Neste novo dia, prometa a si mesmo:
Ser tão forte que nada perturbe a paz de sua mente.
Falar de felicidade, saúde e prosperidade a cada pessoa que conhecer.
Fazer sentir aos seus amigos que há algo de valor neles.
Ver o lado brilhante de cada coisa e conseguir otimismo por meio dele.
Pensar somente o melhor, trabalhar somente pelo melhor e esperar somente o melhor.
Ser tão entusiasta pelo êxito dos demais como por seu próprio.
Esquecer os erros do passado e insistir para conseguir grandes realizações no futuro.
Exigir um aspecto atraente em todo o tempo e presentear a cada pessoa conhecida com um sorriso.
Dar tanto a seu melhoramento pessoal que não sobre tempo para criticar os outros.
Ser demasiado grande para preocupar-se, demasiado nobre para irar-se e demasiado feliz para permitir a presença de problemas que perturbem sua fé.
(texto de Cristian D. Larsen, disponível aqui )
quarta-feira, 10 de março de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
Em busca do bem comum (CFE 06)
Bem comum é o conjunto de condições sociais que permitem e favorecem às pessoas o desenvolvimento integral da personalidade. O papa Pio XII dizia que a riqueza de uma nação não se mede por critérios quantitativos, mas pelo bem-estar de seu povo. O bem comum refere-se à existência dos bens necessários ao desenvolvimento da pessoa e à possibilidade real de todas as pessoas terem acesso a tais bens. Isso requer um empenho social e o desenvolvimento de grupos e das pessoas individualmente, implicando a existência de paz, estabilidade e a segurança de uma ordem justa. O bem comum envolve todos os membros da sociedade, ninguém estando isento de cooperar, participar e desenvolver, de acordo com suas próprias possibilidades.
Para se estender a conciliação entre o bem comum e o bem particular, é indispensável o exercício de duas virtudes: a caridade e a justiça. A primeira ensina a vencer o egoísmo e incute a consciência de sociedade, que une todas as pessoas. A segunda estabelece o reconhecimento e o respeito aos direitos do “outro”, seja este o indivíduo, um grupo social ou a própria sociedade.
E você, em suas atitudes, procura construir o bem comum? Na família, busca o bem de todos os seus familiares? E na escola, preocupa-se com o bem estar de seus colegas?
(texto adaptado do Manual da Campanha da Fraternidade 2010)
Para se estender a conciliação entre o bem comum e o bem particular, é indispensável o exercício de duas virtudes: a caridade e a justiça. A primeira ensina a vencer o egoísmo e incute a consciência de sociedade, que une todas as pessoas. A segunda estabelece o reconhecimento e o respeito aos direitos do “outro”, seja este o indivíduo, um grupo social ou a própria sociedade.
E você, em suas atitudes, procura construir o bem comum? Na família, busca o bem de todos os seus familiares? E na escola, preocupa-se com o bem estar de seus colegas?
(texto adaptado do Manual da Campanha da Fraternidade 2010)
segunda-feira, 8 de março de 2010
As Igrejas Cristãs: Igreja Luterana (CFE 05)
Entre as igrejas que compõem o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC), está a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil. Ela tem sua sede em Porto Alegre/RS e tem seu fundamento em Jesus Cristo e na fé apostólica. Na Reforma da Igreja iniciada por Martinho Lutero no século XVI, a Igreja Evangélica de Confissão Luterana constituiu-se em comunidades separadas da Igreja Romana, afirmando com ênfase que o ser humano é salvo por graça e fé e não por obras meritórias. O luteranismo chegou no Brasil em 1824 com a imigração alemã e, embora tenha permanecido mais concentrado no Sul e no Sudeste do Brasil por mais de um século, hoje há comunidades luteranas espalhadas em todos os estados brasileiros
(texto retirado do Manual da Campanha da Fraternidade 2010)
Rezemos por nossos irmãos luteranos, para que mantenham-se fiéis aos ensinamentos de Jesus Cristo e possam juntar-se aos irmãos de outras igrejas cristãs na construção de uma sociedade mais justa e fraterna.
(texto retirado do Manual da Campanha da Fraternidade 2010)
Rezemos por nossos irmãos luteranos, para que mantenham-se fiéis aos ensinamentos de Jesus Cristo e possam juntar-se aos irmãos de outras igrejas cristãs na construção de uma sociedade mais justa e fraterna.
sexta-feira, 5 de março de 2010
Rosto de Deus
Se a estrela perguntasse ao céu: onde posso encontrar o amor, o céu responderia: contemple-se!
Se a flor perguntasse ao jardim: onde posso encontrar o amor, o jardim responderia: contemple-se!
Se a fonte perguntasse ao rio: onde posso encontrar o amor, o rio responderia: contemple-se!
E se, por fim, você perguntasse a Deus: onde posso encontrar o amor, Deus responderia: contemple-se!
Que você tenha sempre a inspiração de se contemplar, para ser a fisionomia do amor brotar dessa contemplação.
Sua contemplação vai mostrar que você é a maneira humana que Deus escolheu para nos revelar o seu rosto.
(texto de José Acácio Santana, disponível aqui )
Se a flor perguntasse ao jardim: onde posso encontrar o amor, o jardim responderia: contemple-se!
Se a fonte perguntasse ao rio: onde posso encontrar o amor, o rio responderia: contemple-se!
E se, por fim, você perguntasse a Deus: onde posso encontrar o amor, Deus responderia: contemple-se!
Que você tenha sempre a inspiração de se contemplar, para ser a fisionomia do amor brotar dessa contemplação.
Sua contemplação vai mostrar que você é a maneira humana que Deus escolheu para nos revelar o seu rosto.
(texto de José Acácio Santana, disponível aqui )
quinta-feira, 4 de março de 2010
Construindo pontes
Certa vez, dois irmãos que moravam em fazendas vizinhas, separadas apenas por um riacho, entraram em conflito. Foi a primeira grande desavença em toda uma vida trabalhando lado a lado, repartindo as ferramentas e cuidando um do outro. Durante anos percorreram uma estreita e comprida estrada que corria ao longo do rio para, ao final de cada dia, poderem atravessá-lo e desfrutarem um da companhia do outro. Apesar do cansaço, faziam-no com prazer, pois se amavam. Mas agora tudo havia mudado. O que começara com um pequeno mal entendido finalmente explodiu numa troca de palavras ríspidas, seguidas por semanas de total silêncio. Numa manhã, o irmão mais velho ouviu baterem à sua porta. Ao abrí-la, notou um homem com uma caixa de ferramentas de carpinteiro em sua mão, que lhe disse:
- Estou procurando por trabalho, talvez você tenha um pequeno serviço aqui e ali. Posso ajudá-lo?
- Sim! - disse o fazendeiro. - Claro que tenho trabalho para você. Veja aquela fazenda além do riacho. É de meu vizinho, na realidade, meu irmão mais novo. Brigamos muito e não mais posso suportá-lo. Vê aquela pilha de madeira perto do celeiro? Quero que você me construa uma cerca bem alta ao longo do rio para que eu não mais precise vê-lo.
- Acho que entendo a situação - disse o carpinteiro - Mostre-me onde estão o martelo e os pregos que certamente farei um trabalho que lhe deixará satisfeito.
Como precisava ir à cidade, o irmão mais velho ajudou o carpinteiro a encontrar o material e partiu. O homem trabalhou arduamente durante todo aquele dia medindo, cortando e pregando. Já anoitecia quando terminou sua obra. O fazendeiro retornou e seus olhos não podiam acreditar no que viam. Não havia qualquer cerca! Em seu lugar estava uma ponte que ligava um lado do riacho ao outro. O fazendeiro ficou enfurecido e exclamou:
- Você é muito insolente em construir esta ponte após tudo que lhe contei!!!
No entanto, as surpresas não haviam terminado. Ao erguer seus olhos para a ponte mais uma vez, viu seu irmão aproximando-se da outra margem, correndo com seus braços abertos. Cada um dos irmãos permaneceu imóvel de seu lado do rio, quando, num só impulso, correram um na direção do outro, abraçando-se e chorando no meio da ponte. Emocionados, viram o carpinteiro arrumando suas ferramentas e partindo.
- Espere! - disse o mais velho - Fique conosco mais alguns dias, tenho muitos outros projetos para você.
O carpinteiro então lhe respondeu:
- Adoraria ficar. Mas, tenho muitas outras pontes para construir.
(autor desconhecido; texto disponível aqui )
- Estou procurando por trabalho, talvez você tenha um pequeno serviço aqui e ali. Posso ajudá-lo?
- Sim! - disse o fazendeiro. - Claro que tenho trabalho para você. Veja aquela fazenda além do riacho. É de meu vizinho, na realidade, meu irmão mais novo. Brigamos muito e não mais posso suportá-lo. Vê aquela pilha de madeira perto do celeiro? Quero que você me construa uma cerca bem alta ao longo do rio para que eu não mais precise vê-lo.
- Acho que entendo a situação - disse o carpinteiro - Mostre-me onde estão o martelo e os pregos que certamente farei um trabalho que lhe deixará satisfeito.
Como precisava ir à cidade, o irmão mais velho ajudou o carpinteiro a encontrar o material e partiu. O homem trabalhou arduamente durante todo aquele dia medindo, cortando e pregando. Já anoitecia quando terminou sua obra. O fazendeiro retornou e seus olhos não podiam acreditar no que viam. Não havia qualquer cerca! Em seu lugar estava uma ponte que ligava um lado do riacho ao outro. O fazendeiro ficou enfurecido e exclamou:
- Você é muito insolente em construir esta ponte após tudo que lhe contei!!!
No entanto, as surpresas não haviam terminado. Ao erguer seus olhos para a ponte mais uma vez, viu seu irmão aproximando-se da outra margem, correndo com seus braços abertos. Cada um dos irmãos permaneceu imóvel de seu lado do rio, quando, num só impulso, correram um na direção do outro, abraçando-se e chorando no meio da ponte. Emocionados, viram o carpinteiro arrumando suas ferramentas e partindo.
- Espere! - disse o mais velho - Fique conosco mais alguns dias, tenho muitos outros projetos para você.
O carpinteiro então lhe respondeu:
- Adoraria ficar. Mas, tenho muitas outras pontes para construir.
(autor desconhecido; texto disponível aqui )
quarta-feira, 3 de março de 2010
Dormir enquanto os ventos sopram
Alguns anos atrás, um fazendeiro possuía terras ao longo do litoral. Ele constantemente anunciava estar precisando de empregados. A maioria de pessoas estava pouco disposta a trabalhar em fazendas ao longo do litoral. Temiam as horrorosas tempestades que varriam aquela região, fazendo estragos nas construções e nas plantações. Procurando por novos empregados, ele recebeu muitas recusas. Finalmente, um homem baixo e magro, de meia-idade, se aproximou do fazendeiro, oferecendo-se para o trabalho.
- Você é um bom lavrador? - perguntou o fazendeiro.
- Bem, eu posso dormir enquanto os ventos sopram. - respondeu o pequeno homem.
Embora confuso com a resposta, o fazendeiro, desesperado por ajuda, o empregou. O pequeno homem trabalhou bem ao redor da fazenda, mantendo-se ocupado do alvorecer até o anoitecer e o fazendeiro estava satisfeito com o trabalho do homem. Então, uma noite, o vento uivou ruidosamente. O fazendeiro pulou da cama, agarrou um lampião e correu até o alojamento dos empregados. Sacudiu o pequeno homem e gritou:
- Levanta! Uma tempestade está chegando! Amarre as coisas antes que sejam arrastadas!
O pequeno homem virou-se na cama e disse firmemente:
- Não, senhor. Eu lhe falei: eu posso dormir enquanto os ventos sopram.
Enfurecido pela resposta, o fazendeiro estava tentado a despedí-lo imediatamente. Em vez disso, ele se apressou a sair e preparar o terreno para a tempestade. Do empregado, trataria depois. Mas, para seu assombro, ele descobriu que todos os montes de feno tinham sido cobertos com lonas firmemente presas ao solo. As vacas estavam bem protegidas no celeiro, os frangos nos viveiros e todas as portas muito bem travadas. As janelas bem fechadas e seguras. Tudo foi amarrado. Nada poderia ser arrastado. O fazendeiro então entendeu o que seu empregado quis dizer. E retornou para sua cama para também dormir enquanto o vento soprava.
(autor desconhecido; texto da tradição sufi, disponível aqui )
- Você é um bom lavrador? - perguntou o fazendeiro.
- Bem, eu posso dormir enquanto os ventos sopram. - respondeu o pequeno homem.
Embora confuso com a resposta, o fazendeiro, desesperado por ajuda, o empregou. O pequeno homem trabalhou bem ao redor da fazenda, mantendo-se ocupado do alvorecer até o anoitecer e o fazendeiro estava satisfeito com o trabalho do homem. Então, uma noite, o vento uivou ruidosamente. O fazendeiro pulou da cama, agarrou um lampião e correu até o alojamento dos empregados. Sacudiu o pequeno homem e gritou:
- Levanta! Uma tempestade está chegando! Amarre as coisas antes que sejam arrastadas!
O pequeno homem virou-se na cama e disse firmemente:
- Não, senhor. Eu lhe falei: eu posso dormir enquanto os ventos sopram.
Enfurecido pela resposta, o fazendeiro estava tentado a despedí-lo imediatamente. Em vez disso, ele se apressou a sair e preparar o terreno para a tempestade. Do empregado, trataria depois. Mas, para seu assombro, ele descobriu que todos os montes de feno tinham sido cobertos com lonas firmemente presas ao solo. As vacas estavam bem protegidas no celeiro, os frangos nos viveiros e todas as portas muito bem travadas. As janelas bem fechadas e seguras. Tudo foi amarrado. Nada poderia ser arrastado. O fazendeiro então entendeu o que seu empregado quis dizer. E retornou para sua cama para também dormir enquanto o vento soprava.
(autor desconhecido; texto da tradição sufi, disponível aqui )
terça-feira, 2 de março de 2010
As Igrejas Cristãs: Igreja Católica Apostólica Romana (CFE 04)
Entre as igrejas que compõem o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC), está a Igreja Católica. Ela é Apostólica, pois foi fundada por Jesus Cristo sobre o alicerce dos apóstolos. Por ter sua sede principal em Roma, onde pregaram o Evangelho e foram martirizados os apóstolos Pedro e Paulo, a Igreja é também designada como Romana. Presente em todo o mundo, a Igreja Católica é governada localmente por bispos, que constituem o colégio episcopal, presidido pelo Papa, bispo de Roma, sucessor do apóstolo Pedro. No Brasil, ela se faz presente desde 1500. Os católicos acolhem e orientam-se pela Palavra de Deus expressa na Bíblia, celebram os Sacramentos como sinais eficazes da Graça de Deus e professam a fé apostólica, conservada e transmitida através dos séculos pela Tradição e pelo Magistério Eclesiástico. Justificados por Cristo, os fiéis constituem a “comunhão dos santos” e, dentre estes, veneram, de modo especial, a Virgem Maria, mãe de Deus que se fez homem, e os santos que, de maneira exemplar e até heroicamente, viveram sua fé e deram testemunho do Senhor Jesus
(texto retirado do Manual da Campanha da Fraternidade 2010)
Rezemos para que todos os fiéis católicos possam ir ao encontro de seus irmãos cristãos de outras igrejas, fazendo do que temos em comum motivo de união e perseverança em torno do Reino de Deus anunciado por Jesus Cristo.
(texto retirado do Manual da Campanha da Fraternidade 2010)
Rezemos para que todos os fiéis católicos possam ir ao encontro de seus irmãos cristãos de outras igrejas, fazendo do que temos em comum motivo de união e perseverança em torno do Reino de Deus anunciado por Jesus Cristo.
segunda-feira, 1 de março de 2010
Eumenismo (CFE 03)
O termo ecumenismo vem da palavra grega “oikumene” que significa “casa de todos”. Entre as igrejas cristãs, significa a busca de pontos em comum que possam aproximar as igrejas em torno da vivência do Evangelho de Jesus Cristo e da construção de seu Reino. As divisões contrariam a vontade de Cristo, são um escândalo para o mundo e prejudicam enormemente a pregação do Evangelho. A Igreja Católica aponta que os esforços de aproximação devem ser tanto dos fiéis como dos pastores. Para podermos avançar na unidade com as outras igrejas cristãs precisamos: eliminar do nosso cotidiano palavras, juízos e ações que não correspondem à condição dos outros cristãos; compreender o pensamento de cristãos de outras Igrejas e comunidades eclesiais dando os primeiros passos em direção a eles; reconhecer com satisfação e estima os valores verdadeiramente cristãos, que emanam do patrimônio comum e que se encontram nos irmãos cristãos de outras denominações; não esquecer que tudo o que a graça do Espírito Santo realiza nos irmãos cristãos, pode contribuir também para a nossa edificação. Além disso, destacam-se temas importantes para o exercício do ecumenismo e para a vida cristã: a conversão interior, a união na oração, a oração comum, a prática do diálogo e a formação ecumênica.
(adaptado de apresentação elaborada pela Arquidiocese de São Paulo)
(adaptado de apresentação elaborada pela Arquidiocese de São Paulo)
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
O Leão, o Urso e a Raposa
Um Leão e um Urso capturaram um cervo e disputavam sua posse em feroz luta. Após terem lutado e já muito feridos e fracos devido aos ferimentos, eles caíram no chão completamente exaustos. Uma Raposa, que estava nas redondezas e a tudo observava a uma distância segura, vendo ambos estirados no chão e o cervo abandonado entre eles, correu entre os dois e, agarrando a presa, desapareceu no meio do mato.
O Leão e o Urso vendo aquilo, mas incapazes de impedir, disseram:
- Ai de nós, que nos ferimos um ao outro apenas para garantir o jantar da Raposa!
(texto de Esopo, disponível aqui )
O Leão e o Urso vendo aquilo, mas incapazes de impedir, disseram:
- Ai de nós, que nos ferimos um ao outro apenas para garantir o jantar da Raposa!
(texto de Esopo, disponível aqui )
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
O que é o CONIC? (CFE 02)
O Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC) é uma associação fraterna de Igrejas que confessam o Senhor Jesus Cristo como Deus e Salvador, segundo as Escrituras e, por isso, procuram cumprir sua vocação comum para a glória de Deus Uno e Trino, Pai, Filho e Espírito Santo, em cujo nome administram o Santo Batismo. Fundado em 1982, em Porto Alegre/RS, o CONIC tem hoje a sua sede em Brasília/DF. Seus objetivos envolvem a promoção das relações ecumênicas entre as Igrejas cristãs e o testemunho conjunto das Igrejas membros na defesa dos direitos humanos como exigência de fidelidade ao Evangelho. Em suas atividades, as Igrejas membros vivenciam concretamente a parceria, o diálogo, a valorização humana mútua, o crescimento da amizade fraterna; aprendem a se conhecer e vão se descobrindo como aliadas. Tudo isso se faz dentro do máximo respeito à identidade de cada Igreja: cada uma contribui para o diálogo sendo exatamente como é. A Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, realizada anualmente entre os domingos de Ascensão e Pentecostes é uma de suas promoções importantes. Seis igrejas fazem parte do CONIC: Católica Apostólica Romana; Cristã Reformada; Episcopal Anglicana; Evangélica de Confissão Luterana no Brasil; Ortodoxa Sírian do Brasil; Presbiteriana Unida.
(texto disponível no site do CONIC)
(texto disponível no site do CONIC)
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
O burro
No tempo em que não havia automóveis, na cocheira de um famoso palácio real, um burro de carga curtia imensa amargura, em vista das gozações dos companheiros. Um formoso cavalo árabe, ganhador de muitos prêmios, reparando o pêlo maltratado, as cicatrizes do lombo e a cara tristonha do burro, aproximou-se e disse, orgulhoso:
- Triste sina a que recebeste! Não invejas minha posição nas corridas? Sou acariciado por mãos de princesas e elogiado pela palavra dos reis!
- Imagina! - exclamou um potro de origem inglesa - Como conseguirá um burro entender o brilho das apostas e o gosto da caça?
O burro recebia os sarcasmos, resignadamente. Outro soberbo cavalo, de procedência húngara, entrou no assunto:
- Há dez anos, quando me ausentei de pastagem vizinha, vi este miserável sofrendo rudemente nas mãos do bruto amansador. É tão covarde que não chegava a reagir, nem mesmo com um coice. Não nasceu senão para carga e pancadas. É vergonhoso suportar-lhe a companhia.
As observações insultuosas não haviam terminado, quando o rei entrou no recinto.
- Preciso de um animal para serviço de grande responsabilidade - informou o monarca ao chefe das cavalariças - um animal dócil e educado, que mereça absoluta confiança.
- Que tal o cavalo árabe, Majestade? – perguntou o empregado.
- Não, não - falou o soberano - é muito altivo e só serve para corridas em festejos oficiais sem maior importância.
- Não quer o potro inglês?
- De modo algum. É muito irrequieto e não vai além das extravagâncias da caça.
- E o húngaro?
- Não, não. É bravio, sem qualquer educação. É apenas um pastor de rebanho.
Decorridos alguns instantes de silêncio, o soberano indagou:
- Onde está meu burro de carga?
O chefe das cocheiras indicou-o, entre os demais. O próprio rei puxou-o carinhosamente para fora, mandou enfeitá-lo com as armas resplandecentes de sua Casa e confiou-lhe o filho ainda criança, para longa viagem. E ficou tranqüilo, sabendo que poderia colocar toda a sua confiança naquele animal...
(autor desconhecido;adaptado de texto disponível aqui )
- Triste sina a que recebeste! Não invejas minha posição nas corridas? Sou acariciado por mãos de princesas e elogiado pela palavra dos reis!
- Imagina! - exclamou um potro de origem inglesa - Como conseguirá um burro entender o brilho das apostas e o gosto da caça?
O burro recebia os sarcasmos, resignadamente. Outro soberbo cavalo, de procedência húngara, entrou no assunto:
- Há dez anos, quando me ausentei de pastagem vizinha, vi este miserável sofrendo rudemente nas mãos do bruto amansador. É tão covarde que não chegava a reagir, nem mesmo com um coice. Não nasceu senão para carga e pancadas. É vergonhoso suportar-lhe a companhia.
As observações insultuosas não haviam terminado, quando o rei entrou no recinto.
- Preciso de um animal para serviço de grande responsabilidade - informou o monarca ao chefe das cavalariças - um animal dócil e educado, que mereça absoluta confiança.
- Que tal o cavalo árabe, Majestade? – perguntou o empregado.
- Não, não - falou o soberano - é muito altivo e só serve para corridas em festejos oficiais sem maior importância.
- Não quer o potro inglês?
- De modo algum. É muito irrequieto e não vai além das extravagâncias da caça.
- E o húngaro?
- Não, não. É bravio, sem qualquer educação. É apenas um pastor de rebanho.
Decorridos alguns instantes de silêncio, o soberano indagou:
- Onde está meu burro de carga?
O chefe das cocheiras indicou-o, entre os demais. O próprio rei puxou-o carinhosamente para fora, mandou enfeitá-lo com as armas resplandecentes de sua Casa e confiou-lhe o filho ainda criança, para longa viagem. E ficou tranqüilo, sabendo que poderia colocar toda a sua confiança naquele animal...
(autor desconhecido;adaptado de texto disponível aqui )
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Lição de fé
Esta é a história de um alpinista que sempre buscava superar mais e mais desafios. Ele resolveu, depois de muitos anos de preparação, escalar o pico mais alto de sua região. Mas queria a glória somente para ele e resolveu escalar sozinho, sem nenhum companheiro. Começou a subir a montanha e foi ficando cada vez mais tarde. Como ele não havia se preparado para acampar, resolveu seguir a escalada decidido a atingir o topo. Escureceu e a noite caiu como um breu nas alturas da montanha. Não era possível enxergar um palmo à frente do nariz, não se via absolutamente nada. Tudo era escuridão, zero de visibilidade, não havia lua e as estrelas estavam cobertas pelas nuvens. Subindo por uma “parede" a apenas 100m do topo, ele escorregou e caiu. Caía a uma velocidade vertiginosa e somente conseguia ver manchas que passavam cada vez mais rápidas na escuridão. Sentia a terrível sensação de ser sugado pela força da gravidade. Nesses angustiantes momentos, passaram por sua mente todos os momentos felizes e tristes que já havia vivido em sua vida. De repente, ele sentiu um puxão forte que quase o partiu pela metade. Como todo alpinista experimentado, havia cravado estacas de segurança com grampos a uma corda comprida que fixou em sua cintura. Ficou pendurado, suspendo na completa escuridão. Naqueles momentos de silêncio, não havia nada a fazer a não ser gritar:
- Ó meu Deus, me ajude!
De repente uma voz grave e profunda vinda dos céus, respondeu: - O que você quer de mim, meu filho?
- Me salve meu Deus, por favor!!!
- Você realmente acredita que Eu possa te salvar?
- Eu tenho certeza, meu Deus.
- Então, corte a corda que te mantém pendurado.
Houve um momento de silêncio e reflexão. O homem se agarrou mais ainda à corda e refletiu que se fizesse isso morreria... O grupo de resgate conta que encontrou um alpinista congelado, morto, agarrado com força com as duas mãos a uma corda... a somente meio metro do chão.
(autor desconhecido; texto disponível aqui )
- Ó meu Deus, me ajude!
De repente uma voz grave e profunda vinda dos céus, respondeu: - O que você quer de mim, meu filho?
- Me salve meu Deus, por favor!!!
- Você realmente acredita que Eu possa te salvar?
- Eu tenho certeza, meu Deus.
- Então, corte a corda que te mantém pendurado.
Houve um momento de silêncio e reflexão. O homem se agarrou mais ainda à corda e refletiu que se fizesse isso morreria... O grupo de resgate conta que encontrou um alpinista congelado, morto, agarrado com força com as duas mãos a uma corda... a somente meio metro do chão.
(autor desconhecido; texto disponível aqui )
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Campanha da Fraternidade Ecumênica 2010 (CFE 01)
Neste ano, a Campanha da Fraternidade será realizada de forma ecumênica, reunindo as Igrejas que fazem parte do Conselho Nacional das Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC). Terá como tema “Economia e Vida” e como lema “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro” (Mt 6, 24). O principal objetivo é “colaborar na promoção de uma economia a serviço da vida, fundamentada no ideal da cultura e da paz, a partir do esforço conjunto das Igrejas Cristãs e de pessoas de boa vontade, para que todos contribuam na construção do bem comum, em vista de uma sociedade sem exclusão”. É necessário conclamar a todos e a todas para construir uma nova sociedade, educar essa mesma sociedade afirmando que um novo modelo econômico é possível, e denunciar as distorções da realidade econômica existente, para que a economia esteja a serviço da vida.
(texto retirado do Manual da Campanha da Fraternidade 2010)
(texto retirado do Manual da Campanha da Fraternidade 2010)
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Quaresma
Desde o início do Cristianismo, a Quaresma marca para os cristãos um tempo de graça, oração, penitência e jejum, com o objetivo de chegar à conversão. A Quaresma nos oferece esse “tempo favorável” para deixar o pecado e voltar para Deus. E para isso fazemos penitência. O objetivo da penitência não é nos fazer sofrer ou nos privar de algo que nos agrada, mas ser um meio de purificação de nossa alma. Sabemos o que devemos fazer e como viver para agradar a Deus, mas somos fracos; a penitência é feita para nos dar forças espirituais na luta contra o pecado.
Além do Sacramento da Penitência, a Igreja nos oferece outras penitências que nos ajudam a buscar a santidade, sobretudo, as que Jesus recomendou no Sermão da Montanha: “o jejum, a caridade e a oração”. Cristo jejuou e rezou durante quarenta dias (um longo tempo) antes de enfrentar as tentações do demônio no deserto e nos ensinou a vencê-lo pela oração e pelo jejum. Da mesma forma, a Igreja quer nos ensinar como vencer as tentações de hoje. Vencemos o pecado praticando a virtude oposta a ele. Assim, para vencer o orgulho, devemos viver a humildade; para vencer a ganância devemos ser caridosos; para vencer a impureza, praticar a castidade; para vencer a gula, jejuar; para vencer a ira, aprender a perdoar; para vencer a inveja, ser bom; para vencer a preguiça, levantar-se e ajudar os outros. Essas são boas penitências para a Quaresma.
Então, cada um deve fazer na Quaresma um “programa” espiritual, procurando em sua vida cotidiana formas de fortalecer o espírito para que ele não fique sufocado e esmagado pelo corpo e pela matéria. A penitência não é um fim em si mesmo; é um meio de purificação e santificação; por isso deve ser feita com alegria.
(adaptado de texto de Felipe Aquino, disponível aqui )
Além do Sacramento da Penitência, a Igreja nos oferece outras penitências que nos ajudam a buscar a santidade, sobretudo, as que Jesus recomendou no Sermão da Montanha: “o jejum, a caridade e a oração”. Cristo jejuou e rezou durante quarenta dias (um longo tempo) antes de enfrentar as tentações do demônio no deserto e nos ensinou a vencê-lo pela oração e pelo jejum. Da mesma forma, a Igreja quer nos ensinar como vencer as tentações de hoje. Vencemos o pecado praticando a virtude oposta a ele. Assim, para vencer o orgulho, devemos viver a humildade; para vencer a ganância devemos ser caridosos; para vencer a impureza, praticar a castidade; para vencer a gula, jejuar; para vencer a ira, aprender a perdoar; para vencer a inveja, ser bom; para vencer a preguiça, levantar-se e ajudar os outros. Essas são boas penitências para a Quaresma.
Então, cada um deve fazer na Quaresma um “programa” espiritual, procurando em sua vida cotidiana formas de fortalecer o espírito para que ele não fique sufocado e esmagado pelo corpo e pela matéria. A penitência não é um fim em si mesmo; é um meio de purificação e santificação; por isso deve ser feita com alegria.
(adaptado de texto de Felipe Aquino, disponível aqui )
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Quarta-feira de Cinzas
Com a cerimônia de imposição das cinzas se inicia um período muito importante para todo cristão que quer se preparar para viver o Mistério Pascal, quer dizer, a Paixão, Morte e Ressurreição do Senhor Jesus. Este tempo se caracteriza pela mensagem bíblica que pode ser resumida em uma palavra: "Convertei-vos". Este imperativo é proposto aos fiéis no rito da imposição das cinzas com as palavras "Convertei-vos e crede no Evangelho" e com a expressão "Lembra-te de que és pó e ao pó voltarás", e nos convida a refletirmos sobre a fragilidade da vida humana, sujeita à morte, e a necessidade da conversão, de voltar-se para Deus.
Na Igreja primitiva, os cristãos jejuavam por quarenta dias para imitar o jejum de Cristo no deserto. Os penitentes eram salpicados de cinzas, vestidos com uma roupa especial e obrigados a manter-se afastados. Quando essas práticas caíram em desuso, o início da Quaresma passou a ser simbolizado pela imposição de cinzas: o cristão recebe uma cruz na fronte, com as cinzas da queima das palmas usadas no Domingo de Ramos do ano anterior.
(adaptado de texto produzido pela Agência Católica de Informação - ACI Digital, disponível aqui )
Na Igreja primitiva, os cristãos jejuavam por quarenta dias para imitar o jejum de Cristo no deserto. Os penitentes eram salpicados de cinzas, vestidos com uma roupa especial e obrigados a manter-se afastados. Quando essas práticas caíram em desuso, o início da Quaresma passou a ser simbolizado pela imposição de cinzas: o cristão recebe uma cruz na fronte, com as cinzas da queima das palmas usadas no Domingo de Ramos do ano anterior.
(adaptado de texto produzido pela Agência Católica de Informação - ACI Digital, disponível aqui )
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Asas para voar
Uma águia empurrou gentilmente seus filhotes para a beirada do ninho. Seu coração se acelerou com emoções conflitantes, ao mesmo tempo em que sentiu a resistência dos filhotes a seus insistentes cutucões. “Por que a emoção de voar tem que começar com o medo de cair?”, pensou ela.
O ninho estava colocado bem no alto de um pico rochoso. Abaixo, somente o abismo e o ar para sustentar as asas dos filhotes. “E, se justamente agora, isto não funcionar?”, ela pensou. Apesar do medo, a águia sabia que aquele era o momento. Sua missão estava prestes a se completar, restava ainda uma tarefa final: o empurrão. A águia encheu-se de coragem. Enquanto os filhotes não descobrirem suas asas não haverá propósito para a sua vida. Enquanto eles não aprenderem a voar não compreenderão o privilégio que é nascer águia. O empurrão era o melhor presente que ela podia oferecer-lhes. Era seu supremo ato de amor. Então, um a um, ela os precipitou para o abismo. E eles voaram!
Às vezes, nas nossas vidas, as circunstâncias fazem o papel de águia. São elas que nos empurram para o abismo. E quem sabe não são elas, as próprias circunstâncias, que nos fazem descobrir que temos asas para voar.
(autor desconhecido; texto disponível aqui )
O ninho estava colocado bem no alto de um pico rochoso. Abaixo, somente o abismo e o ar para sustentar as asas dos filhotes. “E, se justamente agora, isto não funcionar?”, ela pensou. Apesar do medo, a águia sabia que aquele era o momento. Sua missão estava prestes a se completar, restava ainda uma tarefa final: o empurrão. A águia encheu-se de coragem. Enquanto os filhotes não descobrirem suas asas não haverá propósito para a sua vida. Enquanto eles não aprenderem a voar não compreenderão o privilégio que é nascer águia. O empurrão era o melhor presente que ela podia oferecer-lhes. Era seu supremo ato de amor. Então, um a um, ela os precipitou para o abismo. E eles voaram!
Às vezes, nas nossas vidas, as circunstâncias fazem o papel de águia. São elas que nos empurram para o abismo. E quem sabe não são elas, as próprias circunstâncias, que nos fazem descobrir que temos asas para voar.
(autor desconhecido; texto disponível aqui )
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Entendimento
Tales de Mileto, filósofo grego, o mais antigo dos Sete Sábios da Grécia (640 a 550 d.C.), durante parte de sua vida foi um bom comerciante. Após enriquecer, retirou-se dos negócios e pôde dedicar-se aos estudos, adquirindo muitos conhecimentos através de viagens. Aprendeu Geometria com sacerdotes egípcios, previu o primeiro eclipse solar no ano de 500 a.C. e determinou a duração do ano. Ainda em vida, foi considerado o pai da Astronomia, da Geometria e da Aritmética. Em certa ocasião, foi inquirido sobre 9 questões. Ei-las, seguidas da respostas de Tales:
1. QUAL A COISA MAIS VELHA DE TODAS AS COISAS? Deus, porque Ele sempre existiu.
2. QUAL A MAIS BELA DE TODAS AS COISAS? O Universo, porque é trabalho de Deus.
3. QUAL A MAIOR DE TODAS COISAS? O Espaço, porque ele contém o que foi criado.
4. QUAL A MAIS CONSTANTE DE TODAS AS COISAS? A Esperança, porque ela permanece nos homens mesmo depois de terem perdido tudo.
5. QUAL É A MELHOR DE TODAS AS COISAS? A Liberdade, porque sem ela não há nada de bom.
6. QUAL É A MAIS RÁPIDA DE TODAS AS COISAS? O Pensamento, porque em um segundo pode voar para o extremo do Universo.
7. QUAL É A MAIS FORTE DE TODAS AS COISAS? A Necessidade, porque ela faz os homens enfrentarem os perigos da vida.
8. QUAL É A MAIS FÁCIL DE TODAS AS COISAS? Dar conselhos.
9. QUAL A MAIS DIFÍCIL DE TODAS AS COISAS? Conhecer a si mesmo.
(autor desconhecido; disponível aqui )
1. QUAL A COISA MAIS VELHA DE TODAS AS COISAS? Deus, porque Ele sempre existiu.
2. QUAL A MAIS BELA DE TODAS AS COISAS? O Universo, porque é trabalho de Deus.
3. QUAL A MAIOR DE TODAS COISAS? O Espaço, porque ele contém o que foi criado.
4. QUAL A MAIS CONSTANTE DE TODAS AS COISAS? A Esperança, porque ela permanece nos homens mesmo depois de terem perdido tudo.
5. QUAL É A MELHOR DE TODAS AS COISAS? A Liberdade, porque sem ela não há nada de bom.
6. QUAL É A MAIS RÁPIDA DE TODAS AS COISAS? O Pensamento, porque em um segundo pode voar para o extremo do Universo.
7. QUAL É A MAIS FORTE DE TODAS AS COISAS? A Necessidade, porque ela faz os homens enfrentarem os perigos da vida.
8. QUAL É A MAIS FÁCIL DE TODAS AS COISAS? Dar conselhos.
9. QUAL A MAIS DIFÍCIL DE TODAS AS COISAS? Conhecer a si mesmo.
(autor desconhecido; disponível aqui )
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
A oração do alfabeto
Tarde da noite, um pobre lavrador viu-se sem o livro de orações, no caminho de volta do mercado. A roda da carroça tinha se soltado justo no meio da floresta e ele estava aflito porque o dia ia se acabar sem que tivesse feito suas orações. Por isso, fez esta oração: “Senhor, fiz uma coisa muito imprudente. Esta manhã, saí de casa sem meu livro de orações e não consigo dizer uma única oração sem ele. Por isso, recitarei cinco vezes o alfabeto, bem devagar e o Senhor, que conhece todas as orações, poderá juntar as letras para formar as orações que não consigo lembrar”. E o Senhor disse aos seus anjos: “De todas as orações que ouvi hoje, essa foi, sem dúvida, a melhor, porque veio de um coração simples e sincero”.
(texto de padre Anthony de Mello, sj; colaboração da Equipe de Pastoral da ENAU)
(texto de padre Anthony de Mello, sj; colaboração da Equipe de Pastoral da ENAU)
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
A formiga e a pomba
Uma formiga foi à margem do rio para beber água e, sendo arrastada pela forte correnteza, estava prestes a se afogar. Uma pomba que estava numa árvore sobre a água, arrancou uma folha e a deixou cair na correnteza. A formiga subiu na folha e flutuou em segurança até a margem. Pouco tempo depois, um caçador de pássaros, veio por baixo da árvore e se preparava para colocar varas com visgo perto da pomba que repousava nos galhos. A formiga, percebendo a intenção do homem, deu-lhe uma ferroada no pé. Ele repentinamente deixou cair sua armadilha e isso deu chance para que a pomba voasse para longe.
O grato de coração sempre encontrará oportunidades para mostrar sua gratidão.
(adaptado das fábulas de Esopo; texto disponível aqui )
O grato de coração sempre encontrará oportunidades para mostrar sua gratidão.
(adaptado das fábulas de Esopo; texto disponível aqui )
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
O frio que vem de dentro
Conta-se que seis homens ficaram presos numa caverna por causa de uma avalanche de neve. Teriam que esperar até o amanhecer para receber socorro. Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles se aqueciam. Eles sabiam que se o fogo apagasse todos morreriam de frio antes que o dia clareasse. Cada um deveria colocar sua lenha na fogueira, a única maneira de sobreviverem. O primeiro homem era racista. Ele olhou demoradamente para os outros cinco e descobriu que um deles tinha a pele escura. Então, raciocinou consigo mesmo: “Aquele negro! Jamais darei minha lenha para aquecer um negro”. E guardou-a, protegendo-a dos olhares dos demais. O segundo homem era um rico avarento. Estava ali porque esperava receber os juros de uma dívida. Olhou ao redor e viu um homem da montanha que trazia sua pobreza no aspecto rude do semblante e nas roupas velhas e remendadas. Ele calculava o valor da sua lenha e, enquanto sonhava com o seu lucro, pensou: “eu, dar a minha lenha para aquecer um preguiçoso, nem pensar!” O terceiro homem era negro. Seus olhos faiscavam de ressentimento. Não havia qualquer sinal de perdão ou de resignação que o sofrimento ensina. Seu pensamento era muito prático: “é bem provável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar aqueles que me oprimem”. E guardou sua lenha com cuidado. O quarto homem era um pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve. Este pensou: “esta nevasca pode durar vários dias. Vou guardar minha lenha.” O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador. Olhando fixamente para as brasas, nem lhe passou pela cabeça oferecer a lenha que carregava. Ele estava preocupado demais com suas próprias visões (ou alucinações?) para pensar em ser útil. O último homem trazia nos vincos da testa e nas palmas calosas das mãos os sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido: “Esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem mesmo o menor dos gravetos”. Com esses pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis. A última brasa da fogueira finalmente apagou. Quando os homens do socorro chegaram à caverna, encontraram seis cadáveres congelados, cada um segurando seu feixe de lenha. Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de socorro disse: “o frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro”.
(autor desconhecido; colaboração da Equipe de Pastoral da ENAU)
(autor desconhecido; colaboração da Equipe de Pastoral da ENAU)
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Correndo juntos
Há alguns anos, nas Olimpíadas Especiais de Seattle, nos Estados Unidos, nove participantes, todos com deficiência mental ou física, alinharam-se para o início da corrida dos 100 metros rasos. Ao sinal, todos partiram, com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar. Todos correram muito, com exceção de um garoto que tropeçou no asfalto, caiu rolando e começou a chorar. Os outros oito ouviram o choro. Diminuíram o passo e olharam para trás. Então eles viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas, com Síndrome de Down, ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse: "Pronto, agora vai sarar". E todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada. O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos.
(autor desconhecido; texto disponível aqui )
(autor desconhecido; texto disponível aqui )
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Que no dia de hoje...
Que no dia de hoje, o trabalho gere fraternidade, a humildade serene o orgulho, as prepotências e agressões. O perdão apague as mágoas, os ressentimentos e cicatrizes. A paz envolva os corações em conflito. A riqueza espiritual seja maior que a pobreza material. A caridade aqueça o coração dos que não crêem e dos indiferentes. E a esperança ilumine nosso existir.
(texto retirado da Agenda da Felicidade, de padre Roque Schneider, SJ, Edições Loyola; colaboração da Equipe de Pastoral da ENAU)
(texto retirado da Agenda da Felicidade, de padre Roque Schneider, SJ, Edições Loyola; colaboração da Equipe de Pastoral da ENAU)
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
A enchente
Em um ano de muitas tempestades, o nível do rio de uma pequena cidade subiu tanto que a água chegou a cobrir diversas casas. Nesse cenário, os bombeiros iam, de lancha, retirando pessoas das casas alagadas. Um rapaz estava em cima do telhado de uma das casas, observando a água subir cada vez mais. Ao ver a situação em que ele se encontrava, os bombeiros se aproximaram com a lancha e pediram-lhe que saltasse:
- Venha, rapaz, entre na lancha! A sua casa em breve vai ser levada pela correnteza! Venha logo! E o rapaz, que estava ajoelhado, orando, disse:
- Não, eu não vou. O Senhor vai me salvar... estou orando para isso!
Como havia muitas pessoas em perigo, os bombeiros foram resgatar outras vítimas. Então, um helicóptero, também do corpo de bombeiros, avistou o mesmo rapaz orando no telhado. Vendo que ele corria perigo, a equipe de resgate jogou a escada para que ele subisse e se livrasse do perigo. Mas, mais uma vez, o rapaz gritou:
- Não, eu não vou. O Senhor já vai me salvar...
Diante dessa resposta, esses bombeiros também foram resgatar outras vítimas, já que o rapaz continuava resistindo à ajuda. De repente, a enxurrada levou a casa e, junto, o rapaz que se encontrava no telhado; ele morreu. No céu, percebendo que estava morto, o rapaz pediu para falar com Deus. Levado à presença do Senhor, o rapaz perguntou-lhe, irritado:
- Senhor, me disseste que se eu tivesse uma fé do tamanho de um grão de mostarda eu poderia mover uma montanha... Minha fé era muito maior do que isso, Senhor, e me deixaste morrer! Mentiste para mim, Senhor!
E Deus lhe respondeu:
- Meu filho, eu é que estou aborrecido com você. Como é que pode?! Eu fiz a minha parte: mandei uma lancha, mandei até um helicóptero, mas você não fez a sua parte! Deveria ter aceitado a ajuda de um dos dois! Afinal, você queria o quê? Que eu tivesse descido lá pessoalmente para te salvar?
(autor desconhecido; texto disponível aqui )
- Venha, rapaz, entre na lancha! A sua casa em breve vai ser levada pela correnteza! Venha logo! E o rapaz, que estava ajoelhado, orando, disse:
- Não, eu não vou. O Senhor vai me salvar... estou orando para isso!
Como havia muitas pessoas em perigo, os bombeiros foram resgatar outras vítimas. Então, um helicóptero, também do corpo de bombeiros, avistou o mesmo rapaz orando no telhado. Vendo que ele corria perigo, a equipe de resgate jogou a escada para que ele subisse e se livrasse do perigo. Mas, mais uma vez, o rapaz gritou:
- Não, eu não vou. O Senhor já vai me salvar...
Diante dessa resposta, esses bombeiros também foram resgatar outras vítimas, já que o rapaz continuava resistindo à ajuda. De repente, a enxurrada levou a casa e, junto, o rapaz que se encontrava no telhado; ele morreu. No céu, percebendo que estava morto, o rapaz pediu para falar com Deus. Levado à presença do Senhor, o rapaz perguntou-lhe, irritado:
- Senhor, me disseste que se eu tivesse uma fé do tamanho de um grão de mostarda eu poderia mover uma montanha... Minha fé era muito maior do que isso, Senhor, e me deixaste morrer! Mentiste para mim, Senhor!
E Deus lhe respondeu:
- Meu filho, eu é que estou aborrecido com você. Como é que pode?! Eu fiz a minha parte: mandei uma lancha, mandei até um helicóptero, mas você não fez a sua parte! Deveria ter aceitado a ajuda de um dos dois! Afinal, você queria o quê? Que eu tivesse descido lá pessoalmente para te salvar?
(autor desconhecido; texto disponível aqui )
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
O cão de caça e a lebre
Um cão de caça espantou uma lebre para fora de sua toca, mas depois de longa perseguição ele parou a caçada. Uma cabra, vendo-o parar, ridicularizou-o dizendo: “Aquele pequeno animal é melhor corredor que você”. O cão de caça respondeu: “Você não vê a diferença entre nós: eu estava correndo por um jantar, mas ela para salvar a vida”.
O motivo pelo qual realizamos uma tarefa é que vai determinar sua qualidade final.
(texto adaptado das fábulas de Esopo; colaboração da Equipe de Pastoral da Escola Nerina Adelfo Ugliengo – ENAU, de Ribeirão Pires/SP, que também faz parte do Instituto das Filhas de São José )
O motivo pelo qual realizamos uma tarefa é que vai determinar sua qualidade final.
(texto adaptado das fábulas de Esopo; colaboração da Equipe de Pastoral da Escola Nerina Adelfo Ugliengo – ENAU, de Ribeirão Pires/SP, que também faz parte do Instituto das Filhas de São José )
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Dá-nos a paz que se dá!
Quando te pedimos paz, devolve-nos o pedido, que é fácil pedir sem dar...
Ensina-nos a passar da tolerância ao amor; de sermos notas dispersas a sermos uma canção.
Quando entregamos as armas, ajuda-nos a entregar também, abertas, as almas, que a paz apenas sem guerra é pouca paz para nós.
Necessitamos da terra com casa, trabalho e pão, contigo no coração, com todos os povos, juntos, forjando o novo amanhã.
Dá-nos a paz que se faz!
Dá-nos a paz que se dá!
(texto de dom Pedro Casaldáliga, bispo católico, disponível aqui )
Ensina-nos a passar da tolerância ao amor; de sermos notas dispersas a sermos uma canção.
Quando entregamos as armas, ajuda-nos a entregar também, abertas, as almas, que a paz apenas sem guerra é pouca paz para nós.
Necessitamos da terra com casa, trabalho e pão, contigo no coração, com todos os povos, juntos, forjando o novo amanhã.
Dá-nos a paz que se faz!
Dá-nos a paz que se dá!
(texto de dom Pedro Casaldáliga, bispo católico, disponível aqui )
Recomeçar (2)
Hoje recomeçamos nossos momentos diários de reflexão. Todo dia, no início do período, vamos reservar um tempinho para pensar, refletir, rezar, pedir, agradecer. Sempre haverá um pequeno texto, especialmente selecionado para ajudar sua reflexão. Aproveite esse momento de contato com Deus. Você vai perceber que seu dia ficará mais alegre, mais cheio de paz.
(Serviço de Ação Pastoral)
(Serviço de Ação Pastoral)
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Recomeçar
Quando chega um novo ano, criamos expectativas, esperanças e sonhos. Planejamos mil mudanças.
Imaginamos situações diferentes das que vivemos anteriormente e não gostamos. Sonhamos com tudo aquilo que ainda não conseguimos realizar.
No entanto, quando chega o final do ano e percebemos que tudo aquilo que idealizamos não se concretizou, ficamos frustrados. Então, ficamos esperando que a virada de mais um ano traga as tão sonhadas mudanças.
Não percebemos que, para termos uma vida nova, não precisamos da chegada de mais um ano. As mudanças podem ocorrer a qualquer momento, pois não é o ano que faz as mudanças acontecerem, mas sim o nosso olhar e a nossa atitude perante a vida.
Desejamos a você um ano com muitas mudanças. Para que você sinta não apenas a chegada de um novo ano, mas sim de uma vida nova.
Desejamos que seu coração se encha de coragem para enfrentar a vida. Que você consiga aceitar que nem sempre as mudanças são ruins.
Desejamos que você consiga vencer seus medos, angústias e ansiedades e, possa entender que cada dia é uma nova conquista, é uma nova vitória.
Cada dia é nova oportunidade de recomeçar. Aproveite!
(texto utilizado na Celebração de Acolhida dos alunos; adaptado de texto disponível aqui )
Imaginamos situações diferentes das que vivemos anteriormente e não gostamos. Sonhamos com tudo aquilo que ainda não conseguimos realizar.
No entanto, quando chega o final do ano e percebemos que tudo aquilo que idealizamos não se concretizou, ficamos frustrados. Então, ficamos esperando que a virada de mais um ano traga as tão sonhadas mudanças.
Não percebemos que, para termos uma vida nova, não precisamos da chegada de mais um ano. As mudanças podem ocorrer a qualquer momento, pois não é o ano que faz as mudanças acontecerem, mas sim o nosso olhar e a nossa atitude perante a vida.
Desejamos a você um ano com muitas mudanças. Para que você sinta não apenas a chegada de um novo ano, mas sim de uma vida nova.
Desejamos que seu coração se encha de coragem para enfrentar a vida. Que você consiga aceitar que nem sempre as mudanças são ruins.
Desejamos que você consiga vencer seus medos, angústias e ansiedades e, possa entender que cada dia é uma nova conquista, é uma nova vitória.
Cada dia é nova oportunidade de recomeçar. Aproveite!
(texto utilizado na Celebração de Acolhida dos alunos; adaptado de texto disponível aqui )
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Volta às aulas
Estamos de volta!!
Depois de um tempo de descanso, estamos de volta às aulas. É hora de reencontrar os amigos, contar e ouvir histórias das férias. Também é momento de conhecer gente nova: novos colegas, novos professores.
Se muitas coisas estão do mesmo jeito, muitas outras podem ser diferentes. Você pode fazer tudo que fez no ano passado, mas pode fazer de um jeito diferente!
Por isso, aproveite o momento e reflita sobre tudo o que fez (ou deixou de fazer) no ano passado. Pense no que pode fazer melhor, no que não fez e pode fazer, e no que não foi bom e que você pode evitar.
É tempo de recomeçar! Aproveite.
Depois de um tempo de descanso, estamos de volta às aulas. É hora de reencontrar os amigos, contar e ouvir histórias das férias. Também é momento de conhecer gente nova: novos colegas, novos professores.
Se muitas coisas estão do mesmo jeito, muitas outras podem ser diferentes. Você pode fazer tudo que fez no ano passado, mas pode fazer de um jeito diferente!
Por isso, aproveite o momento e reflita sobre tudo o que fez (ou deixou de fazer) no ano passado. Pense no que pode fazer melhor, no que não fez e pode fazer, e no que não foi bom e que você pode evitar.
É tempo de recomeçar! Aproveite.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Férias!!
Chegaram as tão aguardadas férias! Alguns já podem aproveitá-las desde já. Outros precisarão de um pouquinho mais de estudo e esforço. Mas, de qualquer maneira, estamos nos aproximando do Natal e do final de mais um ano. Aproveite esse período para descansar, brincar, viajar, curtir a família e os amigos. Mas não deixe de pensar no ano que você viveu, nas coisas boas e não tão boas que você passou. As coisas boas você pode fazer de novo, no próximo ano. Com as coisas não tão boas, você pode aprender como não passar mais por elas.
O Nascimento de Jesus significa exatamente isso: uma nova possibilidade, um novo nascimento. Deus quer se fazer presente em nossas vidas, mas depende de nossa acolhida.
Você quer que Jesus esteja presente em sua vida, que ajude você a ser mais feliz em 2010?
O que você pode fazer?
Boas férias para todos nós!!
O Nascimento de Jesus significa exatamente isso: uma nova possibilidade, um novo nascimento. Deus quer se fazer presente em nossas vidas, mas depende de nossa acolhida.
Você quer que Jesus esteja presente em sua vida, que ajude você a ser mais feliz em 2010?
O que você pode fazer?
Boas férias para todos nós!!
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Advento: Deus se faz presente em nossas vidas (Advento 04)
Com o nascimento de Jesus, Deus se fez homem e se fez presente definitivamente na vida humana. Deus caminha conosco! Mas a presença de Deus em nossa realidade depende de cada um de nós. Devemos ser “sal da terra” e “luz do mundo”. Muitas vezes ficamos adormecidos, achando que a vinda de Deus se dará por uma força mágica e nos esquecemos que precisamos ser sinal da presença de Deus para nossos irmãos.
Oração – Senhor, desperta-nos do nosso sono e ajuda-nos para que a nossa presença na sociedade seja um sinal de que vens ao nosso encontro. Sabemos que isso só se torna possível quando a justiça, a liberdade e a paz são marcas de nossa relação com nossos irmãos. Faze-nos, cada vez mais, sinais de tua presença para os outros. Amém!
(adaptado do texto ”A Coroa do Advento”, disponível aqui )
Oração – Senhor, desperta-nos do nosso sono e ajuda-nos para que a nossa presença na sociedade seja um sinal de que vens ao nosso encontro. Sabemos que isso só se torna possível quando a justiça, a liberdade e a paz são marcas de nossa relação com nossos irmãos. Faze-nos, cada vez mais, sinais de tua presença para os outros. Amém!
(adaptado do texto ”A Coroa do Advento”, disponível aqui )
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Advento: tempo de esperança (Advento 03)
Todos nós temos sonhos. Queremos ser felizes, estar com nossos amigos, com nossa família. Queremos viver em paz, num mundo sem violência, em que todas as pessoas possam ser felizes também. Muitas vezes, algumas situações atrapalham esses sonhos e parece que nada vai dar certo. O tempo do Advento é um tempo de alimentarmos nossa esperança, de reavivarmos nossos sonhos. A vinda de Jesus é o cumprimento da promessa de Deus de que teremos lugar em seu Reino de justiça, amor e paz.
Pense num sonho que você tem, em algo que você gostaria muito que se realizasse. Peça a Jesus que dê a você ânimo e coragem para realizar o seu sonho.
Oração – Deus nosso Pai, o caminho do Advento que percorremos encheu-se hoje de sonhos e de projetos belos, desses que nos dão ânimo para avançar, mesmo quando estamos cansados. No teu Reino haverá justiça e paz. Senhor, que possamos ver que esses sonhos se aproximam da nossa realidade. Que os valores do teu Reino iluminem as nossas vidas. Amém!
(adaptado do texto ”A Coroa do Advento”, disponível aqui )
Pense num sonho que você tem, em algo que você gostaria muito que se realizasse. Peça a Jesus que dê a você ânimo e coragem para realizar o seu sonho.
Oração – Deus nosso Pai, o caminho do Advento que percorremos encheu-se hoje de sonhos e de projetos belos, desses que nos dão ânimo para avançar, mesmo quando estamos cansados. No teu Reino haverá justiça e paz. Senhor, que possamos ver que esses sonhos se aproximam da nossa realidade. Que os valores do teu Reino iluminem as nossas vidas. Amém!
(adaptado do texto ”A Coroa do Advento”, disponível aqui )
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Advento: ir ao encontro com alegria (Advento 02)
Com a proximidade do Natal, a festa do nascimento de Jesus, precisamos nos preparar para a chegada do Cristo, o Salvador. Essa preparação não deve ser somente a decoração de nossas casas, a compra de presentes e a preparação da festa. Deve ser, acima de tudo, uma preparação interior de cada um. Não podemos ficar somente esperando a chegada de Jesus. Temos que ir ao seu encontro. Mas, como posso ir ao encontro do Menino Jesus neste Natal?
Pense em algo que você possa fazer em relação à sua família e assuma esse compromisso.
Oração – Deus nosso Pai, ao começar este Advento, queremos pedir a Tua luz para iluminar a nossa esperança. Queremos permanecer despertos e com coração aberto para perceber os sinais da Tua presença entre nós. Que não deixemos de ver nada que nos fala de Ti. Que não percamos nunca a sensibilidade para estar em sintonia contigo, onde quer que estejas. Queremos ir ao encontro dos outros com alegria. Amém!
(adaptado do texto ”A Coroa do Advento”, disponível aqui )
Pense em algo que você possa fazer em relação à sua família e assuma esse compromisso.
Oração – Deus nosso Pai, ao começar este Advento, queremos pedir a Tua luz para iluminar a nossa esperança. Queremos permanecer despertos e com coração aberto para perceber os sinais da Tua presença entre nós. Que não deixemos de ver nada que nos fala de Ti. Que não percamos nunca a sensibilidade para estar em sintonia contigo, onde quer que estejas. Queremos ir ao encontro dos outros com alegria. Amém!
(adaptado do texto ”A Coroa do Advento”, disponível aqui )
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Hoje ainda é Advento
O Advento é o tempo litúrgico que antecede o Natal. São quatro semanas nas quais somos convidados a esperar Jesus que vem, um tempo de preparação e de alegre espera do Senhor. Até um tempo atrás, se associava o advento com o tempo da quaresma, tempo de jejum e penitência. Mas na verdade, o advento é um tempo de alegre esperança da chegada do Senhor. Jesus vem e isso é motivo de muita alegria. Na verdade, Jesus já veio e virá uma segunda vez. Esse é o ensinamento da Igreja. Mas nosso encontro com Jesus acontece todos os dias, na pessoa dos nossos irmãos e irmãs, de um modo especial os mais sofredores. Nosso encontro definitivo com Jesus se dará quando morrermos e participarmos com ele de sua glória. Por isso, como cristãos, somos convidados a viver num constante advento, antecipando esse encontro definitivo.
(adaptado de texto disponível aqui )
(adaptado de texto disponível aqui )
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Gracias a la vida (Dou graças à vida)
Dou graças à vida que tem me dado tanto
Me deu dois luzeiros, que quando os abro
Perfeitamente distingo o preto do branco
E no alto do céu seu fundo estrelado
Nas multidões o homem que eu amo.
Dou graças à vida que tem me dado tanto
Me deu o ouvido, que em toda sua amplidão
Grava noite e dia grilos e canários
Martelos, turbinas, latidos, chuvadas
E a voz tão terna do meu bem-amado.
Dou graças à vida que tem me dado tanto
Me deu o som e o abecedário
Com ele as palavras, que penso e declaro
Pai, amigo, irmão e luz iluminando
A rota da alma do que estou amando.
Dou graças à vida que tem me dado tanto
Me deu a marcha dos meus pés cansados
Com eles andei cidades e charcos
Praias e desertos, montanha e plano
E a casa tua, tua rua e teu pátio.
Dou graças à vida que tem me dado tanto
Me deu o coração, que agita seu ritmo
Quando vejo o fruto do cérebro humano
Quando vejo o bom tão longe do mau
Quando vejo a profundeza de teus olhos claros.
Dou graças à vida que tem me dado tanto
Me deu o sorriso e também o pranto
Assim eu distingo, dita de quebranto
Os dois materiais que formam meu canto
E o canto de vocês que é o mesmo canto
E o canto de todos que é meu próprio canto.
(letra de música de Violeta Parra, compositora chilena, traduzida por Márcia Viegas; tradução disponível aqui e letra original aqui )
Me deu dois luzeiros, que quando os abro
Perfeitamente distingo o preto do branco
E no alto do céu seu fundo estrelado
Nas multidões o homem que eu amo.
Dou graças à vida que tem me dado tanto
Me deu o ouvido, que em toda sua amplidão
Grava noite e dia grilos e canários
Martelos, turbinas, latidos, chuvadas
E a voz tão terna do meu bem-amado.
Dou graças à vida que tem me dado tanto
Me deu o som e o abecedário
Com ele as palavras, que penso e declaro
Pai, amigo, irmão e luz iluminando
A rota da alma do que estou amando.
Dou graças à vida que tem me dado tanto
Me deu a marcha dos meus pés cansados
Com eles andei cidades e charcos
Praias e desertos, montanha e plano
E a casa tua, tua rua e teu pátio.
Dou graças à vida que tem me dado tanto
Me deu o coração, que agita seu ritmo
Quando vejo o fruto do cérebro humano
Quando vejo o bom tão longe do mau
Quando vejo a profundeza de teus olhos claros.
Dou graças à vida que tem me dado tanto
Me deu o sorriso e também o pranto
Assim eu distingo, dita de quebranto
Os dois materiais que formam meu canto
E o canto de vocês que é o mesmo canto
E o canto de todos que é meu próprio canto.
(letra de música de Violeta Parra, compositora chilena, traduzida por Márcia Viegas; tradução disponível aqui e letra original aqui )
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Dia de Ação de Graças
Você sabe como começou a história do Dia de Ação de Graças? Em geral, pensamos que o Dia de Ação de Graças é um feriado exclusivamente dos Estados Unidos, mas na verdade existe uma grande tradição de celebrações na época da colheita. Gregos, romanos, chineses, judeus, egípcios e outros povos já celebravam o sucesso das colheitas com festas e banquetes, agradecendo aos deuses.
O Dia de Ação de Graças atual tem suas principais origens na história dos Estados Unidos. Em 1609, um grupo de puritanos que estava fugindo da perseguição religiosa na Inglaterra foi viver na Holanda e, em seguida, na América. Em setembro de 1620, um grupo de 110 puritanos, chamados de peregrinos, chegou ao Novo Mundo e se acomodou na cidade de Plymouth, hoje Massachusetts. O primeiro inverno dos peregrinos foi tão intenso que menos de cinqüenta pessoas conseguiram sobreviver. Em de março de 1621, dois índios abnakis – Samoset e Squanto – chegaram ao povoado e ajudaram os peregrinos a sobreviver: ensinaram como extrair seiva das árvores, como evitar plantas que eram venenosas e como plantar milho e outros alimentos. A colheita de outubro foi muito bem-sucedida, em grande parte graças à ajuda dos nativos norte-americanos. Os peregrinos tiveram comida suficiente para o inverno e tinham aprendido a sobreviver no Novo Mundo. O governador dos peregrinos, William Bradford, decidiu realizar um banquete de celebração e convidou os vizinhos nativos norte-americanos, que também trouxeram comida. A celebração durou três dias. O Dia de Ação de Graças não está ligado a uma religião específica e as pessoas podem celebrá-lo da maneira como quiserem. As únicas tradições essenciais são fazer uma refeição com amigos ou com a família e agradecer pelo que se tem.
(adaptado de texto disponível aqui )
O Dia de Ação de Graças atual tem suas principais origens na história dos Estados Unidos. Em 1609, um grupo de puritanos que estava fugindo da perseguição religiosa na Inglaterra foi viver na Holanda e, em seguida, na América. Em setembro de 1620, um grupo de 110 puritanos, chamados de peregrinos, chegou ao Novo Mundo e se acomodou na cidade de Plymouth, hoje Massachusetts. O primeiro inverno dos peregrinos foi tão intenso que menos de cinqüenta pessoas conseguiram sobreviver. Em de março de 1621, dois índios abnakis – Samoset e Squanto – chegaram ao povoado e ajudaram os peregrinos a sobreviver: ensinaram como extrair seiva das árvores, como evitar plantas que eram venenosas e como plantar milho e outros alimentos. A colheita de outubro foi muito bem-sucedida, em grande parte graças à ajuda dos nativos norte-americanos. Os peregrinos tiveram comida suficiente para o inverno e tinham aprendido a sobreviver no Novo Mundo. O governador dos peregrinos, William Bradford, decidiu realizar um banquete de celebração e convidou os vizinhos nativos norte-americanos, que também trouxeram comida. A celebração durou três dias. O Dia de Ação de Graças não está ligado a uma religião específica e as pessoas podem celebrá-lo da maneira como quiserem. As únicas tradições essenciais são fazer uma refeição com amigos ou com a família e agradecer pelo que se tem.
(adaptado de texto disponível aqui )
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Oração de Ação de Graças
Nós Te agradecemos
porque Tu és o Senhor, nosso Deus,
e o Deus de nossos pais.
Nós Te agradecemos por nossa vida
entregue em tuas mãos,
por nossas almas confiadas a Ti,
pelos prodígios que dia após dia operas em nós,
pelas coisas maravilhosas e pelas obras de bondade
que realizas em cada tempo, à tarde, de manhã e ao meio-dia.
(oração judaica, citada por padre José Ivo Follmann, coordenador do Programa “Gestando o Diálogo Inter-Religioso e o Ecumenismo”, da UNISINOS, disponível aqui )
porque Tu és o Senhor, nosso Deus,
e o Deus de nossos pais.
Nós Te agradecemos por nossa vida
entregue em tuas mãos,
por nossas almas confiadas a Ti,
pelos prodígios que dia após dia operas em nós,
pelas coisas maravilhosas e pelas obras de bondade
que realizas em cada tempo, à tarde, de manhã e ao meio-dia.
(oração judaica, citada por padre José Ivo Follmann, coordenador do Programa “Gestando o Diálogo Inter-Religioso e o Ecumenismo”, da UNISINOS, disponível aqui )
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Deus está me esculpindo
DEUS...
não me criou, está me criando
não me formou, está me formando
não me chamou, está me chamando
não me amou, está me amando
não me disse, está me dizendo
não me salvou, está me salvando.
EU...
não cheguei lá, estou indo
não virei santo, estou sendo santificado
não me converti, estou me convertendo
não me encontrei, estou me encontrando
não sei o suficiente, estou aprendendo.
DEUS...
não me responde tudo, ensina-me a pensar
não me leva sempre, manda-me caminhar
não faz tudo por mim, ensina-me a fazer
não me empurra, aponta a direção
não me mostra tudo, dá sinais
não pára o rio, ensina-me a atravessá-lo
não tira os obstáculos, ensina-me a superá-los.
EU...
não sou um nada, eu somo e multiplico
não sou coisa, sou pessoa
não sou número, sou indivíduo
não sou qualquer, sou alguém
não me sobreponho, ponho-me no meu lugar
não passo por cima, caminho ao lado
não me deixo pisar, mas também não piso.
É Deus primeiro, depois eu e os outros, lado a lado.
Se tiver que perder algumas vezes, entenderei.
Daqui do meu ângulo, o mundo tem um só EU.
Além do meu pequeno "eu" o mundo tem 6,5 bilhões de “outros”.
O que mais existe no mundo é o "outro".
Não posso querer que tudo passe pelo meu inacabado eu.
Por isso, tomarei cuidado com este pronome.
“Eu demais” quase sempre quer dizer “outros de menos”.
Certamente não sou e não serei pessoa nota 10. Não sou máximo.
Além disso, o PROCOM não costuma recomendar produtos falsos.
Sou obra imperfeita e inacabada.
O jeito é deixar que Deus termine o que começou em mim.
(texto de padre Zezinho, disponível aqui )
não me criou, está me criando
não me formou, está me formando
não me chamou, está me chamando
não me amou, está me amando
não me disse, está me dizendo
não me salvou, está me salvando.
EU...
não cheguei lá, estou indo
não virei santo, estou sendo santificado
não me converti, estou me convertendo
não me encontrei, estou me encontrando
não sei o suficiente, estou aprendendo.
DEUS...
não me responde tudo, ensina-me a pensar
não me leva sempre, manda-me caminhar
não faz tudo por mim, ensina-me a fazer
não me empurra, aponta a direção
não me mostra tudo, dá sinais
não pára o rio, ensina-me a atravessá-lo
não tira os obstáculos, ensina-me a superá-los.
EU...
não sou um nada, eu somo e multiplico
não sou coisa, sou pessoa
não sou número, sou indivíduo
não sou qualquer, sou alguém
não me sobreponho, ponho-me no meu lugar
não passo por cima, caminho ao lado
não me deixo pisar, mas também não piso.
É Deus primeiro, depois eu e os outros, lado a lado.
Se tiver que perder algumas vezes, entenderei.
Daqui do meu ângulo, o mundo tem um só EU.
Além do meu pequeno "eu" o mundo tem 6,5 bilhões de “outros”.
O que mais existe no mundo é o "outro".
Não posso querer que tudo passe pelo meu inacabado eu.
Por isso, tomarei cuidado com este pronome.
“Eu demais” quase sempre quer dizer “outros de menos”.
Certamente não sou e não serei pessoa nota 10. Não sou máximo.
Além disso, o PROCOM não costuma recomendar produtos falsos.
Sou obra imperfeita e inacabada.
O jeito é deixar que Deus termine o que começou em mim.
(texto de padre Zezinho, disponível aqui )
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Tanquinho de areia
Um menininho brincava no tanque de areia da praça naquela manhã de sábado. Tinha com ele sua caixa de carrinhos e caminhões, seu balde plástico e uma pá vermelha brilhante. No processo de criar estradas e túneis na areia macia, ele descobriu uma pedra grande no meio do tanque de areia. O menino cavou ao redor da pedra, conseguindo desalojar a sujeira. Com muito esforço, usando as mãos e os pés em todas as posições possíveis, ele conseguiu empurrar a pedra através do tanque de areia. Era um menino muito pequeno e a pedra, para ele, era enorme. Quando o menino alcançou a borda do tanque de areia, ele descobriu que mais difícil ainda ia ser passar a pedra sobre a pequena parede. Determinado, o menininho empurrou, empurrou e empurrou, mas a cada vez que ele achava ter feito algum progresso, a pedra virava e rolava de volta para o tanque. O menininho grunhiu, lutou, empurrou, mas sua única recompensa era ter a pedra rolando de volta, esmagando seus dedinhos rechonchudos. Finalmente rompeu em lágrimas de frustração.
Durante todo o tempo, seu pai o observava de sua janela, aguardando o desenvolvimento de todo o drama. No momento em que as lágrimas caíram, uma sombra grande caiu sobre o menino. Era seu pai. Suavemente mas com firmeza, ele disse:
- Filho, por que você não usou toda a força que você tinha disponível?
Derrotado, o menino respondeu:
- Mas eu usei, pai! Usei toda a força que eu tinha!
- Não, meu filho, corrigiu o pai bondosamente. - Você não usou toda a força que você tinha. Você não me pediu ajuda!
E o pai do menino se abaixou, pegou a pedra e a retirou do tanque de areia.
(autor desconhecido; texto disponível aqui )
Durante todo o tempo, seu pai o observava de sua janela, aguardando o desenvolvimento de todo o drama. No momento em que as lágrimas caíram, uma sombra grande caiu sobre o menino. Era seu pai. Suavemente mas com firmeza, ele disse:
- Filho, por que você não usou toda a força que você tinha disponível?
Derrotado, o menino respondeu:
- Mas eu usei, pai! Usei toda a força que eu tinha!
- Não, meu filho, corrigiu o pai bondosamente. - Você não usou toda a força que você tinha. Você não me pediu ajuda!
E o pai do menino se abaixou, pegou a pedra e a retirou do tanque de areia.
(autor desconhecido; texto disponível aqui )
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Coexistência
A Coexistência não é necessariamente aprender a viver junto, mas talvez aprender a viver lado a lado. Muitos de nós têm esperança de uma existência pacífica, mas infelizmente todos os dias ainda há violência e terrorismo contra pessoas inocentes em muitos cantos do mundo. As pessoas sensatas deveriam receber a mensagem de coexistência e levá-la em seus corações e mentes. A pobreza e a riqueza extremas existem lado a lado com uma grande disparidade. A hostilidade e a desconfiança crescem do outro lado das cercas que as pessoas constróem. Faríamos bem em aprender a apoiar ao invés de enfraquecer um ao outro e aprender a entender as diferenças entre nós e estimar e valorizar essas diferenças. O mundo em que nós vivemos hoje precisa de muita boa vontade e amor. A mensagem de tolerância e compreensão precisa ser ouvida em cada canto do mundo e em todos os locais possíveis. O que precisamos hoje em muitos lugares no mundo é mais consideração, carinho, humildade e amor. Não podemos continuar a educar as gerações futuras com base na diferença. Não podemos permitir que mal-entendidos triunfem sobre a percepção e compaixão dentro de nós. Temos que ter esperança e agir, cada um de nós e todos nós juntos. Se cada um, à sua maneira, pensasse sobre como pode contribuir, mesmo que de forma pequena, mas significativa, para a mensagem de que todas as pessoas são iguais e responsáveis pelas outras, haverá uma manhã em que acordaremos em um mundo melhor.
(adaptado de texto de Raphie Etgar, do projeto “Coexistence”, disponível aqui )
(adaptado de texto de Raphie Etgar, do projeto “Coexistence”, disponível aqui )
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Consciência da diferença
O sociólogo português Boaventura de Sousa Santos nos trouxe um dos mais lúcidos ensinamentos. Segundo ele, “devemos lutar pela igualdade toda vez que a diferença nos inferioriza, mas também devemos lutar pela diferença toda vez que a igualdade nos descaracteriza”. No próximo dia 20 de novembro, Dia Nacional da Consciência Negra, será um momento oportuno para refletirmos essa questão. É dia de honrarmos nossas raízes guerreiras, que nos ensinaram a resistir e a nos afirmar pela igualdade. Mas também é dia de honrarmos nossas raízes fraternas, que nos ensinaram a permitir e a lidar com a diversidade. É nesse sentido que a contribuição negra precisa se dizer forte, precisa se dizer completa, não só porque queremos ser iguais, mas porque também queremos o desigual, porque queremos acolher a diferença. A grandeza da existência humana é poder trabalhar com a pluralidade, é poder ter a grandeza de compreender nas diferenças o conjunto da igualdade humana. Por isso, esse dia é uma belíssima oportunidade para celebrarmos a diversidade como fundamento e valor da humanidade.
(adaptado de texto de Gilberto Passos Gil Moreira, músico e ex-ministro da Cultura, disponível aqui )
(adaptado de texto de Gilberto Passos Gil Moreira, músico e ex-ministro da Cultura, disponível aqui )
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Consciência Negra: é preciso aceitar que o preconceito existe
O preconceito diz respeito a idéias formuladas “a priori”, "antes de conhecer", sobre as qualidades físicas, morais e intelectuais de indivíduos, e que conferem a esses indivíduos uma situação de inferioridade. Pela sua subjetividade, o preconceito é mais difícil de ser combatido e mais demorado para ser desconstruído. Entretanto, qualquer que seja a motivação — raça, cor, origem, classe social — o preconceito constitui um fator determinante da qualidade das relações entre aquele que se considera “superior” e aquele que é considerado “inferior”. É nessas relações que o preconceito se revela, sob a forma de discriminação. Orientada pelo preconceito, a discriminação é a ação concreta, que vai desde a afirmação verbal da inferioridade — os xingamentos, os tratamentos pejorativos — até as situações de humilhação e as iniciativas no sentido de impedir ou dificultar a comprovação de que essa inferioridade é infundada. Assim, pela sua concretude e objetividade, a discriminação racial pode ser identificada e deve ser combatida, tanto em nome do respeito ao ser humano quanto pelos princípios democráticos que igualam negros e não-negros como cidadãos. Todavia, a realidade indica que o caminho para o equacionamento da questão racial no Brasil tem algo em comum com o tratamento para o alcoolismo: o primeiro passo para a superação é aceitar que o problema existe.
(adaptado de texto de Azuete Fogaça, professora da Universidade Federal de Juiz de Fora e da Universidade Estácio de Sá do Rio de Janeiro, publicado no O Globo Online, em 22/04/2005, disponível aqui )
(adaptado de texto de Azuete Fogaça, professora da Universidade Federal de Juiz de Fora e da Universidade Estácio de Sá do Rio de Janeiro, publicado no O Globo Online, em 22/04/2005, disponível aqui )
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Prece da Herança
Senhor, sou um, entre milhões de seres humanos, e me apresento diante de ti. Venho falar-te de uma herança que recebi de ti. Venho dizer que me sinto pequeno diante do que me pedes e, às vezes, não me sinto capaz.
Mas quero dizer também que amo o que me propuseste. Compreendo que não devo ser florista, nem vendedor de sal, mas sim, jardineiro e sal. Preciso trabalhar, cada dia, para poder fazer a minha parte. Vejo que ninguém vai construir aquilo que eu devo construir. Percebo que sou uma parcela importante. Gostaria de ser um artista a trabalhar este mundo cheio de tantas coisas belas. Dá-me, Senhor, a consciência de que o mundo precisa de minhas mãos. Dá-me coragem para me preparar bem e assim poder levar adiante a herança gloriosa que me deixaste. Quero trabalhar como alguém significativo para o mundo. Ajuda-me a ser uma fonte de água viva e uma fonte de tua luz.
Amém!
(texto de padre Tiago Alberione, fundador da congregação dos padres Paulinos e das irmãs Paulinas, disponível aqui )
Mas quero dizer também que amo o que me propuseste. Compreendo que não devo ser florista, nem vendedor de sal, mas sim, jardineiro e sal. Preciso trabalhar, cada dia, para poder fazer a minha parte. Vejo que ninguém vai construir aquilo que eu devo construir. Percebo que sou uma parcela importante. Gostaria de ser um artista a trabalhar este mundo cheio de tantas coisas belas. Dá-me, Senhor, a consciência de que o mundo precisa de minhas mãos. Dá-me coragem para me preparar bem e assim poder levar adiante a herança gloriosa que me deixaste. Quero trabalhar como alguém significativo para o mundo. Ajuda-me a ser uma fonte de água viva e uma fonte de tua luz.
Amém!
(texto de padre Tiago Alberione, fundador da congregação dos padres Paulinos e das irmãs Paulinas, disponível aqui )
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
A Cidade dos Resmungos
Era uma vez um lugar chamado Cidade dos Resmungos, onde todos resmungavam, resmungavam, resmungavam. No verão, resmungavam que estava muito quente. No inverno, que estava muito frio. Quando chovia, as crianças choramingavam porque não podiam sair. Quando fazia sol, reclamavam que não tinham o que fazer. Os vizinhos queixavam-se uns dos outros, os pais queixavam-se dos filhos, os irmãos das irmãs. Todos tinham um problema, e todos reclamavam que alguém deveria fazer alguma coisa.
Um dia chegou à cidade um mascate carregando um enorme cesto às costas. Ao perceber toda aquela inquietação e choradeira, pôs o cesto no chão e gritou:
- Ó cidadãos deste belo lugar! Os campos estão abarrotados de trigo, os pomares carregados de frutas. As cordilheiras são cobertas de florestas espessas, e os vales banhados por rios profundos. Jamais vi um lugar abençoado por tantas conveniências e tamanha abundância. Por que tanta insatisfação? Aproximem-se, e eu lhes mostrarei o caminho para a felicidade.
Ora, a camisa do mascate estava rasgada e puída. Havia remendos nas calças e buracos nos sapatos. As pessoas riram ao pensar que alguém como ele pudesse mostrar-lhes como ser feliz. Mas enquanto riam, ele puxou uma corda comprida do cesto e a esticou entre dois postes na praça da cidade.
Então, segurando o cesto diante de si, gritou:
- Povo desta cidade! Aqueles que estiverem insatisfeitos escrevam seus problemas num pedaço de papel e ponham dentro deste cesto. Trocarei seus problemas por felicidade!
A multidão se aglomerou ao seu redor. Ninguém hesitou diante da chance de se livrar dos problemas. Todo homem, mulher e criança da vila rabiscou sua queixa num pedaço de papel e jogou no cesto.
Eles observaram o mascate pegar cada problema e pendurá-lo na corda. Quando ele terminou, havia problemas tremulando em cada polegada da corda, de um extremo a outro. Então ele disse:
- Agora cada um de vocês deve retirar desta linha mágica o menor problema que puder encontrar.
Todos correram para examinar os problemas. Procuraram, manusearam os pedaços de papel e ponderaram, cada qual tentando escolher o menor problema. Depois de algum tempo a corda estava vazia.
Eis que cada um segurava o mesmíssimo problema que havia colocado no cesto. Cada pessoa havia escolhido o seu próprio problema, julgando ser ele o menor da corda.
Daí por diante, o povo daquela cidade deixou de resmungar o tempo todo. E sempre que alguém sentia o desejo de resmungar ou reclamar, pensava no mascate e na sua corda mágica.
(texto retirado de “O Livro das Virtudes II”, de William J.Bennett, disponível aqui )
Um dia chegou à cidade um mascate carregando um enorme cesto às costas. Ao perceber toda aquela inquietação e choradeira, pôs o cesto no chão e gritou:
- Ó cidadãos deste belo lugar! Os campos estão abarrotados de trigo, os pomares carregados de frutas. As cordilheiras são cobertas de florestas espessas, e os vales banhados por rios profundos. Jamais vi um lugar abençoado por tantas conveniências e tamanha abundância. Por que tanta insatisfação? Aproximem-se, e eu lhes mostrarei o caminho para a felicidade.
Ora, a camisa do mascate estava rasgada e puída. Havia remendos nas calças e buracos nos sapatos. As pessoas riram ao pensar que alguém como ele pudesse mostrar-lhes como ser feliz. Mas enquanto riam, ele puxou uma corda comprida do cesto e a esticou entre dois postes na praça da cidade.
Então, segurando o cesto diante de si, gritou:
- Povo desta cidade! Aqueles que estiverem insatisfeitos escrevam seus problemas num pedaço de papel e ponham dentro deste cesto. Trocarei seus problemas por felicidade!
A multidão se aglomerou ao seu redor. Ninguém hesitou diante da chance de se livrar dos problemas. Todo homem, mulher e criança da vila rabiscou sua queixa num pedaço de papel e jogou no cesto.
Eles observaram o mascate pegar cada problema e pendurá-lo na corda. Quando ele terminou, havia problemas tremulando em cada polegada da corda, de um extremo a outro. Então ele disse:
- Agora cada um de vocês deve retirar desta linha mágica o menor problema que puder encontrar.
Todos correram para examinar os problemas. Procuraram, manusearam os pedaços de papel e ponderaram, cada qual tentando escolher o menor problema. Depois de algum tempo a corda estava vazia.
Eis que cada um segurava o mesmíssimo problema que havia colocado no cesto. Cada pessoa havia escolhido o seu próprio problema, julgando ser ele o menor da corda.
Daí por diante, o povo daquela cidade deixou de resmungar o tempo todo. E sempre que alguém sentia o desejo de resmungar ou reclamar, pensava no mascate e na sua corda mágica.
(texto retirado de “O Livro das Virtudes II”, de William J.Bennett, disponível aqui )
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Muito além de uma porta
Se você encontrar uma porta a sua frente, poderá abri-la ou não. Se você abrir a porta, poderá ou não entrar em uma nova sala. Para entrar, você vai ter que vencer a dúvida, o titubeio ou o medo. Se você venceu, você deu um grande passo: nesta sala vive-se. Mas também tem um preço: são inúmeras as outras portas que você descobre. O grande segredo é saber quando e qual porta dever ser aberta. A vida não é rigorosa: ela propicia erros e acertos. Os erros podem ser transformados em acertos, quando, com eles, se aprende. Não existe a segurança do acerto eterno.
A vida é generosa: a cada sala em que se vive, descobrem-se outras tantas portas. A vida enriquece a quem se arrisca a abrir novas portas. Ela privilegia quem descobre seus segredos e generosamente oferece oportunas portas.
Mas a vida pode também ser dura e severa: se você não ultrapassar a porta, terá sempre essa mesma porta pela frente. É a repetição perante a criação. É a monotonia cromática perante o arco-íris. É a estagnação da vida.
Para a vida, as portas não são obstáculos mas diferentes passagens...
(texto de Içami Tiba, disponível aqui )
A vida é generosa: a cada sala em que se vive, descobrem-se outras tantas portas. A vida enriquece a quem se arrisca a abrir novas portas. Ela privilegia quem descobre seus segredos e generosamente oferece oportunas portas.
Mas a vida pode também ser dura e severa: se você não ultrapassar a porta, terá sempre essa mesma porta pela frente. É a repetição perante a criação. É a monotonia cromática perante o arco-íris. É a estagnação da vida.
Para a vida, as portas não são obstáculos mas diferentes passagens...
(texto de Içami Tiba, disponível aqui )
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
A camisa de um homem feliz
Um califa sofrendo de uma doença mortal, estava deitado sobre almofadas de seda. Os raquins, os médicos de seu país, reunidos ao seu redor, concordaram entre si em que apenas uma coisa poderia conceder cura e salvação ao califa: colocar sob sua cabeça a camisa de um homem feliz.
Mensageiros em grande número saíram buscando em toda cidade, toda vila e toda cabana por um homem feliz. Mas cada pessoa por eles interrogada nada expressava senão tristeza e preocupações. Finalmente após ter abandonado toda a esperança, os mensageiros encontram um pastor que ria e cantava enquanto observava seu rebanho.
- O senhor é feliz? – perguntaram os mensageiros.
- Não posso imaginar alguém mais feliz que eu – disse o pastor, rindo-se.
- Então, dê-nos tua camisa. O califa precisa dela para ser curado.
Mas, para a surpresa dos mensageiros, o pastor respondeu:
- Eu não tenho nenhuma camisa!
Essa notícia patética, de que o único homem feliz encontrado pelos mensageiros não possuía sequer uma camisa, deu o que pensar ao califa. Por três dias e três noites ele não permitiu que nenhuma pessoa se aproximasse dele. Finalmente, no quarto dia, fez com que suas almofadas de seda e suas pedras preciosas fossem distribuídas entre o povo. Daquele momento em diante, o califa ficou saudável e feliz outra vez.
(texto retirado do livro “O mercador e o papagaio”, de Nossrat Peseschkian, disponível aqui )
Mensageiros em grande número saíram buscando em toda cidade, toda vila e toda cabana por um homem feliz. Mas cada pessoa por eles interrogada nada expressava senão tristeza e preocupações. Finalmente após ter abandonado toda a esperança, os mensageiros encontram um pastor que ria e cantava enquanto observava seu rebanho.
- O senhor é feliz? – perguntaram os mensageiros.
- Não posso imaginar alguém mais feliz que eu – disse o pastor, rindo-se.
- Então, dê-nos tua camisa. O califa precisa dela para ser curado.
Mas, para a surpresa dos mensageiros, o pastor respondeu:
- Eu não tenho nenhuma camisa!
Essa notícia patética, de que o único homem feliz encontrado pelos mensageiros não possuía sequer uma camisa, deu o que pensar ao califa. Por três dias e três noites ele não permitiu que nenhuma pessoa se aproximasse dele. Finalmente, no quarto dia, fez com que suas almofadas de seda e suas pedras preciosas fossem distribuídas entre o povo. Daquele momento em diante, o califa ficou saudável e feliz outra vez.
(texto retirado do livro “O mercador e o papagaio”, de Nossrat Peseschkian, disponível aqui )
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Deus existe e ama
Deus existe, e se Ele existe, Ele ama. É inconcebível, vai contra a lógica, é totalmente inadmissível a idéia de que Deus possa odiar. Ele não seria Deus se odiasse. E se Ele amasse, ainda que só um pouco menos, também não seria Deus. Por isso, Deus existe e ama, porque amar para Deus é a mesma coisa que existir; existir, para Deus, é a mesma coisa que amar. Se Deus deixasse de amar Ele deixaria de existir. Um ser humano pode existir e não amar, mas Deus não pode. Quando digo que Deus ama, afirmo que Deus existe. Quando afirmo que Deus existe, afirmo que Ele ama, e não apenas que Ele tem amor; como São João, eu digo que muito mais do que ter amor, Deus é o próprio amor. Porque Deus ama, eu acredito piamente que Ele se importa com toda a sua criação e com cada ser que Ele criou. Minha crença em Deus tem que passar pela certeza de que Deus ama; no primeiro momento que eu negar que Deus ama, estarei negando Deus. Digo mais: a descoberta do amor de Deus é a verdadeira descoberta da existência de Deus. Alguém que afirmasse a existência de Deus, mas duvidasse do Seu amor, não estaria acreditando na existência de Deus. Para crer que Deus existe, eu preciso crer que Ele ama. Pode até acontecer de eu não amá-Lo direito, mas não posso negar que Ele me ama. Por isso, essas duas expressões devem sempre andar juntas quando falamos de Deus. Existe e ama! Não é possível uma sem a outra. Eu posso existir e não amar. Deus não pode.
(texto de padre Zezinho, disponível aqui )
(texto de padre Zezinho, disponível aqui )
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Prece ao Deus da Vida
Ó Deus da luzes, acende mais estrelas sobre a névoa que polui o nosso universo.
Ó Deus das águas, enche tuas ternas mãos nos mananciais dos nossos rios e irriga o jardim do teu planeta.
Ó Deus das plantas, cultiva as tuas árvores floridas nas clareiras abertas em nossas florestas.
Ó Deus das sementes, colhe as tuas searas nas nossas lavouras libertadas de venenos.
Ó Deus das criaturas, escolhe os teus animais inocentes do olhar das pessoas destruidoras.
Ó Deus das crianças, amacia mais o colo das mães para os teus bebês, que querem nascer.
Ó Deus dos adolescentes, amplia os sonhos de vida, com a tua presença.
Ó Deus dos jovens, caminha lado a lado com os que te querem por companheiro.
Ó Deus dos adultos, inspira projetos que construam, no nosso mundo, os teus sonhos.
Ó Deus dos anciãos, não esqueças que és eterno e eles vivem no tempo.
Ó Deus das famílias, onde guardaste a planta do paraíso terrestre? Procura-a. Nós a queremos para construir nossos lares.
Ó Deus das vozes e das harmonias, rege a paz nos gorjeios das tuas aves e nos cânticos dos nossos corais.
Ó Deus das artes, vem dançar e tocar em todos os nossos espaços sagrados.
Ó Deus das preces, faz o mundo inteiro ouvir a tua voz orante nos acalantos da natureza e nas rezas dos nossos templos.
Ó Deus dos amores, encobre todas as criaturas com o manto protetor de teu olhar.
(texto de Maria Inês Carniato, disponível aqui )
Ó Deus das águas, enche tuas ternas mãos nos mananciais dos nossos rios e irriga o jardim do teu planeta.
Ó Deus das plantas, cultiva as tuas árvores floridas nas clareiras abertas em nossas florestas.
Ó Deus das sementes, colhe as tuas searas nas nossas lavouras libertadas de venenos.
Ó Deus das criaturas, escolhe os teus animais inocentes do olhar das pessoas destruidoras.
Ó Deus das crianças, amacia mais o colo das mães para os teus bebês, que querem nascer.
Ó Deus dos adolescentes, amplia os sonhos de vida, com a tua presença.
Ó Deus dos jovens, caminha lado a lado com os que te querem por companheiro.
Ó Deus dos adultos, inspira projetos que construam, no nosso mundo, os teus sonhos.
Ó Deus dos anciãos, não esqueças que és eterno e eles vivem no tempo.
Ó Deus das famílias, onde guardaste a planta do paraíso terrestre? Procura-a. Nós a queremos para construir nossos lares.
Ó Deus das vozes e das harmonias, rege a paz nos gorjeios das tuas aves e nos cânticos dos nossos corais.
Ó Deus das artes, vem dançar e tocar em todos os nossos espaços sagrados.
Ó Deus das preces, faz o mundo inteiro ouvir a tua voz orante nos acalantos da natureza e nas rezas dos nossos templos.
Ó Deus dos amores, encobre todas as criaturas com o manto protetor de teu olhar.
(texto de Maria Inês Carniato, disponível aqui )
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Saber viver
Não sei...
Se a vida é curta
Ou longa demais pra nós.
Mas sei que nada do que vivemos
Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.
Muitas vezes,
Basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo,
É o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
Não seja nem curta,
Nem longa demais.
Mas que seja intensa,
Verdadeira, pura...
enquanto durar.
(texto de Cora Coralina, disponível aqui )
Se a vida é curta
Ou longa demais pra nós.
Mas sei que nada do que vivemos
Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.
Muitas vezes,
Basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo,
É o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
Não seja nem curta,
Nem longa demais.
Mas que seja intensa,
Verdadeira, pura...
enquanto durar.
(texto de Cora Coralina, disponível aqui )
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Deus nos convida a ser santos
Por que celebramos o Dia de Todos os Santos? Com esta pergunta tem início uma famosa homilia de São Bernardo para esse dia. É uma pergunta atual e também é atual a resposta: "Os santos não precisam de nossas homenagens. Não há dúvida alguma, se veneramos os santos, o interesse é nosso, não deles." O significado da solenidade é este: contemplando o exemplo luminoso dos santos, despertar em nós o grande desejo de ser como os santos: felizes por viver próximos de Deus, na sua luz, na grande família dos amigos de Deus. Ser santo significa viver na intimidade com Deus, viver na sua família. Esta é a vocação de todos nós. Mas como podemos ser santos, amigos de Deus? Para ser santo não é necessário realizar ações nem obras extraordinárias, nem possuir carismas excepcionais. É preciso ouvir Jesus e depois segui-lo sem desanimar diante das dificuldades. Quanto mais imitarmos Jesus e permanecermos unidos a Ele, tanto mais entraremos no mistério da santidade divina. A santidade exige um esforço constante, mas é possível para todos porque, mais do que uma obra do homem, é um dom de Deus. Na nossa vida, tudo é dom do seu amor. Descobrimos que somos amados por Ele de modo infinito e isso nos impulsiona a amar os irmãos. Neste dia de Todos os Santos, proclamamos que os santos são nossos amigos e modelos de vida. Rezemos a eles para que nos ajudem a imitá-los e comprometamo-nos a responder com generosidade à vocação divina.
(adaptado de homilia do papa Bento XVI, disponível aqui )
(adaptado de homilia do papa Bento XVI, disponível aqui )
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Dia de Finados (2 de novembro)
O culto aos mortos é muito antigo e esteve presente em quase todas as religiões, principalmente nas mais antigas. Inicialmente era ligado aos cultos agrários e de fertilidade. Os mais antigos acreditavam que, como as sementes, os mortos eram enterrados com vistas à ressurreição. Na Igreja Católica, o Dia de Finados surgiu como um vínculo suplementar entre vivos e mortos, destinado a todos. Já no século I, os cristãos visitavam os túmulos dos mártires para rezar pelos que morreram. No século V, a igreja dedicava um dia do ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém lembrava. No século X, a Igreja Católica instituiu oficialmente o Dia de Finados. Com o passar do tempo, a comemoração ultrapassou seu aspecto exclusivamente religioso, para revelar uma feição emotiva: a saudade de quem perdeu entes queridos. As pessoas costumam celebrar os mortos levando flores aos túmulos e rezando por eles. Alguns preferem chamar a data de "Dia da Saudade", retirando o peso do aspecto fúnebre e enfatizando as melhores lembranças daqueles que se foram.
(adaptado de texto da UFGNet, disponível aqui )
No dia de Finados não festejamos a morte. Celebramos nossa fé na ressurreição e a esperança do encontro com Deus. No dia de Finados lembramos e agradecemos a Deus a vida de nossos ascendentes, aqueles que nos antecederam. Paramos um minuto. Acendemos uma vela. Proferimos uma oração. Vamos à missa nos cemitérios ou comunidades. Agradecemos a Deus essa cadeia da vida que nos tornou possíveis e viventes. Não somos filhos do nada, nem começamos em nós mesmos. Somos sementes do amor de Deus transmitido por avós, pais e antepassados. Essa cadeia de gerações nos transmitiu vida e fé. A luz que nos iluminou através deles não se apagou com suas mortes. Acendemos velas para lembrar que essa luz segue nos iluminando, em nossos corações. Veneramos seus exemplos e imitamos sua fé. Enfeitamos as sepulturas com flores, símbolo da ressurreição. Na morte a vida não é tirada, mas transformada. Nossa vida é eterna.
(adaptado de texto disponível aqui )
(adaptado de texto da UFGNet, disponível aqui )
No dia de Finados não festejamos a morte. Celebramos nossa fé na ressurreição e a esperança do encontro com Deus. No dia de Finados lembramos e agradecemos a Deus a vida de nossos ascendentes, aqueles que nos antecederam. Paramos um minuto. Acendemos uma vela. Proferimos uma oração. Vamos à missa nos cemitérios ou comunidades. Agradecemos a Deus essa cadeia da vida que nos tornou possíveis e viventes. Não somos filhos do nada, nem começamos em nós mesmos. Somos sementes do amor de Deus transmitido por avós, pais e antepassados. Essa cadeia de gerações nos transmitiu vida e fé. A luz que nos iluminou através deles não se apagou com suas mortes. Acendemos velas para lembrar que essa luz segue nos iluminando, em nossos corações. Veneramos seus exemplos e imitamos sua fé. Enfeitamos as sepulturas com flores, símbolo da ressurreição. Na morte a vida não é tirada, mas transformada. Nossa vida é eterna.
(adaptado de texto disponível aqui )
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Dia de Todos os Santos (1º de novembro)
Quem são os santos a quem é dedicado o dia 1º de novembro? São todas as pessoas que viveram em suas vidas os ensinamentos de Jesus de maneira plena. Além de todos os santos que foram canonizados, isto é, reconhecidos pela Igreja, há também muitos outros santos anônimos, que viveram no mundo silenciosamente, carregando com dignidade a sua cruz. Santos são todos os que nos precederam em vida na terra, perseverando na fé em Cristo, seguindo seus mandamentos e vivendo o amor ao próximo. Portanto, são multidões e multidões, porque para Deus não existe maior ou menor santidade. Ele ama todos do mesmo modo. O que vale é o nosso testemunho de fidelidade e amor na fé em seu Filho, o Cristo, e que somente Deus conhece.
Rezemos por todas essas pessoas que souberam viver a vida com amor e dignidade; e por todos nós, para que possamos seguir seus exemplos e também nos tornarmos santos, seguidores de Jesus.
(adaptado de texto disponível aqui )
Rezemos por todas essas pessoas que souberam viver a vida com amor e dignidade; e por todos nós, para que possamos seguir seus exemplos e também nos tornarmos santos, seguidores de Jesus.
(adaptado de texto disponível aqui )
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Missão: parte integrante da identidade cristã (Mês Missionário 08)
Encerrando o Mês Missionário, vamos relembrar um pequeno trecho do Documento de Aparecida, escrito pelos bispos católicos da América Latina, reunidos na cidade de Aparecida do Norte/SP, em 2007. Nesse trecho, os bispos nos lembram que seguir a Jesus é muito mais do que ir à missa ou rezar sozinho dentro de casa:
“Ao chamar os seus para que O sigam, Jesus dá-lhes uma Missão muito precisa: anunciar o Evangelho do Reino a todas as nações. Por isto todo discípulo é missionário, pois Jesus o faz partícipe de Sua Missão, ao mesmo tempo que o vincula a Ele como amigo e irmão. Desta maneira, como Ele é testemunha do mistério do Pai, assim os discípulos são testemunhas da morte e ressurreição do Senhor, até que Ele volte. Cumprir essa Missão não é tarefa opcional, mas parte integrante da identidade cristã, porque é a extensão testemunhal da própria vocação” (Documento de Aparecida, 144).
Portanto, se você se considera um cristão, você também precisa ser um missionário, que leva o Evangelho a todos os lugares. Os ambientes em que você convive com outras pessoas podem estar precisando do seu testemunho de cristão: família, escola, clube, comunidade, grupo de amigos, etc.
Pense nisso: como você pode testemunhar os ensinamentos de Jesus nesses ambientes?
(adaptado do folder “Celebrações Missionárias 2009”, elaborado pelas Pontifícias Obras Missionárias, disponível aqui )
“Ao chamar os seus para que O sigam, Jesus dá-lhes uma Missão muito precisa: anunciar o Evangelho do Reino a todas as nações. Por isto todo discípulo é missionário, pois Jesus o faz partícipe de Sua Missão, ao mesmo tempo que o vincula a Ele como amigo e irmão. Desta maneira, como Ele é testemunha do mistério do Pai, assim os discípulos são testemunhas da morte e ressurreição do Senhor, até que Ele volte. Cumprir essa Missão não é tarefa opcional, mas parte integrante da identidade cristã, porque é a extensão testemunhal da própria vocação” (Documento de Aparecida, 144).
Portanto, se você se considera um cristão, você também precisa ser um missionário, que leva o Evangelho a todos os lugares. Os ambientes em que você convive com outras pessoas podem estar precisando do seu testemunho de cristão: família, escola, clube, comunidade, grupo de amigos, etc.
Pense nisso: como você pode testemunhar os ensinamentos de Jesus nesses ambientes?
(adaptado do folder “Celebrações Missionárias 2009”, elaborado pelas Pontifícias Obras Missionárias, disponível aqui )
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Doze pratos
Um príncipe chinês orgulhava-se de sua coleção de porcelana, rara e de antiga procedência, constituída por doze pratos de grande beleza artística e decorativa. Certo dia, o seu zelador, em momento infeliz, deixou que se quebrasse uma das peças. Tomando conhecimento do desastre e possuído pela fúria, o príncipe condenou à morte o dedicado servidor, que fora vítima de uma circunstância fortuita. A notícia tomou conta do Império, e, às vésperas da execução do desafortunado servidor, apresentou-se um sábio bastante idoso que se comprometeu a devolver a ordem à coleção, se o servo fosse perdoado.
Emocionado, o príncipe reuniu sua corte e aceitou a oferenda do venerando ancião. Este solicitou que fossem colocados todos os pratos restantes sobre uma toalha de linho, bordada cuidadosamente, e os pedaços da preciosa porcelana fossem espalhados em volta do móvel. Atendido na sua solicitação, o sábio acercou-se da mesa e, num gesto inesperado, puxou a toalha com as porcelanas preciosas, atirando-as bruscamente sobre o piso de mármore e arrebentando-as todas.
Ante o estupor que tomou conta do soberano e de sua corte, muito sereno, ele disse:
– Aí estão, senhor, todos iguais conforme prometi. Agora podeis mandar matar-me. Já que essas porcelanas valem mais do que as vidas e, considerando-se que sou idoso e já vivi além do que deveria, sacrifico-me em benefício dos que irão morrer no futuro, quando cada uma dessas peças for quebrada. Assim, com a minha existência, pretendo salvar doze vidas, já que elas, diante desses objetos, nada valem.
Passado o choque, o príncipe, comovido, libertou o velho e o servo, compreendendo que nada há mais precioso do que a vida em si mesma.
(autor desconhecido)
Emocionado, o príncipe reuniu sua corte e aceitou a oferenda do venerando ancião. Este solicitou que fossem colocados todos os pratos restantes sobre uma toalha de linho, bordada cuidadosamente, e os pedaços da preciosa porcelana fossem espalhados em volta do móvel. Atendido na sua solicitação, o sábio acercou-se da mesa e, num gesto inesperado, puxou a toalha com as porcelanas preciosas, atirando-as bruscamente sobre o piso de mármore e arrebentando-as todas.
Ante o estupor que tomou conta do soberano e de sua corte, muito sereno, ele disse:
– Aí estão, senhor, todos iguais conforme prometi. Agora podeis mandar matar-me. Já que essas porcelanas valem mais do que as vidas e, considerando-se que sou idoso e já vivi além do que deveria, sacrifico-me em benefício dos que irão morrer no futuro, quando cada uma dessas peças for quebrada. Assim, com a minha existência, pretendo salvar doze vidas, já que elas, diante desses objetos, nada valem.
Passado o choque, o príncipe, comovido, libertou o velho e o servo, compreendendo que nada há mais precioso do que a vida em si mesma.
(autor desconhecido)
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
A ecologia pelo avesso (II) (Mês Missionário 07)
Tanzânia 1994. O missionário padre Camilo Calliari, realizou, nas aldeias da região de Kipengere, no planalto meridional da Tanzânia, a 2 mil metros de altitude (Diocese de Njombe), um pólo de desenvolvimento admirado e proposto como modelo pelas autoridades. O que mais importa é que conseguiu a participação do povo do lugar, que o segue com paixão: chamam-no com carinho de “baba” (pai) Camilo.
As realizações de “baba” Camilo e do seu povo, em trinta anos de trabalho, impressionam, mesmo olhando apenas a sua lista: hospital com 78 leitos (400 nascimentos por ano); construção e conserto de estradas com recursos próprios, quase todos vindos da Itália; fazenda experimental de 200 hectares cultivada com métodos modernos (pela primeira vez se produz trigo a 2 mil metros); criação de vacas leiteiras (as vacas africanas produzem um litro de leite por dia) e difusão do leite nas famílias; a fábrica-escola para a produção de queijo, produção de vinho com uva do lugar; moinho que trabalha em tempo integral para o pessoal; escola de marcenaria com 30 jovens residentes e muitos externos; oficina-escola mecânica para conserto de máquinas de todo tipo; escolas...
O desenvolvimento dos povos precisa, sobretudo, de educadores. Os missionários dão o exemplo.
(adaptado de texto do padre Piero Gheddo, reproduzido no folder “Celebrações Missionárias 2009”, elaborado pelas Pontifícias Obras Missionárias, disponível aqui )
As realizações de “baba” Camilo e do seu povo, em trinta anos de trabalho, impressionam, mesmo olhando apenas a sua lista: hospital com 78 leitos (400 nascimentos por ano); construção e conserto de estradas com recursos próprios, quase todos vindos da Itália; fazenda experimental de 200 hectares cultivada com métodos modernos (pela primeira vez se produz trigo a 2 mil metros); criação de vacas leiteiras (as vacas africanas produzem um litro de leite por dia) e difusão do leite nas famílias; a fábrica-escola para a produção de queijo, produção de vinho com uva do lugar; moinho que trabalha em tempo integral para o pessoal; escola de marcenaria com 30 jovens residentes e muitos externos; oficina-escola mecânica para conserto de máquinas de todo tipo; escolas...
O desenvolvimento dos povos precisa, sobretudo, de educadores. Os missionários dão o exemplo.
(adaptado de texto do padre Piero Gheddo, reproduzido no folder “Celebrações Missionárias 2009”, elaborado pelas Pontifícias Obras Missionárias, disponível aqui )
terça-feira, 27 de outubro de 2009
A ecologia pelo avesso (I) (Mês Missionário 06)
No norte de Burkina Fasso, na África, terras queimadas pelo sol, multidões de retirantes que se deslocam na noite (de dia o calor atinge os 42-45 graus na sombra) em direção aos campos de refugiados do sul. O deserto traga as pequenas cidades como Dori, Oahigouya, Ziniaré. Não há água, os leitos dos rios estão ressequidos, as bombas, nas aldeias, em grande parte, quebradas.
Nesta situação apocalíptica, em duas regiões os campos ostentavam o seu verde. Por toda parte açudes e canais cheios de água, roças e chácaras cultivadas, barreiras de árvores contra o vento carregado de areia do deserto. No meio, as fazendas-escola de Goundi e de Nanoro onde, há 40 anos, os Irmãos da Sagrada Família de Chieri (Itália) ensinam a rapazes e moças como segurar e conservar a água, adubar e cultivar o terreno, criar animais domésticos, consertar as bombas dos poços.
Os Irmãos da Sagrada Família de Chieri, rijos camponeses italianos piemonteses, fundaram duas fazendas-escola, nas quais hospedam 30 rapazes e 30 moças durante três anos. Encaminham-nos aos trabalhos agrícolas e depois os mandam de volta a suas aldeias, ajudando-os a fundar cooperativas e a transmitir aos outros os ensinos recebidos. O Ir. Silvestre, o mítico fundador da fazenda-escola de Goundi, dizia-me: – As maiores dificuldades encontradas não são as de caráter técnico. Os jovens africanos têm uma inteligência pronta, viva, aprendem logo. O problema dos problemas é a resistência do ambiente à introdução de novas técnicas, o peso dos idosos que defendem a tradição, a mentalidade comum avessa às mudanças. Precisa paciência, amizade, educação. É preciso dar tempo ao tempo.
O ministro da agricultura de Burkina Fasso disse: – Se, em lugar de duas fazendas-escola, tivéssemos 50 ou 60, o problema seca não existiria.
(adaptado de texto do padre Piero Gheddo, reproduzido no folder “Celebrações Missionárias 2009”, elaborado pelas Pontifícias Obras Missionárias, disponível aqui )
Nesta situação apocalíptica, em duas regiões os campos ostentavam o seu verde. Por toda parte açudes e canais cheios de água, roças e chácaras cultivadas, barreiras de árvores contra o vento carregado de areia do deserto. No meio, as fazendas-escola de Goundi e de Nanoro onde, há 40 anos, os Irmãos da Sagrada Família de Chieri (Itália) ensinam a rapazes e moças como segurar e conservar a água, adubar e cultivar o terreno, criar animais domésticos, consertar as bombas dos poços.
Os Irmãos da Sagrada Família de Chieri, rijos camponeses italianos piemonteses, fundaram duas fazendas-escola, nas quais hospedam 30 rapazes e 30 moças durante três anos. Encaminham-nos aos trabalhos agrícolas e depois os mandam de volta a suas aldeias, ajudando-os a fundar cooperativas e a transmitir aos outros os ensinos recebidos. O Ir. Silvestre, o mítico fundador da fazenda-escola de Goundi, dizia-me: – As maiores dificuldades encontradas não são as de caráter técnico. Os jovens africanos têm uma inteligência pronta, viva, aprendem logo. O problema dos problemas é a resistência do ambiente à introdução de novas técnicas, o peso dos idosos que defendem a tradição, a mentalidade comum avessa às mudanças. Precisa paciência, amizade, educação. É preciso dar tempo ao tempo.
O ministro da agricultura de Burkina Fasso disse: – Se, em lugar de duas fazendas-escola, tivéssemos 50 ou 60, o problema seca não existiria.
(adaptado de texto do padre Piero Gheddo, reproduzido no folder “Celebrações Missionárias 2009”, elaborado pelas Pontifícias Obras Missionárias, disponível aqui )
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
A menina do leite
A menina não cabia em si de felicidade. Pela primeira vez iria à cidade vender o leite de sua vaquinha. Trajando o seu melhor vestido, ela partiu pela estrada com a lata de leite na cabeça. Enquanto caminhava, o leite chacoalhava dentro da lata. E os pensamentos faziam o mesmo dentro da sua cabeça:
– Vou vender o leite e comprar uma dúzia de ovos. Depois, choco os ovos e ganho uma dúzia de pintinhos. Quando os pintinhos crescerem, terei bonitos galos e galinhas. Vendo os galos e crio as frangas, que são ótimas botadeiras de ovos. Choco os ovos e terei mais galos e galinhas. Vendo tudo e compro uma cabrita e algumas porcas. Se cada porca me der três leitõezinhos, vendo dois, fico com um e ...
A menina estava tão distraída que tropeçou numa pedra, perdeu o equilíbrio e levou um tombo. Lá se foi o leite branquinho pelo chão. E os ovos, os pintinhos, os galos, as galinhas, os cabritos, as porcas e os leitõezinhos pelos ares.
Moral da história: “Não se deve contar com uma coisa antes de consegui-la.”
(fábula de Esopo)
– Vou vender o leite e comprar uma dúzia de ovos. Depois, choco os ovos e ganho uma dúzia de pintinhos. Quando os pintinhos crescerem, terei bonitos galos e galinhas. Vendo os galos e crio as frangas, que são ótimas botadeiras de ovos. Choco os ovos e terei mais galos e galinhas. Vendo tudo e compro uma cabrita e algumas porcas. Se cada porca me der três leitõezinhos, vendo dois, fico com um e ...
A menina estava tão distraída que tropeçou numa pedra, perdeu o equilíbrio e levou um tombo. Lá se foi o leite branquinho pelo chão. E os ovos, os pintinhos, os galos, as galinhas, os cabritos, as porcas e os leitõezinhos pelos ares.
Moral da história: “Não se deve contar com uma coisa antes de consegui-la.”
(fábula de Esopo)
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
História da criação e da destruição do mundo (Mês Missionário 05)
Então vi que tudo era bom, muito bom. Hoje vejo que tudo vai mal, muito mal. No primeiro dia eu criei a luz: o sol para o dia, a lua para a noite. Mas vocês obscureceram o dia com nuvens de fumaça, e perturbaram a calma da noite com luzes artificiais. No segundo dia dividi as águas das terras e lhes dei a água restauradora e a terra fecunda. Mas vocês poluíram os córregos, os rios e os mares, e envenenaram a terra. No terceiro dia fiz crescer a vegetação, todos os tipos de plantas e árvores. Mas vocês mataram as florestas e os campos com as chuvas ácidas. Depois criei os seres das águas, pequenos e grandes, e todos os tipos de aves. Mas vocês destruíram imensas quantidades de peixe com o petróleo derramado e produtos químicos; acabaram com as borboletas e os passarinhos. E criei todos os tipos de seres vivos, dos animais rastejantes aos silvestres. Mas vocês os aniquilaram sem respeito ou os mantém como atração nos zoológicos. Enfim criei o homem e a mulher, imagens de mim mesmo, e lhes entreguei toda a Criação. Mas vocês são maus administradores e destruíram a obra das minhas mãos. No sétimo dia descansei, e ordenei que vocês também descansassem nesse dia. Mas no final de semana vocês não descansam: vão de uma diversão à outra, de um recorde a outro, sem nenhum sentido. Volte, povo meu, ao seu Deus, pensem em vocês mesmos e nos seus descendentes, que acabarão por herdar esta terra que agora é de vocês.
(texto de Walbert Buhlmann, reproduzido no folder “Celebrações Missionárias 2009”,
elaborado pelas Pontifícias Obras Missionárias, disponível aqui )
(texto de Walbert Buhlmann, reproduzido no folder “Celebrações Missionárias 2009”,
elaborado pelas Pontifícias Obras Missionárias, disponível aqui )
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Marcha pela Paz e Não-Violência
No último dia 02 de outubro, aniversário do nascimento de Gandhi e declarado pelas Nações Unidas como “Dia Internacional da Não-Violência”, teve início a Marcha Mundial Pela Paz e a Não Violência. A Marcha começou na Nova Zelândia e terminará na Cordilheira dos Andes, aos pés do Monte Aconcágua, em 2 de janeiro de 2010. Durante estes 90 dias, a Marcha passará por mais de 90 países e 100 cidades, nos cinco continentes. Cobrirá uma distância de 160.000 km por terra, além de alguns trechos por mar e por ar. Uma equipe base permanente de cem pessoas de diversas nacionalidades fará o percurso completo.
A marcha é uma iniciativa do “Mundo sem Guerras”, uma organização internacional que trabalha há 15 anos no campo do pacifismo e da não-violência. No entanto, a Marcha Mundial será construída por todos. Em sua passagem pelas cidades, serão realizados todos os tipos de fóruns, encontros, festivais, conferências e eventos (esportivos, culturais, sociais, musicais, artísticos, educativos, etc.) que irão sendo organizados à medida que surjam iniciativas em cada lugar. É uma marcha das pessoas e para as pessoas, que pretende chegar à maioria da população mundial. Portanto, não se trata de algo fechado e sim de um percurso que irá se enriquecendo graças às atividades que se coloquem em marcha conforme as diversas iniciativas. Os canais de participação são múltiplos, destacando a participação virtual através da internet.
E você? Também vai participar?
(texto disponível no site oficial da Marcha)
A marcha é uma iniciativa do “Mundo sem Guerras”, uma organização internacional que trabalha há 15 anos no campo do pacifismo e da não-violência. No entanto, a Marcha Mundial será construída por todos. Em sua passagem pelas cidades, serão realizados todos os tipos de fóruns, encontros, festivais, conferências e eventos (esportivos, culturais, sociais, musicais, artísticos, educativos, etc.) que irão sendo organizados à medida que surjam iniciativas em cada lugar. É uma marcha das pessoas e para as pessoas, que pretende chegar à maioria da população mundial. Portanto, não se trata de algo fechado e sim de um percurso que irá se enriquecendo graças às atividades que se coloquem em marcha conforme as diversas iniciativas. Os canais de participação são múltiplos, destacando a participação virtual através da internet.
E você? Também vai participar?
(texto disponível no site oficial da Marcha)
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Casal missionário recupera meninos de rua (Mês Missionário 04)
Resgatar crianças pelas ruas de um país no qual a pobreza e a ignorância formam um círculo vicioso: este é o ideal de Artur Mottola, psicólogo de 47 anos, e Victória, sua esposa, há 15 anos vivendo em Yacuiba, Bolívia, onde fundaram um centro de acolhida para jovens, chamado Anjo da Guarda. A motivação que impulsiona este casal é seguir Jesus pobre, servo e sofredor, compartilhando diretamente a vida dos últimos, como uma verdadeira Missão. Deixaram sua Pátria, a Itália, confiantes de terem sido chamados a viver esta realidade, diante das grandes necessidades das crianças da América Latina. Na Bolívia, estima-se que 800 mil crianças e adolescentes são objeto de diversos tipos de exploração: trabalho infantil, sexo, narcotráfico...
“Estamos tentando enfrentar esta situação em diversos setores: reabilitação dos jovens dependentes de drogas, crianças abandonadas nas ruas, menores com necessidades especiais... Abrimos também um centro de acolhida diurno, que favorece as famílias que não têm com quem deixar os filhos, enquanto os pais trabalham.”
No início, esta obra contava com 30 crianças, e tem atingido quase uma centena nos últimos meses. As famílias também estão se beneficiando com a segurança de manter seus filhos resguardados no centro diurno. “Temos vivido momentos intensos de fraternidade e de amizade com essas famílias. Desejamos, com a nossa presença, ser um testemunho de que o amor cristão pode construir soluções e alternativas que o Estado não consegue oferecer.”
(adaptado de texto da revista Mundo e Missão, outubro de 2008, reproduzido no folder “Celebrações Missionárias 2009”, elaborado pelas Pontifícias Obras Missionárias, disponível aqui )
“Estamos tentando enfrentar esta situação em diversos setores: reabilitação dos jovens dependentes de drogas, crianças abandonadas nas ruas, menores com necessidades especiais... Abrimos também um centro de acolhida diurno, que favorece as famílias que não têm com quem deixar os filhos, enquanto os pais trabalham.”
No início, esta obra contava com 30 crianças, e tem atingido quase uma centena nos últimos meses. As famílias também estão se beneficiando com a segurança de manter seus filhos resguardados no centro diurno. “Temos vivido momentos intensos de fraternidade e de amizade com essas famílias. Desejamos, com a nossa presença, ser um testemunho de que o amor cristão pode construir soluções e alternativas que o Estado não consegue oferecer.”
(adaptado de texto da revista Mundo e Missão, outubro de 2008, reproduzido no folder “Celebrações Missionárias 2009”, elaborado pelas Pontifícias Obras Missionárias, disponível aqui )
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Quem foi Santa Gianna??
No último dia 08, Dia do Nascituro, uma frase colocada na Oração do Dia chamou a atenção de todos:
“Caso tenha que escolher entre mim e o bebê, não hesite , – e eu o exijo – escolha o bebê. Salve-o!” (Santa Gianna)
Mas, quem foi Santa Gianna?
Gianna Beretta Molla nasceu em Magenta (Milão, Itália) em 1922. Na infância, aprendeu com seus pais a considerar a vida como um dom maravilhoso de Deus. Formou-se médica pediatra e sempre deu especial atenção às mães e crianças mais pobres. Questionando-se sobre sua vocação, optou pela vocação matrimonial, casando-se com o engenheiro Pietro Molla, em 1955. Em 1959, já era mãe de 3 filhos: Pierluigi (1956), Mariolina (1957) e Laura (1959). Em 1961, no final do segundo mês de sua quarta gestação, foi descoberto um fibroma em seu útero. Três opções lhe foram apresentadas: retirar o útero doente, o que ocasionaria a morte da criança; abortar o feto; ou a mais arriscada, submeter-se a uma cirurgia de risco e preservar a gravidez. Escolheu a última e, com o sucesso da cirurgia, passou os últimos sete meses de gravidez com admirável força de espírito e com a mesma dedicação de mãe e de médica. Alguns dias antes do parto, sabendo dos riscos que corria, demonstrou-se pronta a sacrificar sua vida para salvar a do filho: "Se deveis decidir entre mim e o filho, nenhuma hesitação: escolhei – e isto o exijo – a criança. Salvai-a!" Sua filha, Gianna Emanuela, nasceu na manhã do dia 21 de abril de 1962. A mãe teve a filha nos braços apenas por breves instantes. Apesar dos esforços para salvar a vida de ambas, na manhã de 28 de abril, em meio a atrozes dores, a mãe Gianna morreu santamente. Tinha 39 anos. Seus funerais transformaram-se em grande manifestação popular de comoção, de fé e de oração. No dia 16 de maio de 2004, o Papa João Paulo II declarou santa a médica italiana Gianna Beretta Molla (1922-1962), que deu a vida por sua filha, preferindo morrer a praticar um aborto.
(adaptado de texto disponível aqui )
“Caso tenha que escolher entre mim e o bebê, não hesite , – e eu o exijo – escolha o bebê. Salve-o!” (Santa Gianna)
Mas, quem foi Santa Gianna?
Gianna Beretta Molla nasceu em Magenta (Milão, Itália) em 1922. Na infância, aprendeu com seus pais a considerar a vida como um dom maravilhoso de Deus. Formou-se médica pediatra e sempre deu especial atenção às mães e crianças mais pobres. Questionando-se sobre sua vocação, optou pela vocação matrimonial, casando-se com o engenheiro Pietro Molla, em 1955. Em 1959, já era mãe de 3 filhos: Pierluigi (1956), Mariolina (1957) e Laura (1959). Em 1961, no final do segundo mês de sua quarta gestação, foi descoberto um fibroma em seu útero. Três opções lhe foram apresentadas: retirar o útero doente, o que ocasionaria a morte da criança; abortar o feto; ou a mais arriscada, submeter-se a uma cirurgia de risco e preservar a gravidez. Escolheu a última e, com o sucesso da cirurgia, passou os últimos sete meses de gravidez com admirável força de espírito e com a mesma dedicação de mãe e de médica. Alguns dias antes do parto, sabendo dos riscos que corria, demonstrou-se pronta a sacrificar sua vida para salvar a do filho: "Se deveis decidir entre mim e o filho, nenhuma hesitação: escolhei – e isto o exijo – a criança. Salvai-a!" Sua filha, Gianna Emanuela, nasceu na manhã do dia 21 de abril de 1962. A mãe teve a filha nos braços apenas por breves instantes. Apesar dos esforços para salvar a vida de ambas, na manhã de 28 de abril, em meio a atrozes dores, a mãe Gianna morreu santamente. Tinha 39 anos. Seus funerais transformaram-se em grande manifestação popular de comoção, de fé e de oração. No dia 16 de maio de 2004, o Papa João Paulo II declarou santa a médica italiana Gianna Beretta Molla (1922-1962), que deu a vida por sua filha, preferindo morrer a praticar um aborto.
(adaptado de texto disponível aqui )
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Dia Mundial das Missões (Mês Missionário 03)
No último domingo, a Igreja celebrou o Dia Mundial das Missões. O papa Bento XVI enviou uma mensagem especial a todos os cristãos católicos, destacando a importância das missões na caminhada da Igreja. Ele lembrou que “o objetivo da Missão da Igreja é iluminar com a luz do Evangelho todos os povos em seu caminho para Deus na história, a fim de que n’Ele encontrem a sua plena realização”. Destacou que “a Igreja não age para ampliar o seu poder ou reforçar o seu domínio, mas para levar a todos Cristo, salvação do mundo”. “A Missão da Igreja é ‘contagiar’ de esperança todos os povos, chamar todos os povos à salvação realizada por Deus por meio de seu Filho encarnado. É necessário, portanto, renovar o compromisso de anunciar o Evangelho, que é fermento de liberdade e progresso, fraternidade, união e paz.” Portanto, a Igreja tem como objetivo fundamental transformar o mundo com a proclamação do Evangelho do amor.
(adaptado de mensagem elaborada pelas Pontifícias Obras Missionárias, disponível aqui )
(adaptado de mensagem elaborada pelas Pontifícias Obras Missionárias, disponível aqui )
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
A missão do professor
Professor(a), amanhã comemoramos o seu dia. Mas essa lembrança não se reduz apenas a um dia, porque você passa pela vida das pessoas fazendo o bem como “a flauta, através da qual, o murmúrio das horas, se transforma em melodia”. Esse apoio muitas vezes chega através de uma palavra. Outras vezes, pela escuta. Ou ainda no acolhimento silencioso e – porque não? – em forma de uma prece, do seu coração. Prossiga no ideal, sem olhar para trás, contemplando o bem que realizou. Só assim você terá a certeza de que sua gratuidade e doação fizeram muitas pessoas alçarem o vôo para a liberdade. Parabéns, professor, não só por este dia, mas por toda a sua dedicação, pois em muitas manhãs, tardes e noites você já não conheceu a palavra descanso, dando sempre o melhor de si. Obrigado por tudo!
(texto de Celina Helena Weschenfelder, disponível aqui )
(texto de Celina Helena Weschenfelder, disponível aqui )
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Você, criança!
Você criança, que vive a correr, é a promessa que vai acontecer, é a esperança do que poderíamos ser, é a inocência que deveríamos ter. Você criança, de qualquer idade, vivendo entre o sonho e a realidade, espalham pelas ruas da cidade suas lições de amor e de simplicidade! Criança que brinca, corre, pula e grita, mostra ao mundo como se deve viver cada momento: feliz, como quem acredita em um mundo melhor que ainda vai haver! Você é como um raio de luz a iluminar os nossos caminhos, assemelhando-se ao Menino Jesus, encanta-nos com todo teu carinho!
Você é a criança que um dia vai crescer! É a promessa que vai se realizar!
É a esperança da humanidade se entender! É a realidade que o adulto precisa ver... e também aprender a ser.
(autor desconhecido; texto disponível aqui )
Você é a criança que um dia vai crescer! É a promessa que vai se realizar!
É a esperança da humanidade se entender! É a realidade que o adulto precisa ver... e também aprender a ser.
(autor desconhecido; texto disponível aqui )
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil
Na próxima segunda-feira, dia 12 de outubro, comemoramos o Dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. Você sabe por que ela ganhou esse nome? Foi nesse mesmo dia, em 1717, que os pescadores Domingos Martins García, João Alves e Filipe Pedroso encontraram a imagem. Eles pescavam no rio Paraíba, ou melhor, tentavam pescar, pois toda vez que jogavam a rede, ela voltava vazia. Até que a rede lhes trouxe a imagem de uma santa, sem a cabeça. Jogando a rede uma vez mais, um pouco abaixo no rio, pescaram desta vez a cabeça que faltava à imagem e as redes, até então vazias, passaram a voltar ao barco repletas de peixes. Eles limparam a imagem apanhada no rio e notaram que se tratava da imagem de Nossa Senhora da Conceição, de cor escura.
Durante os 15 anos seguintes, a imagem permaneceu com a família de um dos pescadores e passou a ser alvo das orações de toda a comunidade. A devoção cresceu à medida que a fama dos milagres realizados pela santa se espalhava. Com o passar do tempo a imagem foi sendo chamada pelo povo de Senhora da Conceição Aparecida e depois, simplesmente, Aparecida, que deu origem à cidade de mesmo nome. Foi necessária a construção de uma capela, depois de uma igreja e, mais recentemente, de uma grande basílica que recebe um grande número de fiéis todos os anos, que vão a Aparecida para pedir e agradecer a Nossa Senhora.
É bom lembrar que nós louvamos, porém não adoramos Maria. Nós a louvamos porque é Mãe de Deus, porque respondeu sim, não em favor próprio, mas em benefício de todas as pessoas. Maria não é “deusa” e, portanto, Maria não salva a ninguém. Mas ela é intercessora, medianeira, advogada nossa junto de Deus.
“Consagrar-se a Maria significa deixar-se ajudar pelo seu exemplo e pela sua intercessão, para encontrar o verdadeiro sentido da vida cristã determinado pelo batismo. Como poderíamos viver o nosso batismo sem contemplar Maria, a bendita entre todas as mulheres, que tão bem recebe o dom de Deus?” (Papa João Paulo II).
Durante os 15 anos seguintes, a imagem permaneceu com a família de um dos pescadores e passou a ser alvo das orações de toda a comunidade. A devoção cresceu à medida que a fama dos milagres realizados pela santa se espalhava. Com o passar do tempo a imagem foi sendo chamada pelo povo de Senhora da Conceição Aparecida e depois, simplesmente, Aparecida, que deu origem à cidade de mesmo nome. Foi necessária a construção de uma capela, depois de uma igreja e, mais recentemente, de uma grande basílica que recebe um grande número de fiéis todos os anos, que vão a Aparecida para pedir e agradecer a Nossa Senhora.
É bom lembrar que nós louvamos, porém não adoramos Maria. Nós a louvamos porque é Mãe de Deus, porque respondeu sim, não em favor próprio, mas em benefício de todas as pessoas. Maria não é “deusa” e, portanto, Maria não salva a ninguém. Mas ela é intercessora, medianeira, advogada nossa junto de Deus.
“Consagrar-se a Maria significa deixar-se ajudar pelo seu exemplo e pela sua intercessão, para encontrar o verdadeiro sentido da vida cristã determinado pelo batismo. Como poderíamos viver o nosso batismo sem contemplar Maria, a bendita entre todas as mulheres, que tão bem recebe o dom de Deus?” (Papa João Paulo II).
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Dia do Nascituro (Semana Nacional da Vida 04)
Hoje encerramos a Semana Nacional da Vida, celebrando o Dia do Nascituro. Mas quem é o Nascituro? É o ser humano já concebido que se encontra no ventre materno. Portanto, ainda não veio à luz, mas espera-se que nasça dentro de um futuro próximo. Este ser humano possui o direito de ser respeitado na sua integridade e dignidade como a de qualquer pessoa já nascida.
“Caso tenha que escolher entre mim e o bebê, não hesite, -- e eu o exijo -- escolha o bebê. Salve-o!” (Santa Gianna)
“Temos medo da guerra nuclear e dessa nova enfermidade que chamamos Aids, mas matar crianças inocentes não nos assusta.” (Madre Teresa de Calcutá)
(texto adaptado de folder elaborado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), disponível aqui )
“Caso tenha que escolher entre mim e o bebê, não hesite, -- e eu o exijo -- escolha o bebê. Salve-o!” (Santa Gianna)
“Temos medo da guerra nuclear e dessa nova enfermidade que chamamos Aids, mas matar crianças inocentes não nos assusta.” (Madre Teresa de Calcutá)
(texto adaptado de folder elaborado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), disponível aqui )
Oração
Nós vos louvamos, Senhor, Deus da Vida. Bendito sejais, porque nos criastes por amor. Vossas mãos nos modelaram desde o ventre materno. Nós vos agradecemos pelos nossos pais, famílias e todas as pessoas que cuidam da vida humana desde o seu início até o fim. Em Vós somos, vivemos e existimos. Abençoai todos e todas que zelam pela vida humana e a promovem. Abençoai as gestantes e todos os profissionais da saúde. Dai às pessoas e às famílias o pão de cada dia, a luz da fé e o amor fraterno. Abençoai nossos nascituros, nossas crianças, nossos jovens, nossos adultos e nossos idosos, para que tenham vida plena em Jesus, que ofereceu sua vida em favor de todos. Amém.
(texto de Dom Orlando Brandes, Arcebispo de Londrina, Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, da CNBB, disponível aqui )
(texto de Dom Orlando Brandes, Arcebispo de Londrina, Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, da CNBB, disponível aqui )
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Amor e vida (Semana Nacional da Vida 03)
A família reclama o acolhimento alegre e responsável da vida que nasce, o respeito e a defesa de cada existência humana, o cuidado por quem sofre ou passa necessidade, a solidariedade com os idosos, os doentes, os deficientes, a qualidade de vida, a responsabilidade com a segurança pública, a segurança na estrada e no trabalho.
Com este tema, a Igreja no Brasil faz um forte apelo para que a “Semana Nacional da Vida” seja um espaço privilegiado para anunciar, debater e esclarecer as pessoas sobre a grandeza e o valor da vida e contribuir, a fim de que a família seja reconhecida e vivida como lugar de realização humana, a mais intensa possível na experiência de paternidade, de maternidade e filiação.
“É fácil amar os que estão longe. Mas nem sempre é fácil amar os que vivem ao nosso lado.” (Madre Teresa de Calcutá)
“O amor é a fruta da época de todas as estações e está ao alcance de cada mão. Qualquer um pode colhê-lo, sem limites estabelecidos.” (Madre Teresa de Calcutá)
(texto adaptado de folder elaborado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), disponível aqui )
Com este tema, a Igreja no Brasil faz um forte apelo para que a “Semana Nacional da Vida” seja um espaço privilegiado para anunciar, debater e esclarecer as pessoas sobre a grandeza e o valor da vida e contribuir, a fim de que a família seja reconhecida e vivida como lugar de realização humana, a mais intensa possível na experiência de paternidade, de maternidade e filiação.
“É fácil amar os que estão longe. Mas nem sempre é fácil amar os que vivem ao nosso lado.” (Madre Teresa de Calcutá)
“O amor é a fruta da época de todas as estações e está ao alcance de cada mão. Qualquer um pode colhê-lo, sem limites estabelecidos.” (Madre Teresa de Calcutá)
(texto adaptado de folder elaborado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), disponível aqui )
terça-feira, 6 de outubro de 2009
Missionário, mediador da paz (Mês Missionário 02)
É um momento difícil para o padre Angel Calvo, missionário claretiano em Zamboanga, no sul da Filipinas. Durante muitos anos colaborou para as negociações da libertação de pessoas sequestradas pelos rebeldes e milicianos. Desta vez ele negocia a libertação de uma amiga, Esperancita Hupita, voluntária da associação cristão-muçulmana Nagbilaab para o desenvolvimento e a paz, que o missionário ajudou a fundar na Ilha de Basilan. Esperancita foi capturada juntamente com Milet Mendoza, voluntária do Christian Children’s Fund, no dia 15 de setembro, por um grupo armado não identificado. Desde então, o padre Calvo mexe seus pauzinhos, a fim de conseguir um contato com os sequestradores.
“Ser mediador é uma parte inseparável da vida de um missionário”, afirma o religioso, há 33 anos nas Filipinas, que se tornaram o seu segundo lar, mesmo sem esquecer a “linda Valladolid”, cidade da Espanha em que nasceu.
“A Missão é sempre uma missão de paz, de reconciliação, para curar as feridas deixadas pela guerra, pelo ódio e preconceito. Todo dia trabalhamos para construir uma nova cultura de paz e fraternidade, que na nossa experiência dizemos que é cristã, mas que está na base também de outras crenças.”
Zamboanga é uma das áreas mais sensíveis do arquipélago. Nela vivem juntos cristãos, muçulmanos e tribais, imprensados no meio do conflito entre o governo central e as várias facções de rebeldes muçulmanos e comunistas.
“O diálogo é a condição fundamental para a Missão na Ásia: o diálogo com os pobres, com as diferentes culturas, com as outras religiões, numa verdadeira dimensão de participação e respeito.”
Nas Filipinas o nome do missionário espanhol está ligado a dezenas de iniciativas para a paz e estreita cooperação entre cristãos e muçulmanos, incluindo o Movimento Inter-Religioso pela Paz, organização de grupos católicos, protestantes, muçulmanos e indígenas, da qual ele é o presidente. “Nestes dias do Ramadã, os membros islâmicos do grupo foram bastante ativos, convidando os cristãos a participar dos momentos do encerramento do jejum: um ato espiritual, no qual, após se purificar com o jejum, agradecem a Deus pela sua misericórdia”, afirma o religioso. É este forte entrosamento com a sociedade, fruto de anos de trabalho em comum, que sustenta a esperança de encontrar, também desta vez, o caminho para chegar aos sequestradores de Esperancita e Milet e obter sua libertação. (Misna, 28 de setembro de 2008)
(adaptado do folder “Celebrações Missionárias 2009”, elaborado pelas Pontifícias Obras Missionárias, disponível aqui )
“Ser mediador é uma parte inseparável da vida de um missionário”, afirma o religioso, há 33 anos nas Filipinas, que se tornaram o seu segundo lar, mesmo sem esquecer a “linda Valladolid”, cidade da Espanha em que nasceu.
“A Missão é sempre uma missão de paz, de reconciliação, para curar as feridas deixadas pela guerra, pelo ódio e preconceito. Todo dia trabalhamos para construir uma nova cultura de paz e fraternidade, que na nossa experiência dizemos que é cristã, mas que está na base também de outras crenças.”
Zamboanga é uma das áreas mais sensíveis do arquipélago. Nela vivem juntos cristãos, muçulmanos e tribais, imprensados no meio do conflito entre o governo central e as várias facções de rebeldes muçulmanos e comunistas.
“O diálogo é a condição fundamental para a Missão na Ásia: o diálogo com os pobres, com as diferentes culturas, com as outras religiões, numa verdadeira dimensão de participação e respeito.”
Nas Filipinas o nome do missionário espanhol está ligado a dezenas de iniciativas para a paz e estreita cooperação entre cristãos e muçulmanos, incluindo o Movimento Inter-Religioso pela Paz, organização de grupos católicos, protestantes, muçulmanos e indígenas, da qual ele é o presidente. “Nestes dias do Ramadã, os membros islâmicos do grupo foram bastante ativos, convidando os cristãos a participar dos momentos do encerramento do jejum: um ato espiritual, no qual, após se purificar com o jejum, agradecem a Deus pela sua misericórdia”, afirma o religioso. É este forte entrosamento com a sociedade, fruto de anos de trabalho em comum, que sustenta a esperança de encontrar, também desta vez, o caminho para chegar aos sequestradores de Esperancita e Milet e obter sua libertação. (Misna, 28 de setembro de 2008)
(adaptado do folder “Celebrações Missionárias 2009”, elaborado pelas Pontifícias Obras Missionárias, disponível aqui )
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Por que a vida é um bem? (Semana Nacional da Vida 02)
No homem, criado à imagem e semelhança de Deus, reflete-se, em cada fase da sua existência, “o rosto do seu Filho Unigênito... Este amor ilimitado e quase incompreensível de Deus pelo homem revela até que ponto a pessoa humana seja digna de ser amada por si mesma, independentemente de qualquer outra consideração: inteligência, beleza, saúde, juventude, integridade, etc. Numa palavra, a vida humana é sempre um bem, porque “ela é, no mundo, manifestação de Deus, sinal da sua presença, vestígio da sua glória” (EV 34; DP 8).
“O homem é chamado a uma plenitude de vida que se estende muito para além das dimensões da sua existência terrena, porque consiste na participação da própria vida de Deus. (...) O Evangelho do amor de Deus pelo homem, o Evangelho da dignidade da pessoa e o Evangelho da vida são um único e indivisível Evangelho.” (EV 2)
(texto adaptado de folder elaborado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), disponível aqui )
“O homem é chamado a uma plenitude de vida que se estende muito para além das dimensões da sua existência terrena, porque consiste na participação da própria vida de Deus. (...) O Evangelho do amor de Deus pelo homem, o Evangelho da dignidade da pessoa e o Evangelho da vida são um único e indivisível Evangelho.” (EV 2)
(texto adaptado de folder elaborado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), disponível aqui )
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Semana Nacional da Vida
A Semana Nacional da Vida, instituída pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) em 2005, ocorre todo ano entre os dias 1 e 8 de outubro. Ela quer ser um convite, um grito, uma proposta em favor da vida, que deve ser a prioridade das prioridades. A opção pela vida e pelos caminhos da vida nos torna promotores da cultura da vida e profetas defensores da vida desde a fecundação até o seu fim natural. Longe de nós, aborto, eutanásia, violência, depredação do meio ambiente e cultura da morte. O reino de Deus é o reino da vida. O Evangelho de Jesus de Nazaré é o Evangelho da Vida e a missão cristã é estar a serviço da vida. Jesus Cristo faz a vida ser bela, grande, livre e eterna. O papa Bento XVI define a vida como o “capital mais precioso da humanidade”.
Há muitos inimigos da vida, como por exemplo, a mentalidade abortista e anti-natalista, a fome, o suicídio, o alcoolismo, as drogas, as epidemias, o cigarro, o stress, a pobreza. Quem suprime a vida perde o sentido do bem, e a sensibilidade pessoal e social.
A Semana Nacional da Vida é um grito em favor das gestantes, da adoção de crianças e adultos, da doação de sangue e de órgãos. Os mandamentos do motorista querem defender a vida no trânsito. “Escolhe pois a vida” (Dt 30,19). Proclamamos a necessidade da “ecologia humana”. Não podemos defender e cuidar de ovos de tartaruga, dedicar amor aos animais e destruir embriões humanos. Tanto a defesa do meio ambiente como a defesa da vida no útero materno exigem uma revisão do estilo de vida que levamos e uma mudança de mentalidade.
(adaptado de texto de dom Orlando Brandes, bispo católico, disponível aqui )
Há muitos inimigos da vida, como por exemplo, a mentalidade abortista e anti-natalista, a fome, o suicídio, o alcoolismo, as drogas, as epidemias, o cigarro, o stress, a pobreza. Quem suprime a vida perde o sentido do bem, e a sensibilidade pessoal e social.
A Semana Nacional da Vida é um grito em favor das gestantes, da adoção de crianças e adultos, da doação de sangue e de órgãos. Os mandamentos do motorista querem defender a vida no trânsito. “Escolhe pois a vida” (Dt 30,19). Proclamamos a necessidade da “ecologia humana”. Não podemos defender e cuidar de ovos de tartaruga, dedicar amor aos animais e destruir embriões humanos. Tanto a defesa do meio ambiente como a defesa da vida no útero materno exigem uma revisão do estilo de vida que levamos e uma mudança de mentalidade.
(adaptado de texto de dom Orlando Brandes, bispo católico, disponível aqui )
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Mês Missionário
Outubro é, para a Igreja Católica no mundo, o período no qual são intensificadas as iniciativas de informação, formação e cooperação em prol da missão universal. O objetivo é despertar a consciência e a vida missionária cristã, e as vocações missionárias. A ação missionária é essencial para a comunidade cristã. Pelo batismo, o cristão é chamado a se reunir, em comunhão, ao redor de Cristo e participar da sua missão, com o testemunho de vida e o anúncio do Evangelho. É convocado a ajudar na criação e na animação das igrejas locais, no esforço para inculturar o Evangelho nas diferentes realidades, a promover o diálogo inter-religioso, a se aproximar dos mais necessitados e a prestar um serviço concreto de caridade. É no coração da humanidade que somos chamados a viver missionariamente o nosso batismo, pois dificilmente encontraremos outro caminho para viver este sacramento, a não ser pelas estradas missionárias, que nos levam a participar de maneira profunda e explícita da natureza da Igreja. Pois a Igreja é por natureza missionária. Dom Pedro Casaldáliga, numa poesia orante, diz: “se sou batizado, sou missionário, se não sou missionário, não sou cristão”.
E você? Está assumindo seu compromisso de cristão missionário? Está testemunhando a Boa Nova de Jesus Cristo em sua família, na escola, na ajuda aos mais necessitados, no trabalho voluntário?
(adaptado de texto de padre Altevir da Silva, disponível aqui e de texto da Revista Família Cristã, disponível aqui )
E você? Está assumindo seu compromisso de cristão missionário? Está testemunhando a Boa Nova de Jesus Cristo em sua família, na escola, na ajuda aos mais necessitados, no trabalho voluntário?
(adaptado de texto de padre Altevir da Silva, disponível aqui e de texto da Revista Família Cristã, disponível aqui )
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