletir sobre nossa família e o que estamos fazendo para que ela seja um espaço de convivência saudável e fraterna. Rezemos para que nossa família possa ser sinal da presença de Deus para todos que vivem nela e para os que estão próximos a ela.
(adaptado de texto do padre Luiz Antonio Bento, Assessor da Comissão Episcopal para a Vida e Família e Comissão Nacional da Pastoral Familiar, disponível aqui )
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Mobilização (Semana do Estudante 03)
“Deve haver um lugar dentro do seu coração / onde a paz brilhe mais que uma lembrança. / Sem a luz que ela traz já nem se consegue mais / encontrar o caminho da esperança. / Sinta, chega o tempo de enxugar o pranto dos homens / se fazendo irmão, estendendo a mão. / Só o amor muda o que já se fez. / E a força da paz junta todos outra vez. / Venha, já é hora de acender a chama da vida / e fazer a Terra inteira feliz.” (A Paz, Roupa Nova)
Tendo em vista “um outro mundo possível”, a juventude não desanima, mantém viva a esperança e se mobiliza, se organiza! É nessa perspectiva que, como jovens, chamamos os/as demais jovens do Brasil inteiro a se colocarem em marcha contra a violência! Juntos temos forças para insistir seguindo na contramão.
“É missão de todos nós, Deus chama, eu quero ouvir a sua voz!
O Deus que me criou, me quis, me consagrou para anunciar o seu amor.”
(adaptado de subsídio da Semana do Estudante 2009, elaborado pela Pastoral da Juventude da CNBB, disponível aqui )
Tendo em vista “um outro mundo possível”, a juventude não desanima, mantém viva a esperança e se mobiliza, se organiza! É nessa perspectiva que, como jovens, chamamos os/as demais jovens do Brasil inteiro a se colocarem em marcha contra a violência! Juntos temos forças para insistir seguindo na contramão.
“É missão de todos nós, Deus chama, eu quero ouvir a sua voz!
O Deus que me criou, me quis, me consagrou para anunciar o seu amor.”
(adaptado de subsídio da Semana do Estudante 2009, elaborado pela Pastoral da Juventude da CNBB, disponível aqui )
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Vocação para a vida em família (Mês Vocacional 03)
Além do chamado à vida e o chamado a sermos Filhos de Deus, também podemos realizar nossa vocação na vida em família, chamados a ser pai, a ser mãe, a gerar vida. A família é chamada a constituir a Igreja doméstica. É na família que é possível expressar as mais variadas formas de amor: na entrega mútua do amor conjugal, entre os esposos; no exercício do amor paternal/maternal, amando, protegendo e educando os filhos para que se integrem na comunidade e na sociedade; no amor filial, com o qual os filhos expressam aos pais a gratidão por tudo que lhes concederam; no amor fraternal, entre os irmãos, com o qual se vive a experiência do amor oblativo e caritativo, permitindo às crianças e aos jovens perceberem que há um círculo maior de pessoas além da família e começarem a compreender que somos todos irmãos. É aí que se desenvolve a sensibilidade aos problemas do mundo.
Além de constituir família, os leigos tem um importante papel na transformação da sociedade. Inseridos na sociedade como fermento na massa, sal que dá sabor e luz que ilumina os difíceis caminhos, podem ser sinais visíveis de Jesus Cristo na família, no trabalho, na política, na economia, na educação, na saúde pública, nos Meios de Comunicação Social, nos órgãos públicos, nos esportes, no serviço liberal e em tantos outros espaços no meio da sociedade. Nesses espaços, tem a possibilidade de praticar sua fé e seu amor a Deus em quaisquer situações, participando com fidelidade e criatividade da construção de um mundo novo.
Rezemos para que os que foram chamados por Deus a viver a vida em família sejam perseverantes no sim que disseram ao seu companheiro e construam famílias que sejam presença de Deus para quem nela vive.
(adaptado de texto disponível aqui )
Além de constituir família, os leigos tem um importante papel na transformação da sociedade. Inseridos na sociedade como fermento na massa, sal que dá sabor e luz que ilumina os difíceis caminhos, podem ser sinais visíveis de Jesus Cristo na família, no trabalho, na política, na economia, na educação, na saúde pública, nos Meios de Comunicação Social, nos órgãos públicos, nos esportes, no serviço liberal e em tantos outros espaços no meio da sociedade. Nesses espaços, tem a possibilidade de praticar sua fé e seu amor a Deus em quaisquer situações, participando com fidelidade e criatividade da construção de um mundo novo.
Rezemos para que os que foram chamados por Deus a viver a vida em família sejam perseverantes no sim que disseram ao seu companheiro e construam famílias que sejam presença de Deus para quem nela vive.
(adaptado de texto disponível aqui )
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Construção da paz (Semana do Estudante 02)
JOVEM DA VILA CRUZEIRO RECEBE PRÊMIO INTERNACIONAL PELA PAZ
Em meio ao cotidiano de confronto entre policiais e traficantes que se estendeu durante meses na Vila Cruzeiro, na Penha (Rio de Janeiro), em 2007, uma jovem teve a iniciativa de se manifestar contra a violência na comunidade. Mayra Avellar Neves, então com 15 anos, teve a ideia de promover uma passeata para pedir que os “caveirões” (viaturas blindadas) da polícia, ao menos, não realizassem operações no horário escolar.
A atitude da menina, que reuniu mais de 300 pessoas, não só conseguiu diminuir o número de confrontos na favela, mas também foi reconhecida como uma ação que representa a luta pela paz e conferiu à Mayra o “International Children's Peace Prize” (Prêmio Infantil da Paz). A premiação, equivalente ao Nobel da Paz, só que para crianças e adolescentes, é entregue pela Fundação Kidsrights, na Holanda.
(Fonte: Jornal Extra Online. Publicado em 25/04/2009. Disponível aqui )
A indignação com a situação de violência contra a juventude precisa se transformar em intervenção eficaz na realidade em que estamos inseridos. Se nos sensibilizamos porque passamos pela aflição psicológica, física, social, etc. e/ou porque conseguimos sentir em nós a dor do próximo, importa ir além e agir. Mas nada disso faz sentido se acontece apenas no plano individual. No grupo, na comunidade, podemos viver a fé porque temos fé na vida. Assim, a sede de justiça se converte na construção da paz, porque “a paz é fruto da justiça”, é um processo totalmente alternativo à “paz do cemitério”. Como escreveu Marcelo Yuca, “Paz sem voz não é paz, é medo...”.
(adaptado de subsídio da Semana do Estudante 2009, elaborado pela Pastoral da Juventude da CNBB, disponível aqui )
Em meio ao cotidiano de confronto entre policiais e traficantes que se estendeu durante meses na Vila Cruzeiro, na Penha (Rio de Janeiro), em 2007, uma jovem teve a iniciativa de se manifestar contra a violência na comunidade. Mayra Avellar Neves, então com 15 anos, teve a ideia de promover uma passeata para pedir que os “caveirões” (viaturas blindadas) da polícia, ao menos, não realizassem operações no horário escolar.
A atitude da menina, que reuniu mais de 300 pessoas, não só conseguiu diminuir o número de confrontos na favela, mas também foi reconhecida como uma ação que representa a luta pela paz e conferiu à Mayra o “International Children's Peace Prize” (Prêmio Infantil da Paz). A premiação, equivalente ao Nobel da Paz, só que para crianças e adolescentes, é entregue pela Fundação Kidsrights, na Holanda.
(Fonte: Jornal Extra Online. Publicado em 25/04/2009. Disponível aqui )
A indignação com a situação de violência contra a juventude precisa se transformar em intervenção eficaz na realidade em que estamos inseridos. Se nos sensibilizamos porque passamos pela aflição psicológica, física, social, etc. e/ou porque conseguimos sentir em nós a dor do próximo, importa ir além e agir. Mas nada disso faz sentido se acontece apenas no plano individual. No grupo, na comunidade, podemos viver a fé porque temos fé na vida. Assim, a sede de justiça se converte na construção da paz, porque “a paz é fruto da justiça”, é um processo totalmente alternativo à “paz do cemitério”. Como escreveu Marcelo Yuca, “Paz sem voz não é paz, é medo...”.
(adaptado de subsídio da Semana do Estudante 2009, elaborado pela Pastoral da Juventude da CNBB, disponível aqui )
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Deus é pai
Quando o sol ainda não havia cessado o brilho,
quando a tarde engolia aos poucos
as cores do dia e despejava sobre a terra
os primeiros retalhos de sombra
eu vi que Deus veio assentar-se
perto do fogão de lenha da minha casa.
Chegou sem alarde, retirou o chapéu da cabeça
e buscou um copo de água no pote de barro
que ficava num lugar de sombra constante.
Ele tinha feições de homem feliz, realizado.
Parecia imerso na alegria que é própria
de quem cumpriu a sina do dia e que agora
recolhe a alegria cotidiana que lhe cabe.
Eu olhava e pensava:
Como é bom ter Deus dentro de casa!
Como é bom viver essa hora da vida
em que tenho direito de ter um Deus só pra mim.
Cair nos seus braços, bagunçar-lhe os cabelos,
puxar a caneta do seu bolso
e pedir que ele desenhasse um relógio
bem bonito no meu braço.
Mas aquele homem não era Deus,
aquele homem era o meu pai.
E foi assim que descobri
que meu pai, com seu jeito finito de ser Deus,
revelava-me Deus com seu jeito infinito de ser homem.
(padre Fábio de Melo; texto disponível aqui )
quando a tarde engolia aos poucos
as cores do dia e despejava sobre a terra
os primeiros retalhos de sombra
eu vi que Deus veio assentar-se
perto do fogão de lenha da minha casa.
Chegou sem alarde, retirou o chapéu da cabeça
e buscou um copo de água no pote de barro
que ficava num lugar de sombra constante.
Ele tinha feições de homem feliz, realizado.
Parecia imerso na alegria que é própria
de quem cumpriu a sina do dia e que agora
recolhe a alegria cotidiana que lhe cabe.
Eu olhava e pensava:
Como é bom ter Deus dentro de casa!
Como é bom viver essa hora da vida
em que tenho direito de ter um Deus só pra mim.
Cair nos seus braços, bagunçar-lhe os cabelos,
puxar a caneta do seu bolso
e pedir que ele desenhasse um relógio
bem bonito no meu braço.
Mas aquele homem não era Deus,
aquele homem era o meu pai.
E foi assim que descobri
que meu pai, com seu jeito finito de ser Deus,
revelava-me Deus com seu jeito infinito de ser homem.
(padre Fábio de Melo; texto disponível aqui )
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Juventude em marcha contra a violência (Semana do Estudante 01)
A Pastoral da Juventude Estudantil, juntamente com outras pastorais de juventude da Igreja católica, promove entre os dias 10 e 16 de agosto, a Semana do Estudante 2009, com o lema “Juventude em marcha contra a violência”. O tema segue a perspectiva da Campanha da Fraternidade 2009 “A paz é fruto da justiça (Is 32, 17)”, com o desafio de denunciar a violência contra a juventude e anunciar uma alternativa inspirada na Boa Nova trazida ao mundo por Jesus Cristo. Essa alternativa à qual ansiamos passa pela movimentação organizada da juventude, embora não se esgote nela. O protagonismo juvenil é um princípio permanente para nós e hoje, mais do que nunca, precisa ser reforçado como condição indispensável à construção de uma sociedade mais justa e fraterna. Para refletir sobre o tema, a Pastoral da Juventude propõe 3 eixos, que vamos refletir nos próximos dias: Sede de Justiça, Construção da Paz e Mobilização.
Sede de justiça
Na medida em que nos deparamos com as mais diversas formas de violência, não podemos perder de vista a capacidade de nos indignarmos, a sensibilidade necessária e a consequente sede de justiça. Inspirados pelo Evangelho, não conseguimos ficar calados nem parados diante das injustiças: estamos atentos para não sermos cúmplices de todo tipo de violência que afasta as pessoas umas das outras e, portanto, as afasta de Deus. Também encontramos força para lutar contra o projeto de sociedade que gera violência, atingindo principalmente a juventude. Nossa fome por mudanças aumenta e, à luz da Palavra de Deus, cremos que podemos ser saciados.
Ter sede de justiça é ter sede de vida! Pense um pouco: como podemos lutar por uma vida justa e digna?
(adaptado de subsídio da Semana do Estudante 2009, elaborado pela Pastoral da Juventude da CNBB, disponível aqui )
Ter sede de justiça é ter sede de vida! Pense um pouco: como podemos lutar por uma vida justa e digna?
(adaptado de subsídio da Semana do Estudante 2009, elaborado pela Pastoral da Juventude da CNBB, disponível aqui )
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Vocação para os Ministérios Ordenados (Mês Vocacional 02)
Nossa vocação fundamental – de seres humanos, de Filhos de Deus – realiza-se de uma forma específica para cada pessoa dentro da Igreja. Entre as várias possibilidades, existem aqueles que recebem o sacramento da Ordem, ou seja, os diáconos, os padres e os bispos. São ordenados para o serviço à comunidade, para organizar os demais serviços. Trata-se de um ministério em função dos outros serviços da comunidade.
Desde que Jesus confiou a São Pedro o cuidado e pastoreio do rebanho, a Igreja sabe que a origem do ministério ordenado está no seguimento de Jesus e no seu chamado aos apóstolos, a quem confiou a missão de evangelizar. Ao padre - pai - compete ser sinal da unidade de todo o povo de Deus, contribuindo, pela caridade pastoral, para a edificação e o crescimento da comunidade, de forma que ela seja cada vez mais evangelizadora e missionária. Realizando, assim, a missão recebida de Deus como um dom, os ministros ordenados podem proclamar: “Há esperança no caminho!”
Vamos rezar para que os jovens chamados por Deus para os ministérios ordenados sejam perseverantes em sua caminhada de discernimento e formação, preparando-se integralmente para o serviço ao Povo de Deus.
(adaptado do folder do Mês Vocacional 2009, produzido pela CNBB, disponível aqui e de texto disponível aqui )
Desde que Jesus confiou a São Pedro o cuidado e pastoreio do rebanho, a Igreja sabe que a origem do ministério ordenado está no seguimento de Jesus e no seu chamado aos apóstolos, a quem confiou a missão de evangelizar. Ao padre - pai - compete ser sinal da unidade de todo o povo de Deus, contribuindo, pela caridade pastoral, para a edificação e o crescimento da comunidade, de forma que ela seja cada vez mais evangelizadora e missionária. Realizando, assim, a missão recebida de Deus como um dom, os ministros ordenados podem proclamar: “Há esperança no caminho!”
Vamos rezar para que os jovens chamados por Deus para os ministérios ordenados sejam perseverantes em sua caminhada de discernimento e formação, preparando-se integralmente para o serviço ao Povo de Deus.
(adaptado do folder do Mês Vocacional 2009, produzido pela CNBB, disponível aqui e de texto disponível aqui )
terça-feira, 4 de agosto de 2009
O que é vocação? (Mês Vocacional 01)
Neste mês de agosto, a Igreja nos propõe refletirmos sobre as vocações. Você sabe o que é isso?
A palavra vocação vem do latim “vocare” que significa chamado. Todos nós somos chamados, de uma forma ou de outra a fazer algo, a alguma coisa. E quem chama sempre deseja alguma resposta da pessoa a quem chama. Deus não age de forma diferente. Só que, ao chamar, antes de pedir, Ele dá. Deus chamando o homem lhe dá a vida, a existência, e com a vida, dá-lhe também a liberdade.
Depois de ter chamado o homem para a vida, Deus torna a chamá-lo, porque há muitas coisas que Deus deseja fazer no mundo através do homem. Deus não quer mais agir sozinho. Por isso, quando Deus chama, Ele chama para pedir alguma coisa, confiar alguma missão. O chamado de Deus é sempre um desafio:
1. Ao sermos chamados à vida, nos comprometemos a cumprir uma determinada missão para que todos os outros possam viver bem. 2. Ao sermos chamados à fé, pelo batismo, nos comprometemos a seguir os ensinamentos de Jesus Cristo e a colaborar com os homens na busca da verdade e do bem, vivendo como irmãos. 3. Ao sermos chamados a um estado de vida (sacerdotal, religiosa, matrimonial) assumimos um compromisso específico com a comunidade humana, de ajudá-la a encontrar a felicidade.
Para que isso aconteça é indispensável que cada um faça desabrochar e fortificar a vocação que está em seu interior. As capacidades e dons que temos devem estar voltados para as necessidades dos outros. Quanto mais o homem está voltado para o outro, mais realizado e feliz será. O verdadeiro amor é o que busca a felicidade do outro e não a própria.
E você? Já pensou sobre a sua vocação? Qual o chamado de Deus para você?
(adaptado de texto elaborado pelo Serviço de Animação Vocacional, disponível aqui )
A palavra vocação vem do latim “vocare” que significa chamado. Todos nós somos chamados, de uma forma ou de outra a fazer algo, a alguma coisa. E quem chama sempre deseja alguma resposta da pessoa a quem chama. Deus não age de forma diferente. Só que, ao chamar, antes de pedir, Ele dá. Deus chamando o homem lhe dá a vida, a existência, e com a vida, dá-lhe também a liberdade.
Depois de ter chamado o homem para a vida, Deus torna a chamá-lo, porque há muitas coisas que Deus deseja fazer no mundo através do homem. Deus não quer mais agir sozinho. Por isso, quando Deus chama, Ele chama para pedir alguma coisa, confiar alguma missão. O chamado de Deus é sempre um desafio:
1. Ao sermos chamados à vida, nos comprometemos a cumprir uma determinada missão para que todos os outros possam viver bem. 2. Ao sermos chamados à fé, pelo batismo, nos comprometemos a seguir os ensinamentos de Jesus Cristo e a colaborar com os homens na busca da verdade e do bem, vivendo como irmãos. 3. Ao sermos chamados a um estado de vida (sacerdotal, religiosa, matrimonial) assumimos um compromisso específico com a comunidade humana, de ajudá-la a encontrar a felicidade.
Para que isso aconteça é indispensável que cada um faça desabrochar e fortificar a vocação que está em seu interior. As capacidades e dons que temos devem estar voltados para as necessidades dos outros. Quanto mais o homem está voltado para o outro, mais realizado e feliz será. O verdadeiro amor é o que busca a felicidade do outro e não a própria.
E você? Já pensou sobre a sua vocação? Qual o chamado de Deus para você?
(adaptado de texto elaborado pelo Serviço de Animação Vocacional, disponível aqui )
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Bem-vindos!!
“Você que está chegando, bem-vindo, seja bem-vindo! Só estava faltando você aqui!”
A letra dessa música explica muito bem o que todos nós estávamos sentindo: a escola estava muito triste sem vocês, alunos e professores. Vocês trazem vida para a escola! Aliás, vocês são a vida de nossa escola. Sejam bem-vindos!! Vamos recomeçar as aulas reencontrando os amigos, os professores, ouvindo e contando histórias. Mas também vamos recomeçar nossas atividades de estudo, cumprindo nossas responsabilidades e procurando enfrentar nossas dificuldades. O 2º semestre é a reta final do ano letivo. É o período decisivo para muitos que precisam melhorar suas notas. Por isso, mãos à obra! Comece desde já a organizar suas coisas e a retomar o ritmo da escola.
Tudo isso para que você possa curtir as próximas férias com tranquilidade.E para retomar as nossas reflexões com a Oração do Dia, vamos refletir sobre o que podemos fazer quando todo mundo diz que não há nada mais a fazer. Você já ouviu falar em “sopa de pedra”?
A letra dessa música explica muito bem o que todos nós estávamos sentindo: a escola estava muito triste sem vocês, alunos e professores. Vocês trazem vida para a escola! Aliás, vocês são a vida de nossa escola. Sejam bem-vindos!! Vamos recomeçar as aulas reencontrando os amigos, os professores, ouvindo e contando histórias. Mas também vamos recomeçar nossas atividades de estudo, cumprindo nossas responsabilidades e procurando enfrentar nossas dificuldades. O 2º semestre é a reta final do ano letivo. É o período decisivo para muitos que precisam melhorar suas notas. Por isso, mãos à obra! Comece desde já a organizar suas coisas e a retomar o ritmo da escola.
Tudo isso para que você possa curtir as próximas férias com tranquilidade.E para retomar as nossas reflexões com a Oração do Dia, vamos refletir sobre o que podemos fazer quando todo mundo diz que não há nada mais a fazer. Você já ouviu falar em “sopa de pedra”?
Sopa para todos
Um estrangeiro, que se dirigia a uma pequena vila, parou diante de uma pobre cabana e pediu à senhora, que estava sentada diante da porta, qualquer coisa para comer.
- Sinto muito, senhor, mas não tenho nada.
- Não se preocupe, disse o estrangeiro. Eu tenho na sacola uma pedra para sopa. Se a senhora deixar que eu a coloque numa panela de água fervendo, eu preparo a mais deliciosa sopa do mundo. Preciso apenas e uma panela grande, por favor.
A senhora estava curiosa. Deu-lhe a panela e foi confiar o segredo da pedra para a sopa a uma vizinha. Quando a água começou a ferver, estavam aí todos os vizinhos para ver o estrangeiro e a sua pedra. Ele colocou a pedra na água, depois experimentou e disse com simplicidade:
- Que delícia! Falta só um pouco de batata.
- Eu tenho batatas na cozinha, disse uma vizinha.
Poucos minutos depois estava de volta com uma grande quantidade de batatas cortadas em pedaços, que foram colocados na panela. O estrangeiro experimentou novamente:
- Excelente... Se houvesse um pouco de carne e um pouco de verdura, teria um sabor refinado.
Outra mulher correu até sua casa para pegar um pouco de carne e outra foi buscar verduras. Depois de colocar tudo na panela, o estrangeiro experimentou o caldo e disse:
- Falta um pouco de sal.
- Ei-lo, disse a dona da casa.
- Tigelas e pratos para todos! - falou o estrangeiro.
As pessoas correram para pegar pratos e tigelas, e alguns trouxeram também frutas e mandioca. Todos se sentaram em torno ao estrangeiro que distribuía a sopa para todos em abundância.
Todos sentiram uma estranha felicidade: riam, falavam, comiam juntos. O estrangeiro, depois de permanecer um pouco com eles, desapareceu silenciosamente, em meio à alegria geral. Deixou, porém a pedra milagrosa para que pudessem usá-la todas as vezes que quisessem preparar a melhor sopa do mundo.
(Anthony de Mello, disponível aqui )
- Sinto muito, senhor, mas não tenho nada.
- Não se preocupe, disse o estrangeiro. Eu tenho na sacola uma pedra para sopa. Se a senhora deixar que eu a coloque numa panela de água fervendo, eu preparo a mais deliciosa sopa do mundo. Preciso apenas e uma panela grande, por favor.
A senhora estava curiosa. Deu-lhe a panela e foi confiar o segredo da pedra para a sopa a uma vizinha. Quando a água começou a ferver, estavam aí todos os vizinhos para ver o estrangeiro e a sua pedra. Ele colocou a pedra na água, depois experimentou e disse com simplicidade:
- Que delícia! Falta só um pouco de batata.
- Eu tenho batatas na cozinha, disse uma vizinha.
Poucos minutos depois estava de volta com uma grande quantidade de batatas cortadas em pedaços, que foram colocados na panela. O estrangeiro experimentou novamente:
- Excelente... Se houvesse um pouco de carne e um pouco de verdura, teria um sabor refinado.
Outra mulher correu até sua casa para pegar um pouco de carne e outra foi buscar verduras. Depois de colocar tudo na panela, o estrangeiro experimentou o caldo e disse:
- Falta um pouco de sal.
- Ei-lo, disse a dona da casa.
- Tigelas e pratos para todos! - falou o estrangeiro.
As pessoas correram para pegar pratos e tigelas, e alguns trouxeram também frutas e mandioca. Todos se sentaram em torno ao estrangeiro que distribuía a sopa para todos em abundância.
Todos sentiram uma estranha felicidade: riam, falavam, comiam juntos. O estrangeiro, depois de permanecer um pouco com eles, desapareceu silenciosamente, em meio à alegria geral. Deixou, porém a pedra milagrosa para que pudessem usá-la todas as vezes que quisessem preparar a melhor sopa do mundo.
(Anthony de Mello, disponível aqui )
terça-feira, 30 de junho de 2009
Férias!!
Amanhã começam as tão esperadas férias. Depois de um semestre de estudos, temos um merecido período de descanso. Então, aproveite! Faça as coisas que você mais gosta: brinque, jogue, passeie, conheça lugares novos, pessoas novas. Enfim, divirta-se! Mas não se esqueça de descansar também.
No meio disso tudo, reserve um tempinho para cuidar de você. Pense nos seus sonhos, nos seus projetos. Pense em como foi o seu primeiro semestre, aquilo que foi bom e aquilo que precisa mudar.
Assim, quando você voltar das férias, além de ter descansado e se divertido, você estará em condições de retomar a sua jornada rumo aos seus sonhos e com as energias renovadas para enfrentar o que vem pela frente.
Boas férias!!
No meio disso tudo, reserve um tempinho para cuidar de você. Pense nos seus sonhos, nos seus projetos. Pense em como foi o seu primeiro semestre, aquilo que foi bom e aquilo que precisa mudar.
Assim, quando você voltar das férias, além de ter descansado e se divertido, você estará em condições de retomar a sua jornada rumo aos seus sonhos e com as energias renovadas para enfrentar o que vem pela frente.
Boas férias!!
segunda-feira, 29 de junho de 2009
A flor e a borboleta
Certa vez, um homem pediu a Deus uma flor e uma borboleta. Mas Deus lhe deu um cacto e uma lagarta.
O homem ficou triste pois não entendeu o porquê do seu pedido vir errado. Daí pensou: “Também, com tanta gente para atender...” E resolveu não questionar.
Passado algum tempo, o homem foi verificar o presente que deixara esquecido. Para sua surpresa, do espinhoso e feio cacto havia nascido a mais bela das flores. E a horrível lagarta transformara-se em uma belíssima borboleta.
Se você pediu a Deus uma coisa e recebeu outra, confie. Tenha a certeza de que Ele sempre dá o que você precisa, no momento certo. O espinho de hoje pode ser a flor de amanhã!
(autor desconhecido; contribuição da aluna Laura, do 9º ano A, integrante do Grupo da Pastoral)
O homem ficou triste pois não entendeu o porquê do seu pedido vir errado. Daí pensou: “Também, com tanta gente para atender...” E resolveu não questionar.
Passado algum tempo, o homem foi verificar o presente que deixara esquecido. Para sua surpresa, do espinhoso e feio cacto havia nascido a mais bela das flores. E a horrível lagarta transformara-se em uma belíssima borboleta.
Se você pediu a Deus uma coisa e recebeu outra, confie. Tenha a certeza de que Ele sempre dá o que você precisa, no momento certo. O espinho de hoje pode ser a flor de amanhã!
(autor desconhecido; contribuição da aluna Laura, do 9º ano A, integrante do Grupo da Pastoral)
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Se...
Se eu pudesse deixar algum presente a você,
deixaria aceso o sentimento de amar a vida dos seres humanos.
A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora.
Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem.
A capacidade de escolher novos rumos.
Deixaria para você, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável:
Além do pão, o trabalho.
Além do trabalho, a ação.
E, quando tudo mais faltasse, um segredo:
O de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída.
(Gandhi; texto disponível aqui )
deixaria aceso o sentimento de amar a vida dos seres humanos.
A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora.
Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem.
A capacidade de escolher novos rumos.
Deixaria para você, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável:
Além do pão, o trabalho.
Além do trabalho, a ação.
E, quando tudo mais faltasse, um segredo:
O de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída.
(Gandhi; texto disponível aqui )
quinta-feira, 25 de junho de 2009
A Escola
Escola é o lugar onde se faz amigos. Não se trata só de prédios, salas, quadros, Programas, horários, conceitos... Escola é, sobretudo, gente. Gente que trabalha, que estuda, Que se alegra, se conhece, se estima. O diretor é gente. O coordenador é gente, o professor é gente. O aluno é gente. Cada funcionário é gente.
A escola será cada vez melhor na medida em que cada um se comporte como colega, amigo, irmão. Nada de “ilha cercada de gente por todos os lados”. Nada de conviver com as pessoas e depois descobrir que não tem amizade a ninguém. Nada de ser como o tijolo que forma a parede, indiferente, frio, só.
Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar. É também criar laços de amizade, é criar ambiente de camaradagem, é conviver, é se “amarrar nela”!
Ora, é lógico! Numa escola assim vai ser fácil estudar, trabalhar, crescer, fazer amigos, educar-se,
Ser feliz.
(Paulo Freire, educador brasileiro; texto disponível aqui )
A escola será cada vez melhor na medida em que cada um se comporte como colega, amigo, irmão. Nada de “ilha cercada de gente por todos os lados”. Nada de conviver com as pessoas e depois descobrir que não tem amizade a ninguém. Nada de ser como o tijolo que forma a parede, indiferente, frio, só.
Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar. É também criar laços de amizade, é criar ambiente de camaradagem, é conviver, é se “amarrar nela”!
Ora, é lógico! Numa escola assim vai ser fácil estudar, trabalhar, crescer, fazer amigos, educar-se,
Ser feliz.
(Paulo Freire, educador brasileiro; texto disponível aqui )
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Prece ao Deus da Vida
Ó Deus da luzes, acende mais estrelas sobre a névoa que polui o nosso universo.
Ó Deus das águas, enche tuas ternas mãos nos mananciais dos nossos rios e irriga o jardim do teu planeta.
Ó Deus das plantas, cultiva as tuas árvores floridas nas clareiras abertas em nossas florestas.
Ó Deus das sementes, colhe as tuas searas nas nossas lavouras libertadas de venenos.
Ó Deus das criaturas, esconde os teus animais inocentes do olhar das pessoas destruidoras.
Ó Deus das crianças, amacia mais o colo das mães para os teus bebês, que querem nascer.
Ó Deus dos adolescentes, amplia os sonhos de vida, com a tua presença.
Ó Deus dos jovens, caminha lado a lado com os que te querem por companheiro.
Ó Deus dos adultos, inspira projetos que construam, no nosso mundo, os teus sonhos.
Ó Deus dos anciãos, não esqueças que és eterno e eles vivem no tempo.
Ó Deus das famílias, onde guardaste a planta do paraíso terrestre? Procura-a. Nós a queremos para construir nossos lares.
Ó Deus das vozes e das harmonias, rege a paz nos gorjeios das tuas aves e nos cânticos dos nossos corais.
Ó Deus das artes, vem dançar e tocar em todos os nossos espaços sagrados.
Ó Deus das preces, faz o mundo inteiro ouvir a tua voz orante nos acalantos da natureza e nas rezas dos nosso templos.
Ó Deus dos amores, encobre todas as criaturas com o manto protetor de teu olhar.
(Maria Inês Carniato, texto disponível aqui )
Ó Deus das águas, enche tuas ternas mãos nos mananciais dos nossos rios e irriga o jardim do teu planeta.
Ó Deus das plantas, cultiva as tuas árvores floridas nas clareiras abertas em nossas florestas.
Ó Deus das sementes, colhe as tuas searas nas nossas lavouras libertadas de venenos.
Ó Deus das criaturas, esconde os teus animais inocentes do olhar das pessoas destruidoras.
Ó Deus das crianças, amacia mais o colo das mães para os teus bebês, que querem nascer.
Ó Deus dos adolescentes, amplia os sonhos de vida, com a tua presença.
Ó Deus dos jovens, caminha lado a lado com os que te querem por companheiro.
Ó Deus dos adultos, inspira projetos que construam, no nosso mundo, os teus sonhos.
Ó Deus dos anciãos, não esqueças que és eterno e eles vivem no tempo.
Ó Deus das famílias, onde guardaste a planta do paraíso terrestre? Procura-a. Nós a queremos para construir nossos lares.
Ó Deus das vozes e das harmonias, rege a paz nos gorjeios das tuas aves e nos cânticos dos nossos corais.
Ó Deus das artes, vem dançar e tocar em todos os nossos espaços sagrados.
Ó Deus das preces, faz o mundo inteiro ouvir a tua voz orante nos acalantos da natureza e nas rezas dos nosso templos.
Ó Deus dos amores, encobre todas as criaturas com o manto protetor de teu olhar.
(Maria Inês Carniato, texto disponível aqui )
terça-feira, 23 de junho de 2009
De tudo um pouco (2)
Que você tenha, de tudo, um pouco:
FELICIDADE: Para você descobri-la dentro de você e doá-la a quem precisar.
AMIZADE: Para você descobrir que, quem tem um amigo, tem um tesouro.
ESPERANÇA: Para fazer você acreditar na vida e se sentir uma eterna criança.
DESEJOS: Para alimentar o seu corpo, dando prazer ao seu espírito.
SONHOS: Para poder, todos os dias, alimentar a sua alma.
AMOR: Para você ter alguém para amar e sentir-se amado. Para você se sentir feliz a cada amanhecer e saber que o Amor é a razão maior para viver.
Tenha de tudo, um pouco... e seja feliz!
(adaptado de texto de Lisiê Silva; disponível aqui )
FELICIDADE: Para você descobri-la dentro de você e doá-la a quem precisar.
AMIZADE: Para você descobrir que, quem tem um amigo, tem um tesouro.
ESPERANÇA: Para fazer você acreditar na vida e se sentir uma eterna criança.
DESEJOS: Para alimentar o seu corpo, dando prazer ao seu espírito.
SONHOS: Para poder, todos os dias, alimentar a sua alma.
AMOR: Para você ter alguém para amar e sentir-se amado. Para você se sentir feliz a cada amanhecer e saber que o Amor é a razão maior para viver.
Tenha de tudo, um pouco... e seja feliz!
(adaptado de texto de Lisiê Silva; disponível aqui )
segunda-feira, 22 de junho de 2009
De tudo um pouco (1)
Que você tenha, de tudo, um pouco:
SENSIBILIDADE: Para não ficar indiferente diante das belezas da vida.
CORAGEM: Para colocar a timidez de lado e poder realizar o que tem vontade.
SOLIDARIEDADE: Para não ficar neutro diante do sofrimento da humanidade.
BONDADE: Para não desviar os olhos de quem lhe pede uma ajuda.
TRANQUILIDADE: Para quando chegar ao fim do dia, poder deitar e dormir o sono dos anjos.
ALEGRIA: Para você distribuí-la, colocando um sorriso no rosto de alguém.
HUMILDADE: Para você reconhecer aquilo que você não é.
AMOR PRÓPRIO: Para você perceber suas qualidades e gostar do que vê por dentro.
FÉ: Para guiar, sustentar e manter você de pé.
SINCERIDADE: Para você ser verdadeiro, gostar de você mesmo e viver melhor.
(adaptado de texto de Lisiê Silva; disponível aqui )
SENSIBILIDADE: Para não ficar indiferente diante das belezas da vida.
CORAGEM: Para colocar a timidez de lado e poder realizar o que tem vontade.
SOLIDARIEDADE: Para não ficar neutro diante do sofrimento da humanidade.
BONDADE: Para não desviar os olhos de quem lhe pede uma ajuda.
TRANQUILIDADE: Para quando chegar ao fim do dia, poder deitar e dormir o sono dos anjos.
ALEGRIA: Para você distribuí-la, colocando um sorriso no rosto de alguém.
HUMILDADE: Para você reconhecer aquilo que você não é.
AMOR PRÓPRIO: Para você perceber suas qualidades e gostar do que vê por dentro.
FÉ: Para guiar, sustentar e manter você de pé.
SINCERIDADE: Para você ser verdadeiro, gostar de você mesmo e viver melhor.
(adaptado de texto de Lisiê Silva; disponível aqui )
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Sementes de um futuro bom
Somos a semente do amanhã
quando em nossa alma carregamos o respeito pela vida,
quando tratamos o outro como irmão,
quando não nos desprendemos do nosso ideal.
Fazendo o sonho acontecer, caminhando juntos,
entendendo a fragilidade do próximo,
sem o menosprezar ou simplesmente trocá-lo como se fosse mercadoria.
A semente do amanhã que se planta no presente,
ela tem como essência o brilho na certeza de construir o reino de Deus e
assim abrir as portas para o novo que vem.
Não sabemos tudo o que nos aguarda, mas podemos ter uma idéia,
se olharmos claramente para o nosso presente,
pois é no hoje que tecemos a roupa do futuro,
a forma da qual seremos vistos.
Se quisermos justiça, sejamos justos;
Se quisermos união, sejamos íntegros;
Se quisermos respeito, sejamos sinceros;
Se quisermos compreensão, sejamos pacientes;
Se quisermos paz, sejamos construtores;
Se quisermos um mundo novo, então sejamos essa mudança.
Não tem como sonhar com um grande lar se os moradores não se entendem, não se respeitam.
É preciso arregaçar as mangas e fazer acontecer, a exemplo de Cristo,
e assim cativar a todos, através de nosso compromisso de luta
e de amor ao próximo, onde as palavras ganham vida nos nossos atos diários.
Somos a sementinha do que há de ser.
Sejamos conscientes e que o Deus dos nossos corações nos abençoe sempre.
(texto de Mário Sioli, disponível aqui )
quando em nossa alma carregamos o respeito pela vida,
quando tratamos o outro como irmão,
quando não nos desprendemos do nosso ideal.
Fazendo o sonho acontecer, caminhando juntos,
entendendo a fragilidade do próximo,
sem o menosprezar ou simplesmente trocá-lo como se fosse mercadoria.
A semente do amanhã que se planta no presente,
ela tem como essência o brilho na certeza de construir o reino de Deus e
assim abrir as portas para o novo que vem.
Não sabemos tudo o que nos aguarda, mas podemos ter uma idéia,
se olharmos claramente para o nosso presente,
pois é no hoje que tecemos a roupa do futuro,
a forma da qual seremos vistos.
Se quisermos justiça, sejamos justos;
Se quisermos união, sejamos íntegros;
Se quisermos respeito, sejamos sinceros;
Se quisermos compreensão, sejamos pacientes;
Se quisermos paz, sejamos construtores;
Se quisermos um mundo novo, então sejamos essa mudança.
Não tem como sonhar com um grande lar se os moradores não se entendem, não se respeitam.
É preciso arregaçar as mangas e fazer acontecer, a exemplo de Cristo,
e assim cativar a todos, através de nosso compromisso de luta
e de amor ao próximo, onde as palavras ganham vida nos nossos atos diários.
Somos a sementinha do que há de ser.
Sejamos conscientes e que o Deus dos nossos corações nos abençoe sempre.
(texto de Mário Sioli, disponível aqui )
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Mãos que falam de Deus
Mãos que tecem a vida
Mãos escondidas, mãos cheias de amor
Mãos calejadas, sagradas
Mãos crucificadas, para aliviar a dor
Mãos empunhadas na luta
Mãos na labuta e na luta do irmão
Mãos que acenam e consolam
que agradam e tocam no meu coração.
Toma, Senhor, tudo é teu.
Estas mãos me falam de Deus.
Mãos que acalentam crianças
Cheias de esperança, se juntam em preces
Mãos que esperam, alcançam
que tocam e sentem e muito agradecem
Mãos que estão sempre abertas
que rasgam a terra e matam a fome do irmão.
Mãos que escrevem, acolhem
Mãos santificadas, amassam o pão
Mãos que muito abençoam
Mãos que perdoam e colhem a flor
Mãos que acariciam e curam
que buscam socorro e alívio na dor
Mãos que levantam caídos
Acolhem feridos, dizem: Deus é amor
Mãos cheias de ternura
Regaço seguro, ninho acolhedor
(texto de Frei Jurandir, ofm, disponível aqui )
Mãos escondidas, mãos cheias de amor
Mãos calejadas, sagradas
Mãos crucificadas, para aliviar a dor
Mãos empunhadas na luta
Mãos na labuta e na luta do irmão
Mãos que acenam e consolam
que agradam e tocam no meu coração.
Toma, Senhor, tudo é teu.
Estas mãos me falam de Deus.
Mãos que acalentam crianças
Cheias de esperança, se juntam em preces
Mãos que esperam, alcançam
que tocam e sentem e muito agradecem
Mãos que estão sempre abertas
que rasgam a terra e matam a fome do irmão.
Mãos que escrevem, acolhem
Mãos santificadas, amassam o pão
Mãos que muito abençoam
Mãos que perdoam e colhem a flor
Mãos que acariciam e curam
que buscam socorro e alívio na dor
Mãos que levantam caídos
Acolhem feridos, dizem: Deus é amor
Mãos cheias de ternura
Regaço seguro, ninho acolhedor
(texto de Frei Jurandir, ofm, disponível aqui )
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Colcha de retalhos
Senhor, outro dia fiz uma colcha de retalhos.
Ao pegar cada pedaço, recordava de pessoas, acontecimentos...
Como se cada um tivesse sua história para contar.
Fui costurar.
Cores que à primeira vista não combinavam, padrões e desenhos totalmente diferentes, tudo se juntou.
A colcha ficou pronta. E como ficou bonita! E fico pensando:
Tu criaste todos os seres diferentes. Ninguém é igual ao outro.
Nada de repetição, de monotonia. E não são diferentes só fisicamente.
Todos pensam diferente, sentem diferente, agem diferente.
Um completa o outro. Um apóia o outro...
Que maravilha é uma "colcha" de tantos seres diferentes, formando a humanidade.
Por que quero que todos sejam iguais, pensem igual, sintam igual?
Eu sou um pedacinho no grande conjunto.
Embelezo sua criação de um determinado modo.
Outros realçam outras cores, outros padrões.
Importante é querer ser "costurado" aos outros retalhos e não ficar isolado.
Todos unidos à procura da união e da fraternidade, cada um do seu modo, formam a grande colcha da unidade na pluralidade.
Obrigada, Senhor!
(Inês Broshuis; texto disponível aqui )
Ao pegar cada pedaço, recordava de pessoas, acontecimentos...
Como se cada um tivesse sua história para contar.
Fui costurar.
Cores que à primeira vista não combinavam, padrões e desenhos totalmente diferentes, tudo se juntou.
A colcha ficou pronta. E como ficou bonita! E fico pensando:
Tu criaste todos os seres diferentes. Ninguém é igual ao outro.
Nada de repetição, de monotonia. E não são diferentes só fisicamente.
Todos pensam diferente, sentem diferente, agem diferente.
Um completa o outro. Um apóia o outro...
Que maravilha é uma "colcha" de tantos seres diferentes, formando a humanidade.
Por que quero que todos sejam iguais, pensem igual, sintam igual?
Eu sou um pedacinho no grande conjunto.
Embelezo sua criação de um determinado modo.
Outros realçam outras cores, outros padrões.
Importante é querer ser "costurado" aos outros retalhos e não ficar isolado.
Todos unidos à procura da união e da fraternidade, cada um do seu modo, formam a grande colcha da unidade na pluralidade.
Obrigada, Senhor!
(Inês Broshuis; texto disponível aqui )
terça-feira, 16 de junho de 2009
Precisamos de humanidade
O caminho da vida pode ser o caminho da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma dos homens, levantou no mundo as muralhas do ódio e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.
(trecho de “O último discurso” do filme “O grande ditador”, de Charles Chaplin, disponível aqui )
(trecho de “O último discurso” do filme “O grande ditador”, de Charles Chaplin, disponível aqui )
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Viva como as flores
Um jovem aprendiz, cansado da convivência com as pessoas, pede orientações a seu mestre:
– Mestre, como faço para não me aborrecer? Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes. Algumas são indiferentes. Sinto ódio das que são mentirosas e ainda sofro com as que caluniam.
– Pois viva como as flores – advertiu o mestre.
– Como é viver como as flores? – perguntou o discípulo.
– Repare nestas flores – continuou o mestre, apontando lírios que cresciam no jardim. – Elas nascem no esterco, entretanto, são puras e perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas. É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o importunem. Os defeitos deles são deles e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimento. Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo o mal que vem de fora. Isso é viver como as flores.
(autor desconhecido; texto disponível aqui )
– Mestre, como faço para não me aborrecer? Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes. Algumas são indiferentes. Sinto ódio das que são mentirosas e ainda sofro com as que caluniam.
– Pois viva como as flores – advertiu o mestre.
– Como é viver como as flores? – perguntou o discípulo.
– Repare nestas flores – continuou o mestre, apontando lírios que cresciam no jardim. – Elas nascem no esterco, entretanto, são puras e perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas. É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o importunem. Os defeitos deles são deles e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimento. Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo o mal que vem de fora. Isso é viver como as flores.
(autor desconhecido; texto disponível aqui )
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Prece pelos namorados
Mestre, abençoe todos os namorados
que de mãos dadas buscam a felicidade,
vivendo a cada encontro a magia,
a chama do amor em seus corações.
Faça com que eles se descubram,
se compreendam
e que formem com ternura e encanto,
carinho e esperança, uma eterna aliança.
Ilumine-os para que sejam unidos e perseverantes
nos sonhos que desejam realizar juntos,
e que aprendam a se amar
em constante sintonia.
Permita, Senhor, que no destino
de todos os casais enamorados
o amor seja uma inesgotável energia,
a razão incondicional
para vencerem todos os desafios,
o motivo para celebrarem vitórias
sem jamais deixar de namorar
por toda a vida. Amém.
(Luizinho Bastos; texto disponível aqui )
que de mãos dadas buscam a felicidade,
vivendo a cada encontro a magia,
a chama do amor em seus corações.
Faça com que eles se descubram,
se compreendam
e que formem com ternura e encanto,
carinho e esperança, uma eterna aliança.
Ilumine-os para que sejam unidos e perseverantes
nos sonhos que desejam realizar juntos,
e que aprendam a se amar
em constante sintonia.
Permita, Senhor, que no destino
de todos os casais enamorados
o amor seja uma inesgotável energia,
a razão incondicional
para vencerem todos os desafios,
o motivo para celebrarem vitórias
sem jamais deixar de namorar
por toda a vida. Amém.
(Luizinho Bastos; texto disponível aqui )
terça-feira, 9 de junho de 2009
Meu nome é Felicidade
Faço parte da vida daqueles que tem amigos, pois ter amigos é ser feliz. Faço parte da vida daqueles que vivem cercados por pessoas como você, pois viver assim é ser feliz! Faço parte da vida daqueles que acreditam que ontem é passado, amanhã é futuro e hoje é uma dádiva, por isso chamado presente. Faço parte da vida daqueles que acreditam na força do Amor, que acreditam que para uma história bonita não há ponto final.
Eu sou casada sabiam? Sou casada com o Tempo. Ah! O meu marido é lindo! Ele é responsável pela resolução de todos os problemas, ele constrói corações, ele cura machucados, ele vence a Tristeza.
Juntos, eu e o Tempo tivemos três filhos: Amizade, Sabedoria, e Amor. Amizade é a filha mais velha. Uma menina linda, sincera, alegre. A Amizade brilha como o sol. Amizade une pessoas, pretende nunca ferir, sempre consolar.
A do meio é a Sabedoria, culta, íntegra, sempre foi mais apegada ao pai, o Tempo. A Sabedoria e o Tempo andam sempre juntos!
O caçula é o Amor. Ah! Como esse me dá trabalho! É teimoso, às vezes só quer morar em um lugar... Eu vivo dizendo: Amor, você foi feito para morar em dois corações, não em apenas um. O Amor é complexo, mas é lindo, muito lindo! Quando ele começa a fazer estragos eu chamo logo o pai dele, o Tempo, e aí... O Tempo sai fechando todas as feridas que o Amor abriu!
Por isso, acredite sempre na minha família. Acredite no Tempo, na Amizade, na Sabedoria e, principalmente no Amor. Aí, quem sabe um dia, eu, a Felicidade, não bato na sua porta?!?
(autor desconhecido)
Eu sou casada sabiam? Sou casada com o Tempo. Ah! O meu marido é lindo! Ele é responsável pela resolução de todos os problemas, ele constrói corações, ele cura machucados, ele vence a Tristeza.
Juntos, eu e o Tempo tivemos três filhos: Amizade, Sabedoria, e Amor. Amizade é a filha mais velha. Uma menina linda, sincera, alegre. A Amizade brilha como o sol. Amizade une pessoas, pretende nunca ferir, sempre consolar.
A do meio é a Sabedoria, culta, íntegra, sempre foi mais apegada ao pai, o Tempo. A Sabedoria e o Tempo andam sempre juntos!
O caçula é o Amor. Ah! Como esse me dá trabalho! É teimoso, às vezes só quer morar em um lugar... Eu vivo dizendo: Amor, você foi feito para morar em dois corações, não em apenas um. O Amor é complexo, mas é lindo, muito lindo! Quando ele começa a fazer estragos eu chamo logo o pai dele, o Tempo, e aí... O Tempo sai fechando todas as feridas que o Amor abriu!
Por isso, acredite sempre na minha família. Acredite no Tempo, na Amizade, na Sabedoria e, principalmente no Amor. Aí, quem sabe um dia, eu, a Felicidade, não bato na sua porta?!?
(autor desconhecido)
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Corpus Christi: a festa do Corpo de Deus
Na festa de Corpus Christi, a Igreja Católica celebra a presença de Cristo na Eucaristia. É uma festa móvel, cuja data é definida a partir da Páscoa. Como a Eucaristia foi celebrada pela primeira vez na Quinta-feira Santa, Corpus Christi se celebra sempre numa quinta-feira após os domingos de Pentecostes e da Santíssima Trindade.
A origem da solenidade do Corpo e Sangue de Cristo remonta ao século XIII. A Igreja sentia a necessidade de realçar a presença real do Cristo todo no pão consagrado. Nas procissões que acontecem nesse dia, o Corpo de Cristo – a hóstia consagrada – deixa a tranqüilidade dos sacrários das igrejas e percorre as ruas e as praças, exaltando publicamente que Cristo está presente no meio de nós através da Eucaristia.
Continuando a tradição iniciada em Portugal, várias cidades brasileiras, como Salto e Itu, enfeitam as ruas por onde a procissão irá passar. São montados tapetes sobre o chão das ruas, com desenhos de inspiração religiosa. Eles são confeccionados com flores, serragem colorida, pó, cascas e grãos de café, palha de arroz e outros tipos de materiais. São verdadeiras obras de arte, feitas para homenagear o Corpo de Cristo e que duram apenas um dia.
Aproveite esse feriado e comemore a presença de Cristo em sua vida: ajude a enfeitar a rua, participe das cerimônias religiosas; mas principalmente reflita em seu coração e procure agir conforme os ensinamentos dEle.
(adaptado de textos de MIRANDA, Evaristo Eduardo de. Guia de curiosidades católicas – causos, costumes, festanças e símbolos escondidos no seu calendário. Petrópolis: Vozes, 2007)
A origem da solenidade do Corpo e Sangue de Cristo remonta ao século XIII. A Igreja sentia a necessidade de realçar a presença real do Cristo todo no pão consagrado. Nas procissões que acontecem nesse dia, o Corpo de Cristo – a hóstia consagrada – deixa a tranqüilidade dos sacrários das igrejas e percorre as ruas e as praças, exaltando publicamente que Cristo está presente no meio de nós através da Eucaristia.
Continuando a tradição iniciada em Portugal, várias cidades brasileiras, como Salto e Itu, enfeitam as ruas por onde a procissão irá passar. São montados tapetes sobre o chão das ruas, com desenhos de inspiração religiosa. Eles são confeccionados com flores, serragem colorida, pó, cascas e grãos de café, palha de arroz e outros tipos de materiais. São verdadeiras obras de arte, feitas para homenagear o Corpo de Cristo e que duram apenas um dia.
Aproveite esse feriado e comemore a presença de Cristo em sua vida: ajude a enfeitar a rua, participe das cerimônias religiosas; mas principalmente reflita em seu coração e procure agir conforme os ensinamentos dEle.
(adaptado de textos de MIRANDA, Evaristo Eduardo de. Guia de curiosidades católicas – causos, costumes, festanças e símbolos escondidos no seu calendário. Petrópolis: Vozes, 2007)
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Padre Luís Caburlotto
No dia 07 de junho, comemoramos o nascimento do Padre Luís Caburlotto, fundador do Instituto das Filhas de São José, do qual a nossa escola faz parte. Luigi Caburlotto nasceu em Veneza, na Itália, em 1817, filho de um gondoleiro. Como sacerdote, preocupou-se com a situação social e moral da população, especialmente as crianças e jovens abandonados. Por causa do que via nas ruas de sua cidade, criou obras de caridades e escolas com o apoio de algumas catequistas, que seriam as primeiras Filhas de São José. Padre Luís dedicou sua vida à educação das crianças e jovens, sendo chamado de “apóstolo da educação”. Morreu em 9 de julho de 1897.
Em 1994, ao proclamar as virtudes heróicas de padre Luís Caburlotto, o papa João Paulo II, afirmou que padre Luís “deixou-se conduzir, em tempos difíceis, pelo apelo evangélico de fazer-se educador, pai das crianças e dos jovens provados pela pobreza e o abandono. A experiência ensinara-lhe quanto são importantes a educação e a instrução escolar, também em vista da evangelização. Por isso, dedicou-se com incansável zelo à fundação de escolas populares e de institutos de formação.” Para padre Luís, “educar é arte do coração”.
Rezemos hoje por todas as pessoas que continuam a obra de padre Luís, para que Deus lhes dê forças e perseverança. E pelas crianças e jovens atendidos pelas obras de padre Luís em todo o mundo, e por suas famílias, para que realizem em suas vidas o ideal de padre Luís de serem bons cristãos e honestos cidadãos.
(adaptado de texto disponível no site do Instituto das Filhas de São José na Itália )
Em 1994, ao proclamar as virtudes heróicas de padre Luís Caburlotto, o papa João Paulo II, afirmou que padre Luís “deixou-se conduzir, em tempos difíceis, pelo apelo evangélico de fazer-se educador, pai das crianças e dos jovens provados pela pobreza e o abandono. A experiência ensinara-lhe quanto são importantes a educação e a instrução escolar, também em vista da evangelização. Por isso, dedicou-se com incansável zelo à fundação de escolas populares e de institutos de formação.” Para padre Luís, “educar é arte do coração”.
Rezemos hoje por todas as pessoas que continuam a obra de padre Luís, para que Deus lhes dê forças e perseverança. E pelas crianças e jovens atendidos pelas obras de padre Luís em todo o mundo, e por suas famílias, para que realizem em suas vidas o ideal de padre Luís de serem bons cristãos e honestos cidadãos.
(adaptado de texto disponível no site do Instituto das Filhas de São José na Itália )
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Olhos amigos
Bem-aventurado quem sabe olhar os outros com olhos amigos, e acolher cada pessoa sem preconceito de cultura, de religião ou de raça.
Bem-aventurado quem se empenha em viver em harmonia com os familiares, os vizinhos, os colegas, os estrangeiros, superando as dificuldades inerentes ao relacionamento humano.
Bem-aventurado quem não cultiva rancores, quem não se importa com palavras e gestos desagradáveis e não constrange os outros a viverem de acordo com os seus próprios costumes.
Bem-aventurado quem se comunica com respeito e com doçura, ouvindo as razões expressas pelos outros, em especial as dos mais humildes.
Bem-aventurado quem é benevolente consigo mesmo, quem convive serenamente com os próprios limites e não se assusta com os limites que percebe nos outros.
Bem-aventurado aquele que sabe levar sempre o bem no intuito de construir um mundo sereno e positivo, no qual cada um possa sentir-se bem.
Bem-aventurado quem sabe acolher o valor das diferenças que caracterizam cada homem e cada mulher, porque eles manifestam o nome com o qual Deus chama cada um de nós.
Bem-aventurado quem cultiva no coração o sonho de deixar emergir as cores das nossas diferenças, para ver aparecer no céu um grande arco-íris, sinal de fraternidade e de paz, que vestirá de luzes e de cores o mundo inteiro.
(G. Q.; texto disponível aqui )
Bem-aventurado quem se empenha em viver em harmonia com os familiares, os vizinhos, os colegas, os estrangeiros, superando as dificuldades inerentes ao relacionamento humano.
Bem-aventurado quem não cultiva rancores, quem não se importa com palavras e gestos desagradáveis e não constrange os outros a viverem de acordo com os seus próprios costumes.
Bem-aventurado quem se comunica com respeito e com doçura, ouvindo as razões expressas pelos outros, em especial as dos mais humildes.
Bem-aventurado quem é benevolente consigo mesmo, quem convive serenamente com os próprios limites e não se assusta com os limites que percebe nos outros.
Bem-aventurado aquele que sabe levar sempre o bem no intuito de construir um mundo sereno e positivo, no qual cada um possa sentir-se bem.
Bem-aventurado quem sabe acolher o valor das diferenças que caracterizam cada homem e cada mulher, porque eles manifestam o nome com o qual Deus chama cada um de nós.
Bem-aventurado quem cultiva no coração o sonho de deixar emergir as cores das nossas diferenças, para ver aparecer no céu um grande arco-íris, sinal de fraternidade e de paz, que vestirá de luzes e de cores o mundo inteiro.
(G. Q.; texto disponível aqui )
quarta-feira, 3 de junho de 2009
terça-feira, 2 de junho de 2009
Celebre cada dia
Celebre cada dia, suas riquezas, sua glória, sua dor, seu desapontamento, seu êxito, seu fracasso, seu entusiasmo, sua monotonia. Celebre cada dia e saiba que você nunca viverá outro igual a ele. O que quer que você escolha fazer no dia de hoje, faça-o de todo o coração, acreditando em tudo o que você é e em tudo o que pode se tornar.
Pegue este dia, e faça dele uma alegria que vale a pena viver, uma lembrança que vale a pena guardar, uma dádiva que vale a pena partilhar. Pegue este dia, ele é seu! Este é seu dia! Deixe-o saudar você com todos os sonhos, as esperanças, as lembranças que você sempre almejou. Que este dia possa surpreender, renovar, circundar você com alegria... que este dia seja uma dádiva em si mesmo!
Quando cantar, cante alegremente. Quando falar, fale corajosamente. Quando sonhar, sonhe destemidamente. Este é seu dia, para sonhar um sonho novo em folha, cantar uma canção nova em folha, tocar um momento novo em folha. Este é seu dia, para ser melhor que você puder ser.
Nenhum sonho é grande demais para aquele que ousa segui-lo. Nenhuma estrela está alta demais para alguém que ousa alcançá-la. Siga seus sonhos, procure alcançar as estrelas!
Há um arco-íris pronto para você colorir e com coração à espera para você amar... e tudo de que você precisa é a coragem para fazer aquilo com que está sonhando.
(Rimberly Rinehart, texto disponível aqui)
Pegue este dia, e faça dele uma alegria que vale a pena viver, uma lembrança que vale a pena guardar, uma dádiva que vale a pena partilhar. Pegue este dia, ele é seu! Este é seu dia! Deixe-o saudar você com todos os sonhos, as esperanças, as lembranças que você sempre almejou. Que este dia possa surpreender, renovar, circundar você com alegria... que este dia seja uma dádiva em si mesmo!
Quando cantar, cante alegremente. Quando falar, fale corajosamente. Quando sonhar, sonhe destemidamente. Este é seu dia, para sonhar um sonho novo em folha, cantar uma canção nova em folha, tocar um momento novo em folha. Este é seu dia, para ser melhor que você puder ser.
Nenhum sonho é grande demais para aquele que ousa segui-lo. Nenhuma estrela está alta demais para alguém que ousa alcançá-la. Siga seus sonhos, procure alcançar as estrelas!
Há um arco-íris pronto para você colorir e com coração à espera para você amar... e tudo de que você precisa é a coragem para fazer aquilo com que está sonhando.
(Rimberly Rinehart, texto disponível aqui)
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Vinde, Espírito Santo!
Quando se deu o primeiro começo de tudo, por sobre o turbilhão das energias originárias e dos elementos primordiais, há muitos bilhões de anos, lá pairava o Espírito. Quando se deu o novo começo da humanidade com a entrada de Deus na carne, lá atuava o Espírito, cobrindo com sua sombra uma Mulher. Quando se inaugurou o novíssimo Adão, ressuscitado para a plenitude da vida, lá irrompia o Espírito vivificador. Quando começou a primeira comunidade dos seguidores de Jesus, lá irradiava em línguas de fogo o Espírito Santo. Quando começou o novo céu e a nova terra definitivos, lá gritava o Espírito dizendo "Vem"!
Começou o novo milênio e eis que o Espírito de todos os começos já o anima com sua presença de fogo e luz. Por isso o século 21 será o século da espiritualidade, do encontro do espírito humano com o Espírito divino. Será também o século do feminino, que é a irradiação do Espírito no homem e na mulher. Pelo feminino em nós captamos a presença inefável do Espírito na natureza, na mão estendida da criança, no olhar suplicante do pobre e no menor sinal da vida.
Venha, Espírito, cubra nossa Mãe Terra com sua sombra e espiritualize nossas vidas com o nascimento de Deus no coração.
(Leonardo Boff, texto disponível aqui )
Começou o novo milênio e eis que o Espírito de todos os começos já o anima com sua presença de fogo e luz. Por isso o século 21 será o século da espiritualidade, do encontro do espírito humano com o Espírito divino. Será também o século do feminino, que é a irradiação do Espírito no homem e na mulher. Pelo feminino em nós captamos a presença inefável do Espírito na natureza, na mão estendida da criança, no olhar suplicante do pobre e no menor sinal da vida.
Venha, Espírito, cubra nossa Mãe Terra com sua sombra e espiritualize nossas vidas com o nascimento de Deus no coração.
(Leonardo Boff, texto disponível aqui )
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